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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MENSAGEM DE UM AMIGO RECÉM-DESENCARNADO

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 - 10 Comments

 

“Eu estava distraída quando percebi a chegada de um amigo, de uma pessoa que passou aqui pelo Vale e que teve apenas dois ou três contatos comigo.

- Ó, Tia, que bom lhe ver! Depois de tanto tempo, Tia, só agora me é possível  ouvi-la. Passei muitos dias sentindo a sua presença, o seu amor,  porém sem vê-la. Por quê, Tia?

- Porque você está em um plano e eu estou em outro!

- Mas o seu plano não é Universal, Tia? A senhora não é clarividente? Os clarividentes não penetram até a terceira dimensão?

- Sim, meu filho - falei - a minha “transvisão” ultrapassa realmente as barreiras, mesmo as ditas intransponíveis...

- Tia querida, está me ouvindo, e isto é tudo! Como é bom lhe ver e lhe ouvir. A senhora sabe de tudo que aconteceu comigo!...

- Não, meu filho, muitas vezes participo de tudo, vou ao socorro dos enfermos e, quando volto ao corpo, não desperto, a não ser em casos que exigem seguidamente minha presença. O que aconteceu com você é um caso demasiadamente comum e, graças a Deus, não houve necessidade para me despertar, despertar a minha mente quando volto ao corpo.

- Preciso desabafar, querida Tia. Preciso lhe contar toda a minha trajetória.

- Eu sei, meu filho, que vai lhe fazer muito bem. Está na mente dos Doutrinadores e médiuns Aparás (sensitivos). Salve Deus, meu filho! Pode começar. Tire os últimos resíduos da Terra, e que neste instante seja levado até aos Encantados e entregue aos Iniciados o mantra de sua vida!

- Salve Deus, Tia! Foi tudo tão maravilhoso... Eu estava com aquele problema cardíaco que a senhora sabia quando fui lhe consultar. Mal me punha de pé, estava sempre seguro no ombro de Dulce, me equilibrando das tonteiras e com pontadas dolorosas na coluna.

A senhora, para me aliviar, me disse que eu nada tinha, que era um problema espiritual, muita mediunidade incubada, e me mandou falar com Pai Jacó.

Pai Jacó me disse palavras de conforto, belas palavras, e depois me disse que meu caso era de internamento.

Fiquei três dias na pensão do Edivaldo, de quarta-feira a sábado. No sábado, fui procurar Pai Jacó e ele novamente me falou que meu problema era espiritual e que na freqüência dos meus Retiros haviam se libertado três elítrios.

E, realmente, eu já caminhava sozinho, vinha buscar minha água de Pai Seta Branca, e subia sozinho até a pensão do Edivaldo. Recebi muito carinho do Alencar, palestrei com o Eurides. Ele me contou como veio parar aqui no Vale do Amanhecer e da sua dedicação à senhora, também.

Estranhei a atitude de Pai Jacó em me mandar de volta ao hospital, porque eu estava tão bem como nunca. Dulce, minha companheira,  estava satisfeita, pois nunca me vira tão bem como eu estava me sentindo.

Os dias que permaneci aqui no Vale me abriram uma nova perspectiva. Comecei a me preocupar com as coisas que não havia feito, com as oportunidades que tive em mãos para fazer o Bem e, no entanto, deixei de fazê-lo!

Graças a Deus, nunca fiz mal a ninguém. Sim, conscientemente, nunca fiz mal a ninguém. Senti que era outro homem, com novas forças, com as forças do Bem brotando dentro do meu coração!

Comecei, então, a pensar na morte como um alívio. Lembrei-me de que eu e Dulce, minha mulher, nunca tivemos um filho e nunca tive coragem para adotar uma criança, o que era o grande desejo de Dulce. Lembrei-me, também, de uma mulatinha, uma mulherzinha que havia se prostituído e fizera tudo para nos dar uma filhinha, e eu não aceitei. Dulce chorou muito por causa de minha intransigência. Com a minha doença, ela se dedicou inteiramente a mim.

Porém, senti que a havia magoado, pois ela apegou-se à família e queria sempre voltar para o Rio. Eu era um sargento reformado. Senti que minha missão com a família de Dulce já havia terminado. Depois de minha permanência no Vale eu pensava que, com a minha morte, Dulce voltaria para o seio de sua família, e tudo ficaria bem.

Comecei a ver o meu egoísmo: ficava bom para ela, como aconteceu realmente!

Seguindo as palavras de Pai Jacó, embora sem saber a razão de me internar pois me sentia tão bem, saí no domingo do Vale e fui para casa. Comecei a passar mal. Foi horrível, só tendo alívio quando sentia a presença de Pai Jacó ou tomando a água de Pai Seta Branca. De segunda para terça eu me internei no Hospital das Forças Armadas.

Ah, Tia, que beleza! Foi tudo tão fácil! Senti uma forte dor na nuca, que foi se acentuando, e, por  último, uma dor no peito. Eu fui ficando leve, leve, leve... Comecei a fazer força para me deitar. Pensei: estou no Vale do Amanhecer. Comecei a mentalizar aquela confusão, enquanto me sentia cada vez mais leve, até que ouvi minha mulher chamando a enfermeira, dizendo: ele está morrendo, ele está morrendo!...

Não sei por quanto tempo ouvi essas palavras de desespero. Comecei a ter medo, até que entrei em transe. Naturalmente, a minha mente entrou no nível etérico, onde fui prestar as contas com o meu corpo. Eu, que até então estava leve, comecei novamente a pesar, sentindo o calor dos fluídos maléficos do meu corpo.

Comecei, então, a me lembrar dos trabalhos de Pai Jacó. E o que poderia estar acontecendo comigo? Comecei a me ver andando para a pensão do Edivaldo, com uma garrafa de água fluidificada, ouvindo Pai Jacó me dizer: “Você já perdeu muito tempo... Vá para o hospital se tratar e venha fazer a caridade!” 

Pensava no jovem aparelho de Pai Jacó (Gomes), que já havia feito tanta caridade. No entanto, eu, com 58 anos, nada fizera! Tudo era suave, como se nada de mais houvera acontecido. E as visões foram se apagando. Por mais que fizesse força, nada via e nada sentia, nem mesmo dores que me dessem algum sinal do que estava acontecendo. Era como se estivesse dentro de um avião parado no espaço. Não tenho noção de quanto tempo durou esta operação. E quando me vi em outra situação, numa rica e hospitaleira mansão, estava sozinho, inteiramente sozinho!

Estava envolvido por uma grossa neblina, a poucos passos de mim, num ambiente todo coberto por uma luz lilás, cuja intensidade variava de conformidade com minha mente. Não tenho noção do tempo.

De repente, alguém me chamou pelo nome. Importante: não era o meu nome, porém eu sabia que era eu! Um nome completamente diferente. Começaram os primeiros fenômenos. Enquanto esse homem falava (a voz era masculina), a névoa ia se desmanchando, clareando, passando do lilás escuro para lilás mais claro. O som de belíssimos sermões mântricos foi firmando minha mente no encanto daquelas palavras. Senti balançar o meu corpo de coisas que havia feito. De quando em vez pensava estar sonhando um lindo sonho. De quando em vez, voltava à realidade. Ora sentia saudade, ora sentia desejos de vícios diversos.

A paisagem mudava de acordo com meus pensamentos. Fui, então, me conscientizando dos fatos. O sermão continuava, dizendo coisas de que nunca me esqueci: “Homens endurecidos! Penetrem em seus corações e examinem as suas consciências. Vejam o que é possível fazer. Permanecerão sete dias dentro das suas próprias consciências. Não terão desejos. Depois, então, voltarão com as suas mentes à Terra e de lá partirão para onde lhes aprouver.”

Fiz um esforço muito grande querendo dizer: Onde estou? Qual é a minha condição? Mas minha voz não saía. Porém, tive resposta: “Terás que permanecer aqui ainda por mais noventa e seis horas. Dentro de ti entenderás melhor. O Homem vive na Terra a volúpia dos seus dias... Sua única preocupação é com sua própria segurança material, esquecendo-se da verdadeira missão, do que foi fazer realmente. Na Terra, o Homem vem para restituir o que destruiu. O Homem não tem forças para chegar aos mundos superiores enquanto sua mente estiver sob o peso da destruição que causou!”

De fato, Tia, tentei me levantar de Pedra Branca, de onde estava, mas acredito que nem o super-homem o conseguiria. Foi então que me passaram pela mente minhas faltas, na concentração daqueles dias. Senti imensa frustração pelo que havia feito. Interessante, Tia, que eu não senti tanto pelo que fiz, mas, sim, pelo que deixei de fazer. Quantas pessoas a quem deixei de ajudar, e as quais desprezei!

Ia deixar, agora, a Pedra Branca, porque foram sete dias dentro de mim mesmo. Em todas as minhas orações me lembrava de Pai Jacó e de seu aparelho; a todo instante tinha a impressão que ele chegava ali. Durante estes sete dias, ninguém vi e nada senti. Somente tinha respostas do que eu pensava.

Lembrei-me, também, da minha pobre Dulce. Tudo isso, porém, eram lembranças longínquas. Minha preocupação era, realmente, com as coisas que não fizera, que passaram por mim e eu deixara de fazer.  Lembrei de José, um subalterno que teve tanta necessidade de mim e a quem não ajudei, por quem nada quis fazer.

Eis que chegou a hora de sai dali. De repente, tudo se modificou: achei-me numa grande rodoviária, iluminada pelo mesmo clarão lilás. Vi saírem pessoas com diversos destinos, sem saber para onde.

Foi quando ouvi uma voz de comando superior ao nosso plano ali: “Destino para a Terra! Equilibrem-se para a viagem!” Levei o meu pensamento imediatamente ao Vale do Amanhecer. A voz de comando avisou a chegada na Terra.

Cheguei pela manhã, Salve Deus! Parecia que havia chovido, porém, Tia, não tenho muita certeza. Comecei a enxergar com dificuldade e as coisas mudavam conforme meus pensamentos. Mudavam, porém nunca saiam daquele lilás baço, mais claro ou mais escuro. Senti muita saudade e pelejava para saber quem era eu realmente.  Se alguém perguntasse meu nome, passaria vexame, pois não sabia!

Ouvi tocar a sirene e me lembrei de Edivaldo. Fui até lá, mas não enxergava direito. Ele passou por perto de mim e segurei o seu braço, balbuciando alguma coisa. Ele não me atendeu. Tocou a sirene outra vez. Eu voltei e entrei no Templo, indo parar na mesa branca.

Enxerguei luzes, muitas luzes, que desapareceram de repente, ficando novamente a luz lilás. Olhei aqueles médiuns ali sentados e não vi Pai Jacó. E antes que pensasse, senti um forte safanão e fui atirado em um aparelho, um homem. 

Comecei a chorar com todas as minhas forças. Meu Deus! Onde estou, para onde irei? - pensava. Essas perguntas me torturavam e fiquei irritado. Dei um grito. Um Doutrinador me explicou: “Que tens, irmão? Calma! Este corpo não é seu. Comporte-se direito...” Senti uma grande vergonha e voltei a chorar.

O Doutrinador continuou: “Quando estavas neste mundo, nada fazias. Agora, precisas saber que este corpo não é teu.” Quis dizer: Pai Jacó me proteja, pelo amor de Deus! Então, me aconteceu um fenômeno: Ouvi Pai Jacó me dizendo: “Filho, estás com Deus! Se receberes a doutrina desses médiuns, que estão te dando esta oportunidade, partirás para outros mundos!”

Aquelas palavras foram caindo em mim como o orvalho cai sobre a flor. Pai Jacó, meu paizinho, não me desampare! Enquanto eu me preparava, o médium se contraía pelos maus fluidos da desencarnação recente, que hoje eu entendo tão bem! De repente, me desprendi dos meus benfeitores e passei pelo processo da verdadeira desintegração. Fui jogado para uma estufa que se ligava aos meus benfeitores. Saí e, então, avistei uma cidade diante de meus olhos. Foi quando me dei conta de que havia morrido! Comecei a sentir saudade de minha pobre Dulce e a me preocupar.

Não sei por quanto tempo durou esta situação. Fui internado em um hospital e lá começaram meus conflitos. Ficava a olhar tudo quanto podia ver, maravilhado, porém com uma angústia terrível.

Sofria profunda insatisfação ou a falta de algo, de alguma cousa que deixara de fazer. Pensei que sentia falta da Dulce. Pedi ao meu Mentor que me levasse até onde ela estava, e fui. Porém, me senti tão inútil! Perseguiam-me as recordações do cabo José, da criança que eu deixara de adotar...

Pedi ao meu Mentor que me desse uma nova missão, porque aquela já estava perdida. Pedi para voltar imediatamente.

Estava de volta quando me deparei com o cabo José no mesmo plano meu. Fui correndo ao encontro dele, chamando-o como um desesperado, e, por duas vezes, ele virou-me o rosto! Continuei e parei à sua frente dizendo: “Não sabia que você havia morrido!” “Como? Como não sabia? Eu lhe havia dito que estava com pneumonia e precisava de um internamento. O senhor me virou as costas e, ainda mais, mandou que eu seguisse em frente! Não agüentei, e uma forte hemoptise me fez cair ali mesmo, esvaindo-me em sangue.”

Meu Deus! Caí de joelhos diante do cabo, pedindo-lhe perdão. Oh, Tia Neiva, foi horrível! Ele virou-me as costas e desapareceu numa fila enorme. Meu Deus! Não fui apenas malvado, porém muito pior, fui desumano, não existindo amor em meu coração. E aqui estou, sofrendo angústias e frustrações pela missão perdida.

Fui ao Ministro pedir uma nova oportunidade para voltar à Terra, e foi mais um vexame por que passei. Os Mentores me negaram, dizendo que ficaria para resolver o que realmente me restava fazer!”

Tia Neiva, 30 de novembro de 1975

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Espiritualidade sempre presente

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013 - 9 Comments



O INÍCIO DE UMA NOVA JORNADA

Meus irmãos e minhas irmãs, Salve Deus!

Não podemos duvidar nunca da presença de nossos Mentores em nossas vidas e em todas nossas realizações.

Após mais de 15.000 km pelas estradas brasileiras, em dezembro e janeiro, retornei à Bolívia com o compromisso de iniciar uma nova casa do Pai. Cheguei no domingo dia 03 de fevereiro e na semana seguinte parti para cidade de Cochabamba, há 450 km de distância, para o primeiro encontro com alguns médiuns que ali residem. Realizamos nossa primeira reunião e, perante a carência daqueles que ali se encontravam, entendi que o Templo deveria ser aberto imediatamente. Comprometi-me, mesmo diante da incredulidade daqueles que há muito esperavam esta oportunidade, que na próxima semana retornaria já para determinarmos o lugar do Templo.

Durante a semana, todos, a sua maneira, procuraram alguma opção, mas nenhuma possibilidade real foi encontrada.

No sábado voltei a Cochabamba determinado a cumprir a promessa. Cheguei bem cedo e “andei igual cachorro que caiu do caminhão de mudança”... nada! Porém não desanimei, disse a todos que em algum lugar daquela cidade o Pai já havia escolhido o local e só precisávamos entrar em sintonia para encontra-lo.

Domingo despertei, olhei para o templo nublado, fiz minhas orações e falei a Tiãozinho: “Camarada, você não vai me deixar na mão! Esse povo precisa ver para crer”. Senti claramente a presença deste amigo espiritual e sua vibração alegre, um dia conto a relação de profunda amizade que nutrimos. Naquela hora também senti que, se o Pai havia me confiado esta missão, eu não estaria sozinho.

Tomei café, li o jornal e parti em busca. A primeira visita já era uma opção a ser considerada, mas não senti o “click” de confirmação (além de estar um pouco acima de meu orçamento inicial) e, embora tentado a resolver de uma vez a questão, parti para uma segunda visita. Ao chegar na casa, uma senhora de uns 60 anos me recebeu avisando que a casa acabava de ser alugada. Sentindo a receptividade dela, pedi para olhar mesmo assim.

A casa era o quê eu procurava! Enquanto olhava, comecei conversar com ela, explicando que procurava um lugar para implantar uma Doutrina Espiritualista Cristã, que realizávamos a caridade, curas espirituais, que não cobrávamos nada, etc. Vi os olhos da “senhorinha” brilharem:

- Oh meu filho, eu nem falei nada para ninguém, mas era algo assim que eu gostaria de ver nesta casa. Moro em La Paz e venho pouco por aqui, queria gente assim como você aqui. Sabe de uma coisa, a pessoa que pediu a casa nem me pagou, ficou de voltar ao meio-dia. Quem sabe ela não aparece e posso passar para você, deixe seu número e eu telefono. – disse ela.

Senti que deveria esperar ali mesmo, e ela consentiu. Durante este tempo de espera, falei da Doutrina, de nossos planos, perguntei se podia pintar, consertar, ajeitar isso e aquilo, como se tudo o contrato já estivesse fechado.

11hs45 ela foi buscar o recibo e disse já estar decidida, independente dos outros aparecerem ou não. Confesso que não fiquei cômodo, pensando em estar frustrando a expectativa de uma outra pessoa, que já havia reservado a casa, mas eu realmente queria. Ao meio dia em ponto, assinamos o contrato. Por desencargo de consciência fiquei até quase uma da tarde esperando que o outro aparecesse, e nada! Era para ser a Casa do Pai mesmo.

Comecei falando da presença da Espiritualidade e resta contar a última confirmação dada pela senhora do aluguel:

- Sabe meu filho, eu vim de La Paz na quinta-feira só para alugar esta casa, coloquei o anúncio e não apareceu ninguém, nem quinta, nem sexta e nem sábado. Descobri que o telefone estava escrito errado! Só hoje é que saiu direito, acho que esta casa era para a sua missão mesmo.

Alguma dúvida? “...disse a todos que em algum lugar daquela cidade o Pai já havia escolhido o local e só precisávamos entrar em sintonia para encontra-lo”...

Valeu Tiãozinho!

Próxima semana começam os trabalhos! Tenho certeza!

Obs.: Em tempo, em Cochabamba há uma grande escassez de aluguéis e é muito difícil encontrar um imóvel da maneira específica que precisava e mais difícil ainda que alguém desistisse dele. Salve Deus!

Kazagrande

VELÓRIO e SEPULTAMENTO



Como tudo em nossa Doutrina, é necessário preservar o bom sendo. Não enterramos um médium usando suas armas ou suas Indumentárias. O vestuário do Mestre finado pode ser calça marrom e camisa preta ou calça preta e jaleco branco (preferencialmente o branquinho), com a fita. O corpo da Ninfa deve ser vestido com vestido branco e sua fita. Nunca deverá ser usada uma indumentária de Ninfa ou de Falange. Tão pouco o Mestre deve ser enterrado de capa. O colete pode ser dobrado e colocado ao lado do corpo; jamais vestido.

O velório de um médium da Doutrina do Amanhecer deve ser simples, porém os familiares, amigos e irmãos, que façam parte da Doutrina, devem ter a consciência de se trata também de um trabalho espiritual e estaremos auxiliando àquele espírito em seu momento de regresso ao lar espiritual. Cada um que se fizer presente no velório deve emanar o melhor de suas forças para ajudar a elevação daquele espírito que ali ainda está presente. Uma concentração de forças, emissão de energia mental e perfeita harmonia, com a emissão de mantras, ajudam muito àquele que ali se prepara para seguir seu caminho à Pedra Branca.

Ao chegar o momento de iniciar-se o sepultamento, antes de ser fechado o caixão, um mestre presente, de maior hierarquia ou o próprio Adjunto ao qual o médium pertencia, faz um rápido comentário sobre o finado, e pede que se forme uma corrente, com as pessoas presentes se dando as mãos. Faz, em seguida, o “Pai Nosso”, ao fim do qual pede que se emita o mantra “Consagração aos Mestres” (“Caminheiros de Jesus”). 

Terminado este mantra, o caixão é fechado e se inicia a jornada para o sepultamento. Se houver flores em buquês, estes devem ser desfeitos para permitir, dentro do possível, que cada um dos acompanhantes leve uma flor, individualmente, para ser colocada na cova.

A jornada é muito importante porque, enquanto atravessa o cemitério para chegar ao local do sepultamento, os acompanhantes vão distribuindo forças pela emissão dos mantras. Essas forças atraem espíritos que estão ainda vagando entre as tumbas, e muitos conseguem serem libertados, iluminados pela luz emanada pelas vibrações de amor e paz produzidas pelos mantras e flores, elevados pela força que recebem daqueles médiuns que estão conduzindo o féretro.

Na hora do sepultamento, uma rápida parada permite a última homenagem e carga fluídica em benefício do falecido: de modo geral, faz-se a Prece de Simiromba e, se for o caso, o canto da falange missionária a que pertencia o finado. As flores são lançadas na cova, que é lacrada e põe fim ao ritual.

No que se refere aos mantras, não devem ser emitidos os ritualísticos, dando-se a preferência a: Hino do Doutrinador, Noite de Paz e Encantos do Amanhecer.

A sirene, no Templo, deve ser acionada, de hora em hora, a partir das 10 horas, até a hora do sepultamento, no dia do enterro, porque, ao ouvir a sirene, os médiuns fazem preciosa emanação de força em benefício daquele espírito que desencarnou, vibração muito importante para sua libertação.

Ser Nityama



Encontrei este poema da Ninfa Tila Carolina Bezerra Goes, Regente Nityama do Templo Gamúrio, e não poderia deixar de postá-lo.

Passamos por vários processos de individualização
Temos que ter pose mesmo meninas
Precisamos Ter responsabilidades
Respeito entre outras coisas
Somos importantes
Crescemos e mesmo assim
Continuamos a Ter cada vez mais responsabilidades
Temos que ser adultas a qualquer custo
Pois impomos respeito
Ás vezes brincadeiras engraçadas
Que é do nosso feitio,
Mas cada brincadeira tem limite , hora, pessoa e lugar
E mesmo assim continuamos a ser importantes
Passamos por fases
Que é infância, adolescência e adulta
Ser Nityama é isso
É lutar , é amar, é sofrer pela falange
É cair e se levantar para continuar a grande luta
E cada vez mais ajudar
As irmãs como a si mesma, porque
É dando que se recebe
E assim sermos e termos o grande espírito de uma
NITYAMA.

Dedico este poema a cada Nityama que ama sua falange de coração e que sabe as responsabilidades que ela impõe.

Com carinho,
Tila Carolina Bezerra Goes.
Regente Nityama
Templo Gamúrio do Amanhecer

RECORDAÇÕES DE VIAGENS 05 – PALMAS-TO



Sem dúvidas, visitar o Templo Petanaro, em Palmas-TO, só  posso considerar como um grande reencontro!

Fomos recebidos por nossa “filha” Mylena, que não mediu esforços para que nos sentíssemos de volta ao lar.

O convívio intenso com tantos médiuns, que em sua personalidade se transformaram em queridos amigos e amigas, deixou a certeza de um breve regresso por esta terra às margens de um belíssimo lago, que nos leva a imaginar uma segunda abençoada Brasília.

Poderia ficar citando os nomes de todos, que ficaram marcados na mente, mas não quero correr o risco de nenhum injusto esquecimento. Mas tenho que citar particularmente o encontro com o Mestre Márlio, Adjunto Petanaro... Salve Deus!

Meu irmão, deste e de outros tempos, que tantas lembranças, embora vividas separadamente, foram compartilhadas como se fossem recordações conjuntas. O ânimo, a certeza e segurança da missão assumida, a alegria de ver o povo trabalhando... sentimentos que nesta nova missão, que ora me foi confiada em Cochabamba, espero igualmente e brevemente, voltar a compartilhar.

Obrigado meu irmão Márlio por este reencontro! Coragem! Vá lá e faça! Não se preocupe como... “Como” não é nossa parte, nossa parte é apenas fazer.

Kazagrande

Obs.1: O “bonequinho Wesley” ganhou lugar de destaque na sala de casa.

Obs.2: Depois desta viagem desisti de comer pizza por aqui... Terei que voltar para visitar a Shirley. (ah... Café também).

RECORDAÇÕES DE VIAGEM – 04



CEARÁ – TEMPLO GAMÚRIO

Uma das experiências mais intensas de nossa viagem foi o encontro com o Povo do Ministro Gamúrio, em Fortaleza, Ceará.

Nossos irmãos, Marco Túlio e Renata, abriram as portas desta Casa do Pai para nossa família e lá vivenciamos momentos de grande emoção.

Ver o livro “O Centurião” sendo reeditado e reproduzido, chegando a todo corpo mediúnico local, instruindo e ao mesmo tempo contribuindo com as obras do Templo, foi a expressão máxima da realização deste pequeno instrumento que sou.

A dedicação do Mestre Iramar, a presteza dos Comandantes, o carinho, aliás, o grande carinho das Falanges Missionárias por nossa família, nos fizeram sentir como se já vivêssemos nesta terra há muito tempo! Não parecia uma visita, parecia um regresso ao lar!

A emoção também foi muito forte ao comandar a Estrela Sublimação, o Julgamento e ainda poder representar o Cavaleiro Dubali no Turigano, recordando o canto de meu pai.

Tenho que afirmar que, de todos os Templos do Amanhecer que conheço (mais de 100), o Templo Gamúrio é o mais organizado, com melhor planejamento e aproveitamento de espaço e recursos.

Ao Adjunto Gamúrio, Mestre Marco Tulio e sua Aponara Renata, Salve Deus! Observamos o quanto este povo lhe ama e saibam que conquistaram também o amor desta pequena família.

Ao povo do Ceará, do Adjunto Gamúrio e também do Adjunto Alzan e do Adjunrto Aleiro, que pude conviver na Estrela e no Turigano: Obrigado de coração!!! Que possamos ser dignos de outros encontros e missões em benefício de todos nossos irmãos e irmãs.

Um fraterno abraço,
Kazagrande e família

RECORDAÇÕES DE VIAGEM – 03



OLINDA DO AMANHECER

Nossa passagem pelo Templo de Olinda será eternamente uma lembrança viva na mente e no espírito desta pequena família abençoada pelo Pai, com esta grande oportunidade.

Povo simples, de formação rígida dentro dos princípios doutrinários deixados pelo saudoso Mestre Inácio, relataram com grande entusiasmo a trajetória da cabana de palha ao grandioso Amanhecer que hoje dão continuidade.

Sob os auspícios da Estrela Candente, duramente conquistada e fielmente mantida, vivem a doutrina com intensidade que me fez recordar os tempos vividos no Templo Mãe.

Mestre Zílcio, Adjunto Parlo, equilibrado seguidor de seu pai, mantém a união do povo herdado. Nos recebeu com grande respeito e proporcionou o comando da Estrela Candente e Turigano, onde pude reviver em cada emissão, em cada canto, em cada passagem, as heranças de outrora.

Agradecer é difícil, pois parece tão pouco perto do sentimento de verdadeiro amor que passamos a nutrir, mas... OBRIGADO! Obrigado com toda a vibração que seja possível agregar a esta tão curta palavra.

Também obrigado ao povo que gentilmente nos acolheu, demonstrando que somos irmãos! Sim, somos irmãos distantes fisicamente, mas que jamais estarão separados espiritualmente!

Não poderia ainda deixar de registrar o Angical que ali participamos. Trabalho impossível de descrever sem ingressar no mérito da história revivida e ali, pelas benções de Deus, reajustada e reequilibrada.

Meus irmãos e irmãs de Olinda, você ficarão para sempre em nossas lembranças e orações.

Kazagrande

RECORDAÇÕES DE VIAGEM – 02



TEMPLO JURUMÊ – SALVADOR-BA

A sabedoria de nosso veterano Mestre Manoel Silva, Adjunto Jurumê, foi um grande ensinamento desta viagem. Sua simplicidade e austeridade amorosa, demonstram claramente que é possível preservar os conceitos originais de nossa Doutrina.

Visitando o Templo de Areia Branca, em Salvador, observei o carinho e a seriedade com que “nossas origens” são resguardadas e o respeito a obra de nossa Mãe Clarividente é preservado.

A oportunidade de estar ao lado deste grande Mestre em um trabalho de Trono Milenar ficará para sempre registrada na memória espiritual.

Também encontrar pessoalmente tantas pessoas que conhecia através do Exílio do Jaguar foi uma experiência intraduzível!

Drika é Jeã (se escreve assim mesmo Jeã), nos receberam reafirmando uma fraterna ligação que já existia deste o início desta pequena jornada. É quase que surreal nos tempos modernos pensar que nos vimos fisicamente pela primeira vez, pois a amizade parecia daquelas cultivadas deste a mais terna infância. Agradeço muito ao Pai por tê-los em nossos caminhos!

Nancy e sua família também nos acompanharam em nossa estadia, nos levando a provar comidas baianas “de cinema”, que foram preparadas com muito carinho em sua casa. Minha irmã, obrigado de coração! Não apenas pelo almoço, mas pelo carinho, pela paciência nas ruas de Salvador, pelo amor fraterno que vivenciamos em conjunto! Te amamos!

Não posso deixar de registrar também o encontro com a Dora Márcia! Ninfa “de lei” que se faz presente no Exílio deste os primeiros passos.

Novamente: Obrigado a este povo bendito de Salvador que aprendi a amar e onde deixei o compromisso de voltar para um Trabalho de Turigano!

Kazagrande

RECORDAÇÕES DE VIAGEM – 01



VILA VELHA

Reviver as lembranças da passagem pelos Templos Olamor (São Conrado e Morada da Barra) é reafirmar minha raiz Aluxã! Passamos o Natal e Ano Novo ao lado deste povo que é uma verdadeira extensão de nossa família!

Fomos acolhidos por nossos irmãos Juliano e Rita Leite em sua residência e desfrutamos deste convívio que nos fez conhecer a verdadeira cumplicidade deste casal, unido no cumprimento da missão que lhes foi confiada. Está marcado em nosso coração, eternamente, o carinho com que fomos recebidos. Além da emoção do “maior Aledá do mundo”.

As celebrações do Natal e da passagem de ano, na casa da família Mairink, nos trouxe as recordações de tantas outras lembranças ao lado de nosso saudoso pai, Mario Kioshi. Ver minha filhinha Isis encontrando uma verdadeira avó em Dona Nair e ligando-se naturalmente ao padrinho Paulo, é algo memorável! Sem falar do igualmente natural sentimento de “parte da família” que nos envolveu...

Mestre Lélio e sua Ninfa Alzinete, que também nos receberam em sua casa, refirmaram a intuição de que o convívio entre os médiuns pode ser além dos trabalhos espirituais, e que as famílias podem construir amizades verdadeiras unificando-se em prol da missão que nos é confiada. O mesmo posso afirmar em relação ao carinho do Mestre Ernani e sua Ninfa Carmem.

Os trabalhos nos Templos, os encontros e reencontros com tantos irmãos e irmãs de origem e do próprio Exílio do Jaguar, são reservadas emoções a nível espiritual que as palavras não podem descrever com precisão, restando apenas o registro de um profundo agradecimento ao Pai pela oportunidade. Porém tenho que registrar em especial o encontro com as Yuricys, ao lado de Maria Izabel, a abertura do 2º Estágio na Morada da Barra, junto ao Juliano e Lélio, e o contato com os aspirantes nos domingos, oportunizado pelo Mestre Paulo Mairink.

Revendo as fotos, as memórias, surgem tantas ocasiões igualmente dignas de registro, mas que ficam apenas na vibração de amor, saudade e gratidão, para não estender este pequeno texto.

Agradecer seria muito pouco, por isso registraremos sempre, a cada lembrança, nosso amor em favor deste povo bendito, destes nossos verdadeiros irmãos e irmãs, nossa sincera e fraterna vibração de paz e carinho.

Kazagrande e família

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

MEDO

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 - 5 Comments



O medo é um instrumento de involução.

A natural insegurança do médium não deve jamais converter-se no medo que evita sua evolução e o devolve à condição de inconsciência de seu real motivo neste plano.

Somos naturalmente inseguros face ao desconhecido e duvidamos com frequência de nossa capacidade, nos sentindo menores, incapazes e sem merecimento para tudo que nos foi confiado. Porém a insegurança será sempre dissolvida pelo conhecimento e pela fé, simbolicamente representados em nossa primeira arma (a fita).

Ciência e fé; sabedoria e cura! Não é preciso debruçar-se sobre o Evangelho, já tão sabiamente traduzido em três palavras. Não será necessário decorar as Cartas da Clarividente, escritas para seu espírito e não para sua mente.

É preciso despertar o conhecimento transcendental, a experiência do espírito de tantas idas e vindas por este plano físico, a memória do Jaguar!

Despertamos quando nos mediunizamos. Despertamos quando partimos ao encontro de nossa Individualidade! O médium pode sentir-se sufocado pelas possibilidades que lhe são entregues, com tanta facilidade, em suas mãos. O Apará por vezes não se sente digno de tanta Luz que o domina no momento da incorporação; o Doutrinador dúvida da força de suas palavras, impregnadas de Luz e capazes de conduzir seus irmãos.

Um espírito dotado de tanta experiência não deve mais ter medo; e é este espírito que desperta com a mediunização. Não é mais a personalidade, inexperiente e com tantos defeitos nesta encarnação.

Descubra quem verdadeiramente você é! Sinta-se digno e capaz de cumprir a jornada que lhe é confiada e tudo lhe será acrescentado.

Aos medrosos resta estacionar... Esconder-se sob a capa da indumentária e deixar de ver a figura luminosa do Cavaleiro, ou Guia Missionária, que a sustenta.

Acredite que você é capaz, que é merecedor, afinal nada acontece por acaso. Lembro quando comecei a ter consciência de minha missão e sempre dizia que eu não era digno... Certa vez tive a oportunidade de conversar com Mãe Iemanjá e ela pediu: 
“Meu filho, nunca mais afirme “não ser digno”! O quê está em suas mãos é herança de seu espírito, e nada acontece por acaso, tudo tem uma razão de ser. Se não acredita em você, acredite em seu espírito! Busque com sua mediunidade o autoconhecimento e sinta-se capaz e digno. Lembre que sou sua mãe e que também neste plano nada acontece por acaso ou fora da Lei da Razão. Nem o amor de seus mentores, nem o meu amor, poderão lhe salvar de você mesmo. Tenha fé, tenha coragem e faça o quê precisa ser feito sem questionar sua dignidade. O que é seu virá sempre em suas mãos, mas se não segurar, se ficar perguntando se deve segurar ou não, a oportunidade se perde. As oportunidades sempre aparecem, mas somente se materializam para os que não têm medo”.

Kazagrande

                             Não sabendo que era impossível, foi lá e fez!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Aniversário de Pai Seta Branca

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 - 8 Comments


14 de Fevereiro – Comemora-se o regresso de Pai Seta Branca aos Planos Espirituais (desencarne) após sua exitosa passagem como Cacique de uma tribo tupinambá. Não é a data de seu aniversário natalício, pois nestas tribos não se registrava a data de nascimento.

L  U  Z !

Nesta pequena palavra podemos definir a chegada de Pai Seta Branca para Mamãe.

Sua primeira aparição, na roupagem de um Grande Cacique, foi descrita por uma luz intensa que chegava a ofuscar seus olhos.

Seta Branca acima de tudo Pai, nos trouxe de volta a segurança, a confiança em um futuro melhor . A certeza de estarmos no caminho certo.

Sua voz, segura e tênue. Um sotaque que soava como uma melodia e que sempre se fazia compreendido por nossos corações.

Mamãe, mesmo ainda sem despertar seu conhecimento transcendental, sentiu com sua chegada que realmente estava destinada a uma missão superior. Aquele Espírito emanava luz!

Não apenas a luz que nossos olhos físicos vêem, mas a luz que nossa alma sente, que acalma nossas turbulências materiais, que nos invade e sacia nossa sede de paz.

Pai Seta Branca, Paz Seta Branca. Sua chegada era sempre esperada com alegria. Trazia as mensagens que nos harmonizavam, a força que precisávamos e o conhecimento que nos faltava.

Ainda hoje só consigo definir Pai Seta Branca como Mamãe definiu pela primeira vez: LUZ!
Carmem Lúcia Zelaya

Influência Espiritual – 02



Texto enviado pelo Mestre Lua Geraldo Batista (Nova Lima-MG)

A influência dos Mentores sempre se apresenta de forma sutil, porém a intensidade depende do padrão vibratório de cada um. Existem Entidades que nos protegem, nos guardam, velam nosso sono e tentam nos orientar no nosso dia-a-dia, em decisões importantes ou até mesmo nos estendendo a mão quando precisamos de amparo.

Obviamente também nossos irmãozinhos podem tentar interferir em nossas vidas e na sua incompreensão tentam nos prejudicar, esperando que fraquejemos em nossos desígnios kármicos, ou mesmo frente aos compromissos assumidos na oportunidade da encarnação.

Assim se apresentam as influências espirituais. Quando provêm de Entidades de Luz, a influência é sempre útil e positiva, nos faz bem, nos fortalece, ampara e auxilia. Quando a origem é de irmãozinhos ainda não esclarecidos, elas tentam nos levar pelo caminho inverso, onde muitas vezes se apresenta como o “mais fácil”... Salve Deus!

A maioria das influências é imperceptível. Não importa se o médium é novato ou um “mestrão”, todos estamos sujeitos às influências.

A identificação da origem é o ponto mais importante: se é da Luz é útil!

Aumente sua sintonia com seu Mentor, Preto Velho ou Princesa, procure sentir sua presença e os benefícios que ela traz ao estar mediunizado e consciente. Converse com seu Mentor! Pergunte e, seu padrão vibratório permitindo, ouvirá, sentirá as respostas!

Dedique algum tempo, ou mais tempo de contato com a Espiritualidade em sua Individualidade. Tenha seus momentos de oração e proponha uma disciplina de horários. Tia Neiva nos afirmou que tudo que conquistou foi respeitando horários. Pai João nos cobra sempre a disciplina... Cuide de seu corpo, pois ele foi feito à imagem e semelhança Divina. Não envenene sua alma pois ela precisa seguir seu caminho da pureza e, acima de tudo, RESPEITE-SE! Coloquemos em prática estas “dicas”.

Texto enviado por Geraldo Batista do Nascimento / Mestre Lua - Vale do Amanhecer de Nova Lima, MG / Brasil.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

A vivência doutrinária

domingo, 10 de fevereiro de 2013 - 4 Comments



“Viver” nossa Doutrina é colocar em prática, no dia a dia, a experiência que adquirimos dentro do Templo.

Recebemos nossos irmãos pacientes, encarnados e desencarnados, desconhecidos, e procuramos dar a eles um bálsamo curativo para suas vidas. Falamos de amor, humildade e tolerância. Explicamos que é necessário perdoar! Perdoar a todos e a si mesmo. Limpamos suas feridas da alma e mostramos um novo caminho. Vivemos nossa Individualidade transcendental. Obviamente somos instrumentos da Espiritualidade e só por ela se opera o milagre da mudança interior.

Mas dentro do Templo, com toda nossa magia ritualística, temos a missão facilitada. Fora do Templo, em nosso dia a dia é que se torna necessário promover a mudança também em nossas personalidades. Precisamos ter a consciência que nosso comportamento deve refletir o quê pregamos. Que chamaremos a atenção não pelo brilho das joias, mas pela Luz de nossos Mentores, que nos acompanham vibracionalmente.

Claro que não é fácil a princípio! Não podemos e não devemos anular nossa personalidade, vivendo a falsa santidade! Não somos santos, somos missionários kármicos.

Porém, passo a passo, cada um no seu tempo, vai formando as necessárias mudanças de dentro para fora, do espírito para a alma, da individualidade para a personalidade.

Não se desespere pela quantidade de pensamentos “negativos” que chegam a sua mente. Não se culpe pelos erros do passado, ou mesmo pelos do presente. Apenas desperte a consciência para a necessária mudança e tudo se processará em seu devido tempo.

Estamos neste planeta-escola por um motivo pessoal. Reunimo-nos em uma missão Crística que acima de tudo trata do perdão! A Escola do Caminho do Divino Mestre Jesus rompeu as amarras do dente por dente, olho por olho, do infindável ciclo kármico e nos levou ao caminho do perdão e do reajuste pelo reequilíbrio da energia outrora desequilibrada pelas nossas ações.

Portanto, siga em frente no seu tempo e, acima de tudo, compreenda o tempo dos outros, de seus irmãos e daqueles que ainda nem estão a caminho. Perdoe para poder ter o direito de pedir o perdão quando chegar o seu momento de reequilíbrio! Não é isso que pregamos no Templo? Então que seja esta máxima a primeira a ser adotada em nossa vida fora do Templo também. Tolerância, amor e a necessária humildade para compreender, nos outros, aquilo que já não podemos mais aceitar em nós mesmos.

Kazagrande

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

De volta ao lar

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013 - 0 Comments



Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Depois de tantos dias nas estradas do Brasil, finalmente retornamos ao lar em total segurança e reabastecidos para a missão que se descortina neste ano de 2013.

Mais uma vez o encontro com a Espiritualidade muda minha vida! Foram muitas emoções vividas intensamente em cada lugar visitado, em cada sorriso recebido, em cada lágrima compartilhada. Agora entendo o quanto amo e preciso de vocês!

Volto a escrever no Exílio do Jaguar com muitas experiências novas aliadas aos nossos conceitos doutrinários e nossa perspectiva de realização missionária neste plano físico.

Além dos novos textos doutrinários, tenho eu registrar diversos agradecimentos, por isso postarei sempre dois novos artigos, até conseguir concluir esta etapa.

A caixa de e-mails está lotada!!! Mas, como de costume, irei responder um por um, sempre com o mesmo carinho e respeito. Deve demorar um pouco para colocar tudo em dia, mas não me permitirei esquecer ninguém.

Ao lado deste texto de “retorno”, posto minha primeira lembrança e homenagem: Vila Velha – ES.

Um fraterno abraço,
Kazagrande

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