terça-feira, 10 de janeiro de 2017

As Cartas da Iniciação - NOVO


A maior luta dentro de nossa existência física é contra nós mesmos.
O mais perfeito juiz é o juiz de si próprio.

Na contagem de Cartas das aulas para Iniciação Dharma Oxinto observamos claramente que o objetivo exposto é despertar nossa consciência. Despertar nossa consciência para vivermos dentro do Evangelho é o verdadeiro passo para a evolução espiritual e para sermos considerados Iniciados. Nestas cartas não se fala dos trabalhos que poderemos executar ou das diferenças que existirão a partir da conquista da Iniciação. Elas foram escolhidas para este despertar. Vamos recordar um pouco:

A carta da primeira aula é “Biografia do Doutrinador”. Um verdadeiro poema mediúnico, onde Tia tenta despertar a emoção de sua caminhada e espera contagiar aos que lerem. Relata uma saudade, um aperto no peito, que ela descobre ser a felicidade pela concretização de sua obra. Em 1981, 21 anos do início da missão no Vale do Amanhecer, e comovida ela relembra: “legiões de espíritos foram encaminhados pra o Céu; legiões de espíritos trabalham comigo na Terra”.

Na segunda carta, “O que é o Apará”, novamente em uma linguagem poética, Tia Neiva compara a missão do Apará à missão de Nossa Senhora que aparecia nos porões dos navios negreiros para acalentar a dor e trazer a esperança.

Já na terceira, e última carta, a “Mensagem Aluxã” fala do exemplo dos lírios, que nascem no lodo e ainda assim perfumam as mãos de quem os colhem. Um alerta, um despertar profundo para a necessidade de abandonar os julgamentos, de deixar de lado as fofocas e abandonar conflitos que só trazem dor.

Como podemos ver, nada a respeito dos trabalhos e conquistas, apenas o despertar da emoção nas duas primeiras cartas e o caminho claramente apontado na terceira. Nossa Doutrina é tão simples! Repleta de detalhes, rituais, roupas especiais, mas ao mesmo tão simples nos seus ensinamentos. Basta amar! Basta deixar de julgar e ter mais paciência, menos agressividade! A responsabilidade está em nossa consciência e a felicidade passível de ser construída no dia a dia.

Questionar faz parte de nosso espírito inquieto, mas julgar e despejar vibrações negativas resolverá alguma coisa? Guardemos nossos questionamentos para avaliar nossa própria conduta e passemos a “consertar nós mesmos”. É mais sensato afastar-se do que nos afeta negativamente, do que criticar e emitir uma energia que inevitavelmente fará mal primeiramente a nós mesmos.

Talvez seja hora de reler as primeiras três cartas que recebemos na Doutrina e encontrar TUDO que precisamos para ser feliz dentro dela.


Um fraterno abraço, Kazagrande

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