terça-feira, 18 de abril de 2017

Escravizar Sentimentos


Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Uma das recomendações maiores, e que inclusive faz parte de nossos compromissos espirituais, é “não escravizar sentimentos”.

Os médiuns, quando no uso de suas faculdades mediúnicas, normalmente são vistos como seres especiais, pois refletem a Luz de seus Mentores. Os pacientes, ainda sem o conhecimento no que tange a esta Luz, tendem invariavelmente a demonstrar uma fascinação por aqueles que o atenderam.

É preciso muito cuidado para jamais se aproveitar desta fascinação quando fora dos trabalhos e procurados pelos pacientes. Fora da mediunização tendemos a demonstrar nossas opiniões pessoais, nossas crendices e suposições, que podem se tornar objeto de escravidão dos sentimentos alheios.

Ao refletirmos a Luz de nossos Mentores as pessoas encontram em nosso olhar a paz que precisam para suas vidas! Eles também desejam ter esta paz, e muitas vezes nós mesmos ainda não a possuímos em nossas vidas cotidianas.

Por isso o grande cuidado: Jamais escravizar os sentimentos dos que nos cercam! Jamais permitir que acreditem que nossas vidas são perfeitas e que se eles nos seguirem, acreditando em tudo que dizemos em nossas personalidades, poderão ser felizes.

Em nossa vida “fora do Templo”, nos momentos em que inspirados, ou intuídos, proferimos grandes lições de vida, este fascínio igualmente pode ser despertado, gerando uma legião de “fãs” de nossas palavras.

É preciso ter humildade, abandonar o orgulho e a vaidade e assumir que também somos seres encarnados passando pelas mesmas dificuldades de todos os humanos. Nossa conduta deve sim despertar a atenção daqueles que procuram uma maneira de encaminhar suas vidas e energias, mas nós não podemos nos acreditar como “exemplos” se ainda nos falta tanto em amor, humildade e tolerância.

A decepção, e, por vezes, a raiva e ódio, podem nascer após a constatação que somos iguais. Que nossa diferença está no caminho evolutivo que encontramos e tentamos trilhar, mas que ainda falhamos, erramos e tantas vezes frustramos quem nos observa.

Por isso é preciso libertar a todos! Deixar claro que somos pessoas comuns, com as mesmas dificuldades cotidianas, os mesmos atropelos, paixões, reajustes e cobranças. A diferença ocorre quando estamos em sintonia, pois neste instante buscamos a Luz Espiritual para ser compartilhada por nós. Luz que ainda não é nossa, mas que faz parte do caminho que escolhemos seguir.

Como sempre...: Nosso padrão vibratório é nossa sentença! Tia Neiva


Kazagrande

4 comentários:

Obrigada, jaguar. Eis uma excelente reflexão que nos serve de alerta. Vivemos numa sociedade carente de amor e atenção, por isso temos que tomar cuidado para não desenvolvermos relações obsessivas de codependência. Muitas vezes, no afã de auxiliar, tomamos a responsabilidade alheia na resolução de problemas cármicos que não nos diz respeito. Nesse sentido, tem uma frase de Joanna de Ângelis que gosto muito: "Ama sempre, mas não te permitas relacionamentos conflituosos sob a justificativa de que tens a missão de salvar o outro, porque ninguém é capaz de tornar feliz aquele que a si mesmo se recusa a alegria de ser pleno".

Salve Deus mestre Kazagrande...seus ensinamentos sempre nos Ajudando.Grata!

Salve Deus Mestre... Que pai Seta Branca te abençoe mais e mais!!!

Salve Deus Mestre...
Q pai Seta Branca te abençoe mais e mais!

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