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sábado, 29 de abril de 2017

O PRIMEIRO DE MAIO - 2017

sábado, 29 de abril de 2017 - 2 Comments


Mais uma vez aproxima-se o 1º de Maio!  Data mais importante de nossa Doutrina, onde afirmou-se a missão de Tia Neiva e o esclarecimento desta mediunidade se transformou em uma realidade material.

Um dia que os médiuns, com um pouco mais de tempo de caminhada, recordam com muita saudade e tristeza os grandes encontros no Templo Mãe. A semana do primeiro de maio era sempre uma semana de festa espiritual. Os trabalhos não paravam e também não parava de chegar de gente de todo lado. Não tinham pousadas e hotéis para acomodar tanta gente, e cada casa de médium do Vale acomodava, em colchões improvisados, os chegantes. As noites não tinham fim, pois o cansaço tirava folga até depois do feriado. Até lá eram intermináveis “corujões” em todas as partes.

No começo os Adjuntos recebiam em suas casas, e com o tempo cada um foi construindo alojamentos para receber componentes e ramas. O ambiente era feliz, energizado, inesquecível. As Primeiras de Falange também não tinham descanso e conviviam abertamente com cada missionária que as procuravam pensando encontrar um “ser de Luz” e na verdade encontravam outra missionária como elas, na simplicidade em que foi concebido o próprio Templo Mãe. Sem luxos, sem facilidades, mas com muito, muito, muito amor!

Mas... São novos tempos! Resta uma saudade e uma esperança de, um dia, a consciência chegar nas mentes que nos desuniram fisicamente, pois espiritualmente estaremos para sempre unidos e filhos do mesmo Pai.

Kazagrande

Admitindo erros


Um dos mais difíceis passos rumo a evolução é admitir erros. Parece que temos uma “Síndrome de Justificativas”, que nos leva a sempre estar justificando o injustificável. Queremos ser compreendidos em nossas falhas e nem sempre agimos com a mesma tolerância face os erros dos outros.

Admitir que se errou, não quer dizer: “Salve Deus, desculpe. E tudo estará bem!”. É preciso assumir que uma energia foi desequilibrada e tudo somente volta ao normal no momento em que o reequilíbrio aconteça. Não temos nunca a dimensão exata do quanto nossas palavras e ações podem ter prejudicado a outrem ou gerado outras situações de conflito e tristeza. “O escândalo há de vir, ai de quem for o instrumento!”.

Resta-nos admitir e rogar, com absoluta sinceridade, para que nosso karma seja aliviado, por nossas boas ações... Assim funciona a Escola do Caminho, implantada pelo Divino Mestre. É um teste de humildade, de capacidade de perdoar as ofensas recebidas, com a consideração de que quem ofende não possui o mesmo esclarecimento que nós, e portanto, julga-se em seu direito. Perdoando, temos o benefício de “quando chegar nossa hora de pedir perdão aos nossos cobradores”, possamos ter o quê apresentar. Ter o quê entregar nas mãos dos nossos Mentores para que seja apresentado como prova cabal de que somos outros, que nossa encarnação mudou, que nossa personalidade é outra, que não somo perfeitos, mas estamos verdadeiramente a Caminho de encontrar a Deus.

Nos Planos Espirituais impera sempre a razão! Medos, palavras de desespero, preces emocionadas, mas desprovidas do real sentimento de aceitação, de nada valem. Se não fosse assim, bastaria o pior dos criminosos se arrepender, após deparar-se com o peso de sua própria energia ao desencarnar, e tudo estaria bem, ele seria resgatado e viveria feliz para sempre.

Nos Planos Espirituais, não existem estes contos de fadas. Por mais que encontremos finais felizes nos romances espíritas que lemos, devemos ler com mais atenção o quanto custou para que o dito “final feliz” chegasse.

Traduzindo, não adianta lamuriar-se chorando em orações que não provem do real arrependimento, que vêm somente do medo das conseqüências. O temor deve ser avaliado antes das ações, e não depois! Somente com o reequilíbrio do que foi desequilibrado, seja pelo pagamento centil por centil, ou pela constante vigilância de nossos Mentores, que avaliando seu real sentimento, auxiliam a aliviar a situação, é que a vida volta a seguir o “Caminho Natural”.

O Caminho Natural é sempre o melhor. Tudo foi planejado para que enfrentássemos os testes e oportunidades da melhor maneira, e, seguindo este caminho, verdadeiramente podemos ser felizes ainda nesta encarnação.

Estes dias me perguntaram “Como venci, e tão rápido mudei minha vida material e espiritual?”. Respondo que não venci! Sigo em uma luta diária contra a personalidade que tenta se justificar, contra o espírito que já compreende o Caminho  Natural.

Não é fácil! Ainda erro, sofro as intempéries dos negócios, tenho prejuízos, encontro cobradores encarnados e desencarnados, nem tudo dá certo... Tenho uma vida igual à de todos meus irmãos Jaguares! Não sou Santo, Iluminado ou coisa parecida. Apenas aprendi que não adianta “espernear”! O quê temos que passar, iremos passar! Para ser mais rápido, com mais facilidade, é preciso que aceitemos, que observemos os sinais, que sigamos as intuições, que passemos a ouvir mais aos nossos Mentores. Eles não podem mudar sua vida e tirar as pedras dos seus caminhos, mas podem aconselhar e alertar, sem qualquer necessidade de interferir em nossa jornada, apenas sendo o fiel apoio, a voz da sabedoria dando os sinais, que, se estivermos em real sintonia, saberemos ouvir e perceber onde está a tal “pedra”.

Nada acontece por acaso! Desvendemos nossas personalidades e vamos construir um verdadeiro futuro de sucesso a nos esperar no “retorno para casa”.

Um fraterno abraço,
Kazagrande

sexta-feira, 28 de abril de 2017

QUANDO PERDEMOS A ESPERANÇA

sexta-feira, 28 de abril de 2017 - 1 Comment


Esta semana li um texto interessante sobre um jovem que desejava deixar a Doutrina por observar as contradições entre palavras e ações de seus irmãos. Estava cansado das disputas, das fofocas, da intolerância em um ambiente onde se prega o amor, a humildade e a tolerância. Sabiamente o Adjunto disse que enchesse um copo com água até a borda e desse três voltas em torno do Templo, e depois poderia entregar suas armas. Pensando ser uma espécie de ritual, o jovem deu as três voltas e levou o copo com água até o Adjunto:

- E então? Durante estas três voltas ao redor do Templo, quantas maledicências você ouviu? Quantas fofocas? Quantas atitudes incompatíveis com a Doutrina você pode observar?

- Nenhuma! – foi a resposta do jovem.

- Exatamente! Não viu nada, mas tudo permanecesse igual, as mesmas coisas de sempre. A diferença foi que você estava prestando atenção no copo, este era seu foco! Nada mais importava! Então... Pense no seu trabalho espiritual como pensou no copo e nada ao redor importará mais do que cumprir a missão.

Salve Deus!
Este relato me fez refletir muito sobre quantos de nós hoje precisamos deste “copo”. O quanto é preciso manter o foco na missão para poder cumpri-la! Pois se olhamos ao redor da vontade de desistir! Se prestamos a atenção ou questionarmos nossos irmãos, sentiremos vontade de sair correndo.

Sim, meus irmãos e irmãs, é triste! Mas temos duas opções apenas: focar ou correr! Não pensem que nunca desanimei, ou pensei em desistir de tudo! Pelo contrário, luto todos os dias, contra eu mesmo, para manter o foco! Tenho a esperança de que cada vez mais surgirão mentes despertas e capazes de semear um futuro de união e compreensão. Tenho fé! E as vezes é somente a fé que resta.

A cada novo texto redigido, a cada e-mail respondido, seja de um coração aflito ou de uma alma resgatada, sinto florescer de novo a esperança dos dias de “branquinho”.

Também sinto vontade de gritar, de dizer um basta a tantas coisas... Mas a grande pergunta sempre será: Resolve? Ou: Resolveria? Então é melhor semear o que possa ser bom e produtivo, compartilhar o pouco conhecimento adquirido, dividir as experiências vividas, e sonhar (sim, sonhar!) com o momento em que a maioria possa caminhar sem precisar do copo, pois ao nosso redor encontraremos o amor nos olhares, a humildade nas palavras e a tolerância no calar.
Kazagrande


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Respeitemos o Preto Velho!

quarta-feira, 26 de abril de 2017 - 10 Comments


A roupagem escolhida por nossos Mentores para atender os pacientes é de Preto Velho! Esta escolha ocorreu por vários motivos, dos quais posso citar:

A apresentação de Preto Velho é a expressão máxima da humildade, mais próxima de nossa realidade, onde um Ser de Luz, já evoluído e livre de seus enredos kármicos, assume para se fazer acessível, sem as elaboradas frases da cultura espiritual que possuem. Como se sentiria uma pessoa humilde, que não teve as oportunidades de desenvolvimento cultural neste plano, ao conversar com um “Doutor” de palavras difíceis? Seria fácil quebrantar a intimidação e o natural constrangimento? E, perante os pacientes de maior nível educacional, se sobressai a beleza da simplicidade pela experiência adquirida na apresentação da figura do sábio Preto Velho.

Também é notório que nem todos nossos Mentores tiveram uma encarnação como escravo. Muitos apenas usam esta roupagem cumprindo as Leis do Amanhecer.

Para nós médiuns, conhecedores da realidade espiritual de nossos Mentores, torna-se uma obrigação o tratamento de extremo respeito e educação. Estas Entidades chegam exclusivamente para a prática da caridade, sem jamais intrometerem-se em nossas vidas, apenas trazendo o bálsamo curador para o espírito e para o corpo físico. Escutam nossas mazelas, nossos dramas pessoais e envolvimentos kármicos. Absorvem nosso negativismo e devolvem harmonia, paz e esperança. Curam nossas dores morais e físicas, sempre que nosso padrão vibratório e nossos merecimentos permitem.

A Voz Direta, dom mediúnico cedido por Deus aos Aparás, é um tesouro a ser cultuado como expressão de Amor Divino e respeitado como a própria Presença da Luz.

Respeito! É a palavra da Ordem!

Respeito por parte dos Doutrinadores, que devem ter a total consciência do belíssimo fenômeno que ali se manifesta e a compreensão do enorme desprendimento do médium de incorporação e da Entidade presente.

Respeito por parte dos Aparás, jamais permitindo que seus pensamentos, sentimentos e vibrações pessoais se misturem com a expressão Divina ali presente. Seu Mentor é seu pai, sua mãe, é a quem você deve, mesmo sem ser cobrado, total respeito e formalidade.

O amor e o carinho destes seres deve ser recíproco. Não devemos usar seus nomes em brincadeiras da personalidade, e muito menos banalizar o sagrado.

As maiores demonstrações de falta de respeito sempre se iniciam de maneira “inocente”, com uma brincadeira, mas que atraem espíritos que insuflam o agravar da situação e o aumento do tom da já iniciada falta de conduta.

Reserve para a personalidade as coisas da personalidade e procuremos manter o sagrado, o Iniciático, o Missionário, longe do que tristemente banaliza a grandiosa missão que por ora nos é confiada.

Kazagrande

terça-feira, 25 de abril de 2017

Sem vontade de ir ao Templo...

terça-feira, 25 de abril de 2017 - 16 Comments


Mestre, no templo que freqüento tem muita conversa fiada, fofocas desagradáveis, “disse me disse”, intimidade demais para meu gosto. Acabei chegando a um ponto em que nem estou querendo mais ir, mesmo amando nossa Doutrina. Às vezes acho que tem alguma coisa querendo me afastar de lá, não sei o que fazer...

Seu Mário (nosso saudoso Trino Tumuchy) dizia que no Vale a gente não ia encontrar “os bonzinhos”. A grande maioria dos que chegam à Doutrina vem pela dor. E se enfrentavam a dor, é porque existia, ou existem, motivos para tanto. Também há de se considerar que a mediunidade não é um “prêmio” para pessoas especiais, e sim uma oportunidade para os mais endividados sanarem, com maior celeridade, suas dívidas cármicas.

Considerando assim, fica mais fácil compreender por que tantos demoram tanto para “despertar” e se libertar das personalidades ao ir para o Templo.

O Templo é a casa de nossa Individualidade. Despertamos nosso espírito para a missão superior que nos é confiada e não deveria sobrar espaço para as banalidades da personalidade transitória. Porém, envolvidos pela energia dos seus carmas e normalmente de suas “difíceis” vidas cotidianas, mestres e ninfas, com afinidade vibracional compatível, se atraem energeticamente e acabam se unindo em “pequenas rodas de maledicência”, manipulando de forma negativa a energia que deveriam usar exclusivamente para a caridade.

As fofocas surgem sempre pela falta de compreensão, pela ausência de caridade e tolerância, e são o pernicioso alimento de irmãozinhos que deveriam estar sendo encaminhados para uma nova jornada. Por conta deste fortalecimento, através das energias emitidas por médiuns preparados, mas que se envolvem nestas correntes negativas, estes irmãozinhos continuam presos ao etérico e cada vez mais assediam a fonte emissora.

Traduzindo: Quem se envolve nestas “redes de intriga” não progride! Observe atentamente que os participantes destas conversas improdutivas continuam com a própria vida em desequilíbrio. Nunca os fatos transcorrem com naturalidade para estas pessoas! Tudo parece ter algum entrave, coisas simples passam a demorar para se “desenrolar” e uma inveja fica clara em seus olhos.

Estas dificuldades e desequilíbrios acontecem justamente pela energia que atraem e pelo retorno natural da energia que emitem. Ao “falar mal de alguém”, é emitida uma energia, e ela sempre retorna ao seu emissor... A mesma maldade emitida, volta! Mais do que isso: Como somos médiuns, e portanto, uma grande fonte de energia, nossos “irmãozinhos” ficam ao redor esperando e insuflando para que emitam mais desta energia negativa que podem aproveitar. Assim, no dia a dia, passam a nos espreitar, tentando auxiliar a aumentar as dificuldades e a inveja, que naturalmente irão agravar os quadros de maledicência dos mestres e ninfas insensatos que se envolvem nas fofocas.

Afastar-se das “rodinhas de mal-amados” é acima de tudo se proteger!

Médiuns imbuídos de bons sentimentos podem realmente ir deixando de sentir vontade de ir ao Templo devido à observação destas correntes negativas. Porém, creio que nossa obrigação é justamente o contrário. Creio que devemos nos esforçar cada vez mais para que a luz da compreensão resplandeça e atinja mais rapidamente o coração dos insensatos que semeiam a intriga e a discórdia.

Temos uma certeza: a verdade sempre irá prevalecer. A mentira pode reinar nos corações e até nas mentes, mas no espírito está gravada a marca da verdade. E todos, absolutamente todos, ao desencarnar, perdem suas máscaras e serão exatamente o reflexo de seus pensamentos.

Não desanime! Lembre que a Doutrina está em seu coração “o Senhor tem Seu Templo em meu íntimo”... Este é o grande segredo de nossa jornada pela Terra.

Kazagrande

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Um só Tribo, uma só missão!

segunda-feira, 24 de abril de 2017 - 1 Comment


Meus irmãos e irmãs,
Salve Deus!

Muitos de nós sofremos com a constatação de divisões provocadas pelos nossos líderes. Alguns se posicionam com paixão pelo “lado que defendem”, escutam apenas um lado da história e passam a repetir, como papagaios, uma mesma retórica, sem ouvir o outro lado, ou mesmo encontrar as mentiras mascaradas em pretensas justificativas.

Criam verdadeiros “partidos políticos” em uma doutrina apartidária por excelência, defendem com unhas e dentes, ou, se preferirem, com palavras ferinas e mais histórias repetidas sem aferição da verdade. Toda história tem dois lados e diversas versões. Algumas versões são criadas pela necessidade de defesa e vão sendo repetidas até serem consideradas verdades.

Mas... Pai Seta Branca nos reuniu novamente para sermos unidos no cumprimento de uma só missão: encaminhar espíritos! Esta é nossa missão! Não podemos esperar um intervenção divina, dizendo quem está certo ou errado! A Espiritualidade deixa que nossa consciência e livre-arbítrio reconheçam a necessidade do cumprimento da missão sem qualquer sectarismo.

Não canso de repetir: “Pai Seta Branca é o mesmo em todos os Templos”. As oportunidades de união, e principalmente da demonstração desta consciência, sempre estão sendo ofertadas.

Os exemplos nefastos de uma divisão doutrinária em alta esfera não podem contaminar um povo! Cada Templo, cada pequena rama surgida da rama, da rama, da rama... ainda terá a mesma raiz! E a raiz não é um homem, ou um templo... A raiz verdadeira é Pai Seta Branca!

Também repito sempre: “Não sejamos seguidores de homens! Nós juramos ao Pai no Castelo de Iniciação”. Escrevo isso não como demérito a quem quer que seja, mas pelo necessário reconhecimento do mérito do grandioso, e corajoso, espírito que nos reuniu para o cumprimento desta missão.

Deixo aqui o relato emocionado de um Mestre, ainda Elevado, que acompanhou  a Escalada da última sexta-feira, dia 21, aqui em Aracajú.

 “Mestre Kazagrande, Salve Deus! Ontem (última sexta-feira, dia 21) estive com minha Ninfa na Estrela Candente e vi a formação do primeiro Acambuê desde que a Estrela foi inaugurada em 2014.
Observei a chegada do povo Jurumê, nosso avô, né? Aleso é rama de Jurumê. Cheguei a ficar comovido ao ver quatro ônibus lotados, várias vans e carros pequenos. Como cheguei cedo pude ver também aquele povo bendito subindo, chegando, sem reclamar...
Vi a demora em se formar um Acambuê... O tempo que eles ficaram em pé, no sol... Vi dois mestres desmaiarem... E saíram carregados... Mas não desistiram e ficaram lá em cima... Meu Deus!!! Chego quase a chorar só de estar escrevendo isso. Cansaço da viagem, sol quente e idade... Nada parecia os desanimar.
Feita a primeira Estrela da primeira consagração, saímos de lado para que os restantes pudessem formar a segunda da primeira consagração. A energia estava tão intensa e boa que quase ninguém foi almoçar. A grande maioria já ficou ali, tomou água e retornou para a segunda consagração. Vi um povo batalhador, verdadeiros jaguares, espíritos espartanos alguns com bengalas ou ajuda de ninfas para caminhar.
Depois da segunda, formou-se a Sublimação em poucos minutos e dali já retornaram direto para a terceira consagração e depois direto para a entrega de energias”.

Salve Deus!
Poderia colocar o texto completo, mas fica apenas o registro da grandiosidade do que pode ser conquistado pela união de nosso próprio povo! A capacidade agregadora, a emanação... Estes sentimentos provêm da Luz!

Parabéns ao Mestre Manoel Silva, Adjunto Jurumê, que teve a emanação necessária para juntar seu povo, seus filhos e netos, nesta realização incontestável de amor e trabalho.

Parabéns ao povo Aleso que somou-se incondicionalmente às possibilidades desta realização. Uma só tribo, uma só missão!

Kazagrande 

sábado, 22 de abril de 2017

RESPEITAR HORÁRIOS

sábado, 22 de abril de 2017 - 1 Comment



Vejo muitas vezes a dificuldade que um médium, ou mesmo um templo inteiro, tem em respeitar os horários. De iniciar os intercâmbios nas horas corretas, de respeitar os horários de um compromisso espiritual. A falta deste comprometimento e responsabilidade leva, inevitavelmente, ao comodismo, onde acabamos “marcando passo”, parados no tempo. No templo os trabalhos não acontecem e na vida pessoal o médium não progride. Falo que não progride porque a tendência é levar a falta de comprometimento também para a vida pessoal.

Tia Neiva, em 19 de setembro de 1980, já alertava: “Filho: Todo trabalho, trabalhado na hora certa, forma uma corrente inquebrantável. Foi respeitando os horários que consegui contar 108 Horários do meu trabalho: amor, tolerância e humildade!”.

Diante de tão clara afirmação, não dá para negar a necessidade de respeito para com os pacientes, e principalmente para com nossas Entidades, que segundo a própria Tia, já estão com todo o ambiente preparado 15 minutos antes da hora marcada. Será que nossos Mentores não têm nada para fazer além de ficarem ali plantados esperando nossa boa vontade? Será que realmente persistem por ali, ou vão em busca de onde possam ser úteis de verdade? Se nós nos aborrecemos, baixamos nosso padrão, os Mentores não permanecem, disso não há dúvida...

O nosso primeiro grande compromisso na Doutrina, realizado em nossa Iniciação, é justamente emitir nosso mantra nos três horários onde a Corrente Indiana do Espaço se unifica em nosso favor e daqueles aos quais encaminhamos nossa energia... Ou seja, em favor de todos! Vejam... Nosso primeiro compromisso: Respeitar horário.

A maioria, logo depois da Iniciação, fica vigilante. Previne-se a todo momento, e preocupa-se com algum esquecimento. Porém, com o passar do tempo, verificando que a maioria esquece por completo este solene compromisso, acaba por relaxar, até o ponto de nunca mais lembrar de sua existência.

Imaginem o poder de cura, o quanto poderia ser feito, se todos os jaguares se unissem nos horários que nos foram deixados? Quanta coisa poderia ser feita, quantas curas, como nossa vida seria melhor! Sou testemunha do quanto minha vida mudou no dia em que firmei o compromisso de não mais deixar de lado a oração e nossos horários.

Primeiro comecei programando o celular para tocar 5 minutos antes, para que eu tivesse tempo de planejar a “escapada” da oração. Porém com a disciplina e o hábito formado, chegou o momento em que não precisei mais sequer me preocupar em programar o telefone. Meu próprio espírito já ativa o relógio biológico, e me alerta para o sagrado momento. Passei a viver com o mesmo ânimo dos tempos de apenas Iniciado!

A primeira base do sustento espiritual nos é dada assim, com um compromisso de disciplina. E com tão pouco, quase tudo se pode alcançar! Basta lembrar de quantos estarão unidos a você naquele bendito momento.

Tia também deixou nos deixou uma carta falando sobre os outros horários, para nos auxiliar a organizar nosso dia, planejar melhor nossas atividades, mas esta será objeto de outro texto! Aproveito também para comentar que as perguntas sobre os horários dos trabalhos, sobre realizar ou não realizar, serão respondidas em outro texto também. Um fraterno abraço,
Kazagrande

“Quando respeitamos um horário firmado com a Espiritualidade nós ganhamos credibilidade! Entenderam meus filhos? Passamos a ser respeitáveis, confiáveis!” Tia Neiva – Gravação sem data


quinta-feira, 20 de abril de 2017

Mesa Especial de Defumação

quinta-feira, 20 de abril de 2017 - 2 Comments


As Leis em nossa Doutrina foram deixadas por Tia Neiva para serem seguidas, de maneira a nos garantir a necessária proteção face a tantos espíritos que lidamos e tantas situações que enfrentamos provenientes dos pacientes.

Inúmeras recomendações e até mesmo trabalhos de cunho pessoal foram registrados visando a integridade do médium e a preservação de sua capacidade de melhor servir à Espiritualidade.

Os trabalhos ditos “especiais”, que fujam das diretrizes deixadas pela Clarividente, ou realizados fora desta contagem, nos deixam sem respaldo espiritual.

A Mesa Especial de Defumação é um trabalho que faz parte sim de nossa contagem, e foi autorizado pela Clarividente, porém, deve atender à Lei e ser realizado dentro das premissas que ela determina.

A Mesa Especial de Defumação é um trabalho de orientação exclusiva do Adjunto do Templo (Presidente!!!). Os Mentores não recomendam este trabalho, pois somente poderá ser executado depois de uma avaliação particular do paciente pelo Presidente, que, pela sua intuição e verificando a impossibilidade de realização de outros trabalhos, ou constatando uma necessidade particular, providenciará sua formação e execução.

O Presidente, e somente ele, poderá comandar este trabalho, pois pesará sobre ele a responsabilidade da convocação e indicação ao paciente. Esta determinação não é porque o presidente “é super especial”, mas sim para deixar claro que este trabalho é muito sério, que é para casos excepcionais, e não para ser banalizado e virar rotina. Uma Mesa com invocação de correntes negativas pode afetar os Aparás, e o único que pode responder é o Adjunto no qual todos emitem.

Outro detalhe: Na abertura da Mesa Especial de Defumação, considerando a seriedade das invocações que serão proferidas, não é lugar para palestras, ou promoções pessoais. Na verdade sequer cabe uma harmonização que vá além do Pai Nosso, pois os Aparás ao se apresentarem para o trabalho já passam a sentir a vibração das correntes presentes e quanto antes iniciar o trabalho, melhor!

A formação e realização está muito clara na descrição da Lei, mas vamos à alguns pontos:

- No dia 04/02/2003, ocorreu o I Encontro Doutrinário dos Presidentes de Templos do Amanhecer, no qual o Trino Ajarã implantou a 1ª Etapa da Unificação das Leis do Amanhecer, com a matéria aprovada pelo Trino Araken. A reunião foi gravada em fitas de vídeo e documentada em ata, para registrar e comprovar a veracidade das informações.

1.    Por determinação dos Trinos Presidentes Triada,  o Trabalho Especial de Defumação na Mesa Evangélica nos Templos do Amanhecer, segue as seguintes orientações:
1.1  Será realizado na Mesa Evangélica, a partir das 15 (quinze) horas.

2. Formação da Mesa:
2.1.  Comandante, 3 (três) Faróis, 2 (dois) Doutrinadores (denominados de Balizas) e 1(um) Mestre Ajanã para a Defumação,
2.2. A Mesa será formada por um mínimo de 7 (sete) Aparás, sendo 4 (quatro) em uma lateral e 3 (três) na outra, sempre na contagem ímpar de Aparás,
2.3. Atrás de cada Apará se posicionará 1 (um) Doutrinador  fixo, até o final do Trabalho:
2.4. Serão colocados na Base da Mesa, no máximo 7 (sete) pacientes, podendo ser contagem par ou ímpar:
2.5. Na Base da Mesa, ficarão posicionados os Balizas, que deverão cuidar dos pacientes e aplicar o Passe magnético nos mesmos, quando solicitado pelo Comandante.

3. Trabalho de Defumação.
3.1. O Comandante faz a Chave de Abertura ou  Encerramento dizendo, (tenho por Aberto ou por Encerrado este Trabalho Especial de Defumação).
3.2. Após a abertura o Mestre Ajanã começa a defumar, circulando sempre no sentido horário em torno da Mesa durante todo o Trabalho.
3.3. Depois da abertura, o Comandante continua emitindo o Mantra  “Pai Nosso”,  invocando sempre as Forças Benditas de Deus Pai Todo Poderoso, para a assistência e realização do Trabalho, e invocando também os espíritos portadores de correntes negativas que estão atrapalhando a vida destes irmãos, e as Falanges de terror de desespero e de dor (durante o decorrer de todo o Trabalho, que terá a duração de no mínimo dez minutos).
3.4. Para o encerramento, o Comandante toca a campainha, os Aparás desincorporam. O comandante convida aos Doutrinadores para fazerem 3 Elevações em conjunto, inclusive as balizas e, em seguida, a Chave de Encerramento.
3.5. 0 Comandante pede aos Mestres Doutrinadores (Balizas) para aplicarem o Passe magnético nos pacientes, e os Doutrinadores nos Aparás, pergunta se todos estão bem, agradece aos pacientes, que serão retirados em seguida.

Observações:
·         Este Trabalho só poderá ser comandado pelo Mestre Presidente do Templo.
·         Os Pretos Velhos não recomendam.


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Procura-se um Adjunto de verdade

quarta-feira, 19 de abril de 2017 - 24 Comments


Procuro um Adjunto que aperte minha mão e olhe nos olhos, e que olhando assim possa sentir-me compreendido e seguro.

Procuro um Adjunto que visite seu povo, que de vez em quando encontre um tempinho para ir a minha casa tomar um café, perguntar como estou e me deixar uma “palhinha da Bênção”. Vocês sabem como é receber a visita do seu Adjunto? Puxa! Parece que estamos recebendo um presente do Pai. Que alegria sentir que aquele homem, que conduz todo um povo, encontrou dez minutos para um café lá em casa. Não precisa falar de doutrina, não precisa nem falar... Ah! Se estes homens soubessem o bem que nos fazem com coisas simples!

Um Adjunto sabe do seu povo, quem está em dificuldades, quem bebeu, quem se separou, quem está “sumido”. Às vezes o povo cresce tanto que é preciso ter regentes que tragam as informações e então... Telefona! Como é importante um telefonema do Adjunto... Ou, nos atuais tempos, um e-mail pessoal.

Nossa maior referencia doutrinária hoje, sem Tia Neiva, é nosso Adjunto! Um homem que não se envolve nos conflitos e só se preocupa com o trabalho espiritual, se preocupa com os componentes e sempre chama cada um pelo nome, nem que tenha que olhar a plaquinha para lembrar.

Um Adjunto nos orienta. É a “figura mais fácil do templo”. Pois está sempre presente e atento a cada movimentação. Jamais vira estrela ou tem síndrome de semi-deus. Nunca se afasta da energia que verdadeiramente o sustenta: Seu Povo! Lembra da INVOCAÇÃO DO ADJUNTO KOATAY 108: SENHOR, FAZE DESENCADEAR EM MIM A FORÇA VERDADEIRA DOS HUMILDES... Tia Neiva, em 5 de maio de 1978.

Procuro um Adjunto que lembre do seu juramento: “Resplandeça, sempre, a luz da caridade e do amor! Que a tolerância e a humildade encontrem acesso em todo o meu ser!”

Um Adjunto lembra-se da Lei, e sempre reserva um dia do mês para comandar pessoalmente todo o Retiro. Tia Neiva, 18 de fevereiro de 1979

Como ficamos felizes quando nosso Adjunto nos pede para fazer alguma coisa! Nos desdobramos para não decepcioná-lo! E não precisamos nos preocupar, pois nunca nos pedirá dinheiro. No máximo, auxílio para encontrar uma forma de obtê-lo, e sempre para benefício de todo o povo.

Pai Seta Branca em 30 de dezembro de 1978 registrou para os Adjuntos: Todo amor nesta marcha , neste NOVO AMANHECER, que depende de conheceres a ti mesmo, para melhor emitires a humildade, a tolerância e o amor, que é a Lei de tua regência. Todo o universo ouve o teu sagrado juramento, que fizeste com as seguintes palavras: Oh, fira-me quando o meu pensamento afastar-se de ti.

Tia Neiva em 17 de maio deste mesmo ano falava das obrigações do um Adjunto: Um Adjunto é um perfeito cavalheiro, respeitando a todos. Aprende a ser tolerante, mesmo diante da provocação dos seus colaboradores. Jamais se identifica falsamente com grosserias, fazendo-se de melhor, abusando de tua autoridade.

Um Adjunto não causa ansiedade nos componentes pelas ações de seu corpo, pelos pensamentos de sua mente ou por suas palavras.

Procuro um Adjunto... Eu tive um Adjunto de verdade!

RESPEITEM NOSSA DOUTRINA


Meus irmãos e irmãs,
Salve Deus!

Respeitar a Doutrina é conhecer, e recordar, a missão de Tia Neiva em trazer da Espiritualidade todo o Acervo que hoje nos permite cumprir uma missão perfeita, em sintonia com os ensinamentos de Jesus e amparada pela Corrente Indiana do Espaço.

Respeitar a Doutrina é recordar que dentro das Leis foram deixadas estaremos protegidos e “nem um fio de cabelo vos será tocado” (Pai Seta Branca).

Respeitar a Doutrina é não transigir com fanatismos e com falsos videntes, que acreditam ter um poder maior que o da Clarividente, e saem alterando trabalhos, criando expectativas e semeando ilusões.

Nossas Leis são perfeitas e garantem nossa proteção, afinal lidamos com espíritos e falanges poderosas, capazes de desestruturar nossas vidas e levar à falência nossa encarnação.

A Lei do Adjunto não foi implantada para alterar as Leis, mas sim para permitir que um Adjunto de Povo, e somente ele, possa avaliar as possibilidades na realização de um trabalho e assumir por completo a responsabilidade. Com o respaldo de tantas emissões em seu favor, teria a proteção necessária para suas decisões que visassem o atendimento de casos especiais... Casos Especiais! Jamais visando a alteração de um trabalho descrito nas Leis afirmadas pela Espiritualidade. E, volto a dizer: Somente o Adjunto!

Para respeitar a Doutrina é preciso conhecer e compartilhar o conhecimento. Mas o conhecimento real! A história de nossa Mãe Clarividente, as origens de nossa missão e de nosso Mentores, as Leis de nossos trabalhos e, principalmente, os ensinamentos de Jesus: Amor, humildade e tolerância!

Nossa Doutrina não é uma democracia, mas o tempo da tirania já passou! Somos totalmente livres e devemos ser conscientes de nossas possibilidades e também dos limites que garantem a proteção de nossa jornada missionária. Respeitar a Doutrina é respeitar a hierarquia, mas também respeitar a liberdade de todos e de cada um.


Tia Neiva também afirmava que “somente consegui trazer este acervo respeitando os horários”. Mas o tema dos horários será tratado em um próximo texto, será que a Espiritualidade está parada a nossa disposição, ou tem outros afazeres além de ficar gentilmente esperando nossa boa vontade?


Kazagrande

terça-feira, 18 de abril de 2017

O MINISTRO

terça-feira, 18 de abril de 2017 - 8 Comments

     Quem é um Ministro?     

O Ministro é uma Entidade de altíssima hierarquia, cuja assistência foi conquistada para nós, por Tia Neiva, ao recebermos a Consagração de Adjunto Koatay 108.

Diferente dos nossos mentores na linha dos Pretos Velhos ou Princesas, que atuam nos acompanhando em todos os momentos, o Ministro atua pela Lei Maior da Razão. Atende ao seu chamado de acordo com sua real sintonia.

Ao fazer uma prece, uma harmonização e sua emissão, você realmente tem que estar totalmente mediunizado, em total harmonia e devidamente concentrado na necessidade das forças que pode receber, para manipular em favor do próximo, ou até mesmo em seu favor. Somente atingindo este estado de concentração praticamente impecável, é que se “chega” até o Ministro!

Dispomos de nossas forças, alcançamos nosso Cavaleiro quando emitimos com – 0 –, recebemos a assistência de nossa Princesa, ou do Preto Velho, mas com o Ministro a conversa é diferente! Tem que merecer chegar até ele! Estar realmente em condições de ser recebido para dispor das forças que ele pode lhe enviar.

O próprio nome já diz “ministro”. Imagine o quanto de respaldo você necessita para poder chegar a falar com um Ministro do Governo, por exemplo!

Como Jaguares, Centuriões, médiuns preparados, temos todo o gabarito necessário que nos habilita chegar até esta Entidade, porém, existe um protocolo a ser atendido. Tem que ter um forte motivo e estar realmente em condições de “falar” com ele.

Ao realizar um trabalho onde se necessita da força decrescente do Ministro, tudo está em suas mãos! Mas sem sintonia, sem concentração, sem mediunização, não vai chegar até lá!

Ao receber a Consagração, onde se adquire o direto de invocar o Ministro pelo nome, e mais do que isso, de emitir como Adjunto usando o nome de seu Ministro, o mestre tem que estar consciente do tamanho desta responsabilidade! É preferível esperar para receber esta grandeza, do que ir em busca não estando apto a manipular.

Como já escrevi anteriormente: A Lei do Ministro é a Razão! Ele não tem tempo para perder com você! Tia Neiva, como Koatay 108, obteve este mérito para nós, agora somos nós que temos por fazer merecer, por avinhar esta Consagração valiosíssima.

Basta que você deixe de emitir, para que seu Ministro se afaste! Mesmo sem se afastar da Doutrina, se deixamos de lado nossa emissão e os trabalhos onde é necessária aquela força, não há porque o Ministro permanecer de honra e guarda de um Mestre que não utiliza o quê lhe é dado para dispor.

Ao retomar seus trabalhos, sua emissão, estando verdadeiramente consciente da necessidade destas energias, outro Ministro lhe é designado, usando a mesma roupagem e nome, pois o primeiro que recebeu já está acompanhando outro que verdadeiramente está necessitando e merecendo.

Não tem nenhuma outra conseqüência grave. Apenas perdemos um valioso tempo, que teremos que recuperar e fazer por merecer a nova assistência, sabendo conservar e respeitar toda grandeza depositada em nossas mãos.

Mestre, e as Ninfas? Não tem Ministro?

O Ministro que rege a Ninfa é o Ministro do seu Mestre! É a ele que ela se refere ao emitir “levando os poderes de seu mestre”. Muitas vezes é a Ninfa que mantém o Ministro “original” próximo do Mestre que recebeu a Consagração, evitando, por sua dedicação e amor, que ele se afaste.

As Princesas de Falange Missionária estão no patamar hierárquico correspondente a um Ministro.

Kazagrande

O teu sacerdócio é o teu Oráculo! Quando você entra para um Adjunto, você deposita sua herança transcendental nas mãos de um Ministro, que passa a lhe reger. Não deve ser tão fácil você tomar daquele Ministro o que você depositou e dar a outro Ministro. Alguma coisa não fica boa naquela contagem. O Ministro gastou muito com você ou você gastou muito, confiado no seu Ministro. Você se esquece. Porém, o Ministro não! 
Tia Neiva, em 17 de maio de 1984

Um Adjunto é um Sétimo Raio de seu Ministro. 
Tia Neiva, 1º de maio de 1985

Escravizar Sentimentos


Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Uma das recomendações maiores, e que inclusive faz parte de nossos compromissos espirituais, é “não escravizar sentimentos”.

Os médiuns, quando no uso de suas faculdades mediúnicas, normalmente são vistos como seres especiais, pois refletem a Luz de seus Mentores. Os pacientes, ainda sem o conhecimento no que tange a esta Luz, tendem invariavelmente a demonstrar uma fascinação por aqueles que o atenderam.

É preciso muito cuidado para jamais se aproveitar desta fascinação quando fora dos trabalhos e procurados pelos pacientes. Fora da mediunização tendemos a demonstrar nossas opiniões pessoais, nossas crendices e suposições, que podem se tornar objeto de escravidão dos sentimentos alheios.

Ao refletirmos a Luz de nossos Mentores as pessoas encontram em nosso olhar a paz que precisam para suas vidas! Eles também desejam ter esta paz, e muitas vezes nós mesmos ainda não a possuímos em nossas vidas cotidianas.

Por isso o grande cuidado: Jamais escravizar os sentimentos dos que nos cercam! Jamais permitir que acreditem que nossas vidas são perfeitas e que se eles nos seguirem, acreditando em tudo que dizemos em nossas personalidades, poderão ser felizes.

Em nossa vida “fora do Templo”, nos momentos em que inspirados, ou intuídos, proferimos grandes lições de vida, este fascínio igualmente pode ser despertado, gerando uma legião de “fãs” de nossas palavras.

É preciso ter humildade, abandonar o orgulho e a vaidade e assumir que também somos seres encarnados passando pelas mesmas dificuldades de todos os humanos. Nossa conduta deve sim despertar a atenção daqueles que procuram uma maneira de encaminhar suas vidas e energias, mas nós não podemos nos acreditar como “exemplos” se ainda nos falta tanto em amor, humildade e tolerância.

A decepção, e, por vezes, a raiva e ódio, podem nascer após a constatação que somos iguais. Que nossa diferença está no caminho evolutivo que encontramos e tentamos trilhar, mas que ainda falhamos, erramos e tantas vezes frustramos quem nos observa.

Por isso é preciso libertar a todos! Deixar claro que somos pessoas comuns, com as mesmas dificuldades cotidianas, os mesmos atropelos, paixões, reajustes e cobranças. A diferença ocorre quando estamos em sintonia, pois neste instante buscamos a Luz Espiritual para ser compartilhada por nós. Luz que ainda não é nossa, mas que faz parte do caminho que escolhemos seguir.

Como sempre...: Nosso padrão vibratório é nossa sentença! Tia Neiva


Kazagrande

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ser FELIZ na Doutrina

segunda-feira, 17 de abril de 2017 - 1 Comment


A melhor religião é aquela em que você se sente bem! Aquela que lhe proporciona a alegria em poder servir e que traz uma sensação de conforto, bem estar e real utilidade, ao ser professada na prática.

A Doutrina do Amanhecer não deve intitular-se “religião”, embora, se observarmos o real sentido da palavra (religião= religar-se com Deus), indubitavelmente teríamos o elemento fundamental para tanto. Porém somos uma “ciência espiritualista”, onde a fé e a ciência se interligam, trazendo explicações plausíveis para os fenômenos da mediunidade.

Tudo em nossa Doutrina deve ter explicação coerente e jamais o misticismo, e o maléfico fanatismo, podem pautar qualquer resposta a uma pergunta doutrinária.

Por isso sou feliz em nossa Doutrina! Em tantos anos de caminhada jamais fiquei sem uma resposta coerente e embasada, e principalmente nada que venha agredir nossa inteligência. Fé! Mas com a explicação e coerência que somente a ciência pode proporcionar.

Vejo com tristeza aqueles que insistem em considerar a obra de Tia Neiva, e dos Mentores que a acompanharam, incompleta. Alguns chegam ao cúmulo da audácia perpetrando conceitos longe de qualquer base doutrinária, e... não são felizes! Vivem com suas vidas desequilibradas, embarcam em falsas promessas e seguem na mediocridade que a vaidade proporciona.

É preciso ser feliz! Temos tudo em nossas mãos e, principalmente, a nossa escolha! Somos livres! O livre-arbítrio, lei máxima da Luz, permite que possamos escolher como melhor servir, e onde servir! Ser feliz é chegar ao Templo com alegria e procurar onde ser útil, em acordo com a necessidade do momento e de sua própria sintonia. Ser feliz não é atender ao homem, mas sim atender à Espiritualidade!

E é tão fácil verificar se estamos fazendo as coisas direito: basta avaliar se estamos felizes! O Pai não deseja trazer servidão e muito menos escravizar sentimentos! Nossos Mentores desejam que a consciência desperta de cada um possa trazer esta alegria em servir, sem pressão, sem exigências, mas com amor, com boa vontade, com real felicidade!

Não é apenas perguntar “onde posso servir melhor?”, mas também “como poderei servir melhor?”, e sempre serviremos melhor avaliando o quanto estamos dispostos a trabalhar e quanto amor estaremos colocando em nossa energia emitida.

Sejamos então felizes em nossa Doutrina! Atendendo à Espiritualidade e servindo onde nosso coração indica e a mente avaliza: Cura e Sabedoria! Sem fanatismos, sem falsas promessas, sem falsos profetas. Não sigamos os infelizes, aliás... Não sigamos homens! Somente a Luz que nos traz a Paz!

Kazagrande


domingo, 16 de abril de 2017

Páscoa Doutrinária

domingo, 16 de abril de 2017 - 0 Comments


Em nossa Doutrina respeitamos as tradições católicas, assim nos ensinou Mãe Yara. Não temos o simbolismo da libertação dos hebreus da escravidão, que marca a Páscoa entre estes povos e nosso conceito a respeito da ressurreição é diferente, pois entendemos que Jesus não ressuscitou em um corpo físico, quebrando as leis físicas deste plano, mas sim apresentou-se em uma maneira mais densa de seu corpo espiritual. Não era preciso quebrar esta lei física para afirmar seu conceito de missionário, pois sua encarnação foi um planejamento cósmico que ultrapassa até mesmo qualquer milagre realizado, e sua mensagem de amor e perdão tornou-se eterna na nova tônica nascida naquela era.

Claro que nosso conhecimento, a respeito da Espiritualidade, não invalida a Festa da Páscoa, se nos atermos ao belo simbolismo da libertação e da renovação! É natural e saudável que desfrutemos com nossos familiares um dia dedicado a lembrança da grande esperança trazida por Jesus.

Estar ao lado da família, compartilhar sentimentos e até mesmo permitir que a fantasia do “coelho da páscoa” esteja presente neste momento de união e reunião, faz parte de nosso equilíbrio e consciência da jornada física e seus reajustes.

Porém não esqueçamos que o verdadeiro equilíbrio inclui o lado espiritual! Aproveitemos para falar das mensagens de Jesus, para recordar um pouco de seu Evangelho e, quem sabe, aproveitar este momento de padrão vibracional elevado para semear um pouco do grande amor que recebemos de nossos Mentores, e do perdão que tanto faz falta aos corações ainda endurecidos.

Libertação, esperança, renovação, amor e perdão! E se possível... um pouco de chocolate!

Feliz Páscoa!

Kazagrande

sábado, 15 de abril de 2017

Dia de Malhar o Judas

sábado, 15 de abril de 2017 - 1 Comment


Nos relatos bíblicos, Judas Iscariotes, que integrava o grupo de apóstolos de Jesus, foi o responsável por entregar Cristo aos soldados que o levaram para ser crucificado. Judas indicou Jesus com um beijo no rosto. Pela traição, o apóstolo recebeu 30 moedas de ouro. A passagem bíblica marca um dos maiores casos de traição da história da humanidade e, por isso, faz os cristãos, anos após ano, reviverem a cena.

Apesar da prática de “malhar o Judas” ser totalmente divergente dos ensinamentos de Jesus, que pregavam o perdão acima de tudo, muitos ainda mantém esta atitude nefasta, talvez como forma de extravasar suas próprias frustrações com as traições já vivenciadas.

Tia Neiva, certa vez, comentou sobre isso, pois alguns dos meninos do orfanato, seguindo as tradições de suas famílias, queriam “fazer um Judas e dar cabo dele”. Com muita paciência e explicações próprias para crianças, impediu tal ato.

Para os médiuns, no momento propício falou sobre Judas também:

Meus filhos, este espírito, Judas, até hoje, quando se aproxima a Semana Santa, é colocado em uma redoma de proteção, encapsulado, para não sofrer com as terríveis vibrações emitidas pelos encarnados na Terra. É um espírito evoluído, cumpriu um triste papel, mas sequer pôde encarnar novamente, pois as vibrações são muito intensas. Até mesmo agora, em espírito, estas vibrações poderiam enlouquece-lo, por isso a Espiritualidade o protege em especial nesta data.

Tia também deixou por escrito, em 27 de abril de 1.983 a seguinte passagem tratando de Judas:

Naquele instante comecei a pensar, começaram a passar por minha cabeça as imagens de Judas, que vendeu Jesus por trinta dinheiros. No entanto Mãe Yara, alheia aos meus pensamentos, continuava a sua narração. Judas não foi um traidor, foi sim um supersticioso. Na sua incompreensão, acreditou ser Jesus um ser político. Judas tivera grandes oportunidades de conhecer Jesus, pois o acompanhava desde a sua chegada do Tibet. Nesse período como nos já esclarecera Mãe Yara anteriormente, Jesus passou dos 12 aos 30 anos nos Himalaias, para onde fora levado com a permissão de Maria e José seus pais. Lá Ele fora iniciar-se junto às Legiões em Deus Pai Todo Poderoso e formar o que hoje conhecemos por Sistema Crístico, nos mundos etéricos. De lá Ele voltaria para o início da sua tarefa doutrinária evangélica. Foi quando Jesus chamou aqueles humildes pescadores para serem pescadores de almas. E que viriam a ser em número de doze, estando Judas entre os escolhidos; junto a Jesus, Judas sofrera humilhações nas sinagogas, quando os Rabinos voltaram às costas para Ele… Enfim, quantas lições recebidas…Fenômenos testemunhados…Mas só os pobres e os miseráveis o conheciam analisava Judas em sua incompreensão, já cansado das perseguições daquela época, e pensando que ao forçar um confronto entre Jesus e os homens que o perseguiam, Jesus com um simples olhar colocaria por terra toda aquela gente. Pensava assim força-lo a usar os seus poderes e ser realmente o rei do mundo. Lembrou-se também de quando foram convidados por Jesus para o acompanharem e que o dia estava ruim para pescar, e o amado Mestre atirando a rede sobre as águas e a trazendo cheia de peixes. Enfim, Judas não acreditaria que o Grande Mestre passaria por todas aquelas humilhações. Porém, não foi assim: o que viu foi Jesus ser amarrado e a pontapés ser levado à presença de Pôncio Pilatos… Não foi remorso, foi um grande arrependimento, uma grande dor, de não haver compreendido a grande missão de Jesus que o levou, chorando, pensando, a enforcar-se. Formou-se um temporal, o céu escureceu como escureceu a sua alma. Porque vamos rir, festejar a sua grande desgraça? (Tia Neiva em 27/04/1983).

Creio que nada resta a comentar sobre este fato. Algumas vezes vemos relatos  de que “fulano foi Judas”, e até cheguei a ler uma postagem de um mestre que se intitulava o Judas reencarnado... Salve Deus! Fica claro que pelos olhos que Tia Neiva jurou a bem da verdade:  Judas não reencarnou.

Kazagrande


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