quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A Doutrina que eu acredito


A doutrina que eu sigo chama-se “Doutrina do Amanhecer”. É auspiciada pela Corrente Indiana do Espaço e foi trazida diretamente dos Planos Espirituais pela Clarividente Tia Neiva, em conjunto com Pai Seta Branca!

Pai Seta Branca é um espírito de Alta Hierarquia espiritual. Comprovadamente foi São Francisco de Assis e também um Cacique Tupinambá que viveu na região onde hoje está o oriente boliviano, e semeou a paz entre invasores e invadidos.

Tia Neiva entregou seus olhos à verdade e renovava todos os dias seu juramento, pedindo a Jesus que os arrancasse se estivesse fora de suas Leis. Trouxe à luz do conhecimento humano a mediunidade do Doutrinador, que até então sofria por não ter sua compreensão.

Sou um Doutrinador! Fiz um juramento também! Meu juramento, no Castelo de Iniciação, foi perante Pai Seta Branca. Houve homens como testemunhas, mas eram apenas testemunhas.

Jurei: “O gume desta espada apontada a meu peito é a demonstração viva do que te posso dar! Fira-me se meu pensamento afastar-se de Ti”.

Sim, já errei, bastante! Também demorei bastante para entender a essência desta Doutrina que salvou minha encarnação!

Por isso sempre lutei pelo esclarecimento, semeei o conhecimento que posso ter adquirido e que demorei para poder compreender. Por isso escrevo de maneira mais simples e sem o tradicional linguajar culto das escritas espiritualistas.

Está é a minha Doutrina, esta é a minha jornada!

Escrever é a pequena missão que por ora me é confiada e com isso sou feliz! Não preciso do poder temporal. Aprendi duramente que o orgulho e a vaidade são irmãos do poder.

Embora a Doutrina não apresente um “código moral” que interfira em sua vida pessoal, o conhecimento dos princípios Crísticos nos dá um norte traduzido em três palavras: Amor, Humildade e Tolerância.

Amor: Amor incondicional! Que determina nossa capacidade de amar sem cobranças, sem impor condições para que nosso amor seja distribuído pela humanidade. “Amar ao anjo e ao demônio, porém sabendo distinguir as duas forças”. “Ser manso como a pomba e sagaz como a serpente”.

Humildade: Humildade de tratamento! Conquistar pelo comportamento e não pelas imposições. Jamais humilhar a ninguém, e tão pouco permitir ser humilhado. Ser humilde é saber tratar o próximo.

Tolerância: Tolerância de convivência! Convivência! Não conivência!

Nossas reações à injustiça, aos desmandos, às humilhações, deverão sempre estar pautadas pela análise dos segredos que desvendamos no convívio com a Espiritualidade. Observamos sempre os dois lados: físico e espiritual! Somente com a precisão do conhecimento dos planos que interagem nos Karmas é que podemos ter a medida certa de nossas reações.

Mestre, como agir frente à injustiça, aos desmandos e às humilhações? (Aguardem o texto de amanhã).


Kazagrande

6 comentários:

Salve Deus meu Mestre, obrigado por este texto.
Muito, muito, muito bom

Salve Deus meu irmão, sábias colocações doutrinárias, acervo de luz que cultivas em seu plexo iniciático. Mestres ensinando Mestres, pela missão que nos foi confiada. Graças a Deus

Obrg Mestre por estas palavras, mas a verdade é que ás vezes nós Ninfas de Branco e a dar os 1ºs passos ,mtas vezes não fazemos os rituais sempre corretos e o que eu posso verificar é que o Templo que eu frequento a maior parte das vezes não somos tratadas com Humildade, Tolerancia e Compreensão, olham e falam para nós como se fossemos escravas, sem respeitarem o nosso livre abitrio

Salve deus mestre
Sou apará do templo NUMAN
e agradeço pelas sabias palavras que por
No dia a dia tão corriqueiro acalma meu coração.

És um farol neste universo ! Salve Deus!

Salve Deus, Kazagrande! A nossa doutrina, por ser muito pragmática, penso eu que careça de um movimento codificador; de um registro perene de todo o conhecimento que por ali circula. Digo isso porque, apesar de ser jaguar, devo a minha formação ao kardecismo. E ainda tenho alguns cacoetes da doutrina de Allan. E afirmo por experiência de causa, o conhecimento também pode ser desobsediador. E você, mestre, tem ajudado não só a difundir esse conhecimento de nossa doutrina como também a desanuvia-lo. E talvez essa sua missão seja desempenhada na hora precisa, em tempos de cismas, quando mais se faz sentir a necessidade de reafirmar a identidade de nosso povo guerreiro. Deus te pague por toda essa caridade. Bruno Sobreira - Patário/Crato-CE

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