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segunda-feira, 22 de julho de 2013

A TRISTEZA DE UM MENTOR – Pai Joaquim 21/07/2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013 - 21 Comments


- Pai Joaquim, o senhor está triste hoje?

- Sim, meu filho, um Mentor também se entristece, mas saiba que é diferente da tristeza que vocês sentem.

- Como assim diferente, meu pai? Tristeza não é tudo igual?

- Nós nos entristecemos, mas não com sofrimento, pois o sofrimento vem quando sabemos que poderíamos ter feito mais, e nós sempre fazemos tudo que é possível, tudo que é permitido. Então somente ficamos tristes por não atingirmos os objetivos que dependem da compreensão de cada Individualidade, ou de cada Personalidade.

- Entendo, mas o senhor poderia dar um exemplo, para que eu possa escrever sobre isso?

- Sim, meu filho... Nenhuma pessoa se aproxima de outra se não houver um motivo. Grande parte das vezes é por afinidade vibratória, e outras tantas pelos reajustes. Saiba, meu filho, que todo reajuste é planificado pelos espíritos envolvidos de maneira que possam aprender alguma coisa e reequilibrar um charme do passado com amor. Sim, com amor! Porque cada reencontro, por mais doloroso que possa parecer, tem uma finalidade produtiva para ambas as partes. Às vezes nós, aqui no Plano Espiritual, nos esforçamos para auxiliar que dois caminhos se encontrem. Que duas pessoas que necessitam reajustar possam estar próximas e em situações que permitam a superação dos defeitos de caráter de cada um. A tristeza chega para nós quando todos os esforços são vencidos pelo orgulho pessoal, pela arrogância, pela falta de compreensão e pelo desejo inconsciente de voltar à velha estrada. Então nos entristecemos, pois sabemos que a lição não foi aprendida.

- Então o reajuste não é realizado, e as pessoas terão que reencarnar novamente para reajustar a oportunidade que perderam?

- Não meu filho! O reajuste é sempre realizado, não tenha dúvidas. Mas sempre há a possibilidade do reajuste por amor, e, nestes casos, o reajuste é realizado pela dor. A mágoa acaba reequilibrando as energias. Os encontros e reencontros acontecem para que os envolvidos possam ultrapassar os limites do simples reajuste, para que possam aprender algo e realizar com amor o reequilíbrio do passado. É a lei do Perdão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Porém, quando o amor é vencido pelos sentimentos negativos ou mesmo pelas influencias dos irmãozinhos, volta-se a velha estrada do dente por dente, olho por olho e quem pode cobra, quem deve paga.

- Então sempre podemos reajustar por amor, pelo perdão, mas quando “terminamos mal”, acabamos reajustando pela dor. É isso meu pai?

- Sim filho. Por isso a importância de procurar compreender o outro, de colocar-se “nos seus sapatos” e entender, mesmo que não concorde com as atitudes e palavras. Assim, buscando o entendimento de como o outro está pensando, podemos perdoar, quando requer perdão, ou pedir perdão. Aliás, pedir perdão é sempre recomendável quando o coração compreende. Pedir perdão não é sinal de fraqueza ou de concordância com o outro. É o reconhecimento da compreensão e a nova Lei de Nosso Senhor Jesus Cristo, na sua Escola do Caminho.

Pai Joaquim das Cachoeiras – 21/07/2013

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Sob pressão III - As pressões familiares

sexta-feira, 12 de julho de 2013 - 4 Comments


Texto Novo

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus! Tia Neiva sempre fazia questão de ressaltar a grande importância da família em nossas vidas. Não podemos ser felizes e nem sequer dizer que estamos verdadeiramente cumprindo nossas missões, se não conseguimos harmonizar nosso lar.

Sabemos dos grandes reajustes que se processam em um grupo familiar, mas é justamente ali que devemos dar nosso maior exemplo de conduta. Não falo de conduta doutrinaria, falo de conduta pessoal, conduta moral. Falo de amor, humildade e tolerância.

É preciso que nos coloquemos no lugar de nossos familiares para compreender suas atitudes em relação a nós. Somente assim podemos entender seus próprios sofrimentos pessoais e, mesmo que não concordemos ou aceitemos, poderemos saber como agir de maneira a não ferir ou, ferir menos, os seus sentimentos.

Esposos: entendam que se um dos dois não é da Doutrina o sentimento natural de ciúme será sempre despertado. Imagine você no lugar do outro... Que sai, sem uma hora correta para retornar; que por vezes chega tarde e com um sorriso “estranho no rosto”; sabe que para onde o outro vai existem pessoas bonitas (normalmente)... Não será normal despertar o ciúme? Ponha-se no lugar do outro!!! Imagine uma pessoa que não possui o mesmo conhecimento espiritual que você... Como classifica nossa Doutrina? Já vai pensar que “trabalho espiritual” é para amarrar alguém, levantar dinheiro, ou qualquer outro tipo de “trabalho” que se escuta por aí. Nossa Doutrina não faz propaganda, não tem programa em TV e por mais que tenha crescido, ainda é muito misteriosa para as pessoas de fora. Ou ainda se é um evangélico ou católico fervoroso... Como qualquer atividade de contato com espíritos é classificada? “coisa do demônio”. Salve Deus! Eles não têm culpa! Compreenda todos os dias, tolere todas as horas. Esclareça com amor! Não tentem enfiar goela abaixo suas crenças.

Quando os dois são da Doutrina normalmente é mais fácil, mas jamais, repito: JAMAIS a Doutrina deve ser o motivo da separação! Não podemos trabalhar espiritualmente deixando a família em desarmonia. Conclua seus reajustes familiares com amor para que possa dedicar-se e dar exemplo espiritual aos espíritos que tenta encaminhar.

As mediunidades diferentes de um casal não devem gerar incompatibilidades... ao contrário, devem somar forças em uma missão a ser cumprida com claro direcionamento. Nada de ciúmes! Crie sua “família doutrinária” unindo sempre quatro membros: doutrinador, ninfa, padrinho e madrinha. Assim, mesmo com mediunidades iguais, estarão unidos em uma mesma força decrescente que os auxiliará a manipular todas as energias contrárias.

Filhos: se seus pais não são da Doutrina a compreensão deve ser no mesmo nível acima descrito. Às vezes os pais possuem idéias erradas a nosso respeito e por isso geram preconceitos. Esclareça com Amor! Convide para que conheçam e vejam que você não está junto a drogados, viciados e fanáticos. O mais importante: não se fanatize! O medo do fanatismo alicerça muitos dos preconceitos.

A família, os amigos, os amores e paixões, fazem parte de sua “vida emocional”, de sua alma, e com isso de uma terça parte de sua vida total. Um prato da balança do equilíbrio que lhe trará a realização e a felicidade.

Kazagrande

Amanhã: Sob pressão IV - As pressões espirituais

quinta-feira, 11 de julho de 2013

DESENLACE DO ADJ. YUMATÃ

quinta-feira, 11 de julho de 2013 - 5 Comments


Nos deixou um DOUTRINADOR!

Não um doutrinador qualquer… Um Grande Doutrinador!

Um homem, um espírito que mediunizado nos encantava, explicava verdadeiramente a Doutrina e tinha a inspiração dos Grandes Mestres.

Seu porte altivo, sua voz imponente, seu olhar sério, não escondiam a pureza de seus sentimentos em relação à obra que nossa grande Mãe plantou.

Falava com entusiasmo, aliás, ensinava com entusiasmo e perfeição.

Tinha convicções marcantes, defendidas com fervor, mas nem por isso fechava os ouvidos para os que não concordavam... Sempre dizia no final: “Está tudo certo meu mestre, não se aflija”.

Suas aulas serão eternamente lembradas, sua emissão e canto continuarão ecoando pelo Universo trazendo a fabulosa energia do Reino Central.

Ao seu lado uma grande missionária, como não poderia deixar de ser. Companheira de todos os momentos e com inigualável simpatia traz a ternura necessária aos componentes de um homem tão sábio.

Estiveram os dois presentes em minha Iniciação, há muito tempo atrás... Mas hoje ainda parece que foi ontem, e todas as recordações estão muito vivas, como sempre estará viva a projeção do Cavaleiro Verde que suas heranças permitiram chegar até nós.

Tia Dilza e meus irmãos Yumatã, minhas sinceras condolências, pois sei que nem todo o conhecimento do mundo poderia superar a dor física da ausência física deste grande missionário.

Tio Caldeira... Obrigado pela sua existência, pela missão que aceitou e cumpriu. Não tenho dúvidas que o próprio Pai estará presente para lhe receber. Aproveite e leve um abraço para o japonês no Reino Central.


Kazagrande

10/07/2013 – desenlace do Metre Caldeira – Adjunto Yumatã

terça-feira, 9 de julho de 2013

Sob pressão II - As pressões materiais

terça-feira, 9 de julho de 2013 - 5 Comments


Texto Novo

O desequilíbrio na vida material é um dos fatores que levam o médium, possivelmente, a duas situações diferentes: ou “se internam no Templo”, ou abandonam os trabalhos espirituais para dedicar-se à vida material.

Estas duas decisões estão mal tomadas!

Ao “internar-se no Templo”, o médium normalmente fica rogando para que caia um emprego do céu. Vai para a Mesa mentalizando sua própria vida... Vai para os Tronos e fica consultando a Entidade...

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus! Vamos para o Templo para cuidar dos problemas dos outros, não dos nossos. Nossos problemas os Mentores sabem e estarão sempre dispostos a ajudar, desde que seu padrão vibracional permita. Pai Seta Branca não tem agência de empregos. Para conseguir um emprego você tem que ir procurar! Faça sua oração pela manhã, visualize seu sucesso e jamais permita que a negatividade domine sua mente ao receber um não! É preciso vibrar positivamente, olhar o lado bom de cada semente lançada, mesmo aquelas que não frutificam imediatamente.

Não é preciso parar de trabalhar espiritual para dedicar-se à vida material. O quê é preciso, é aprender a dosificar seu tempo! Horário de procurar emprego é horário de procurar emprego, e você não vai achar dentro do Templo. Hora de rezar, é hora de servir! De ir para a Mesa vibrar com nossos irmãozinhos em favor de encaminha-los para sua evolução. De ir aos Tronos e dedicar-se aos que desesperados nos são confiados.

O segredo é dividir bem o tempo e dar qualidade a cada atividade dedicada.

Você quer ajuda para sua vida material? Então se ajude! Melhore seu padrão vibratório, veja o lado positivo de tudo, procure estar em harmonia e semear a esperança aos que lhe rodeiam. Vá procurar um emprego com confiança em seus valores e não nos valores do Pai. É preciso que veja suas qualidades e as ressalte quando estiver nos contatos.

Ninguém quer contratar uma pessoa que vive a reclamar da vida. Você quer um emprego por pena ou pela sua capacidade que precisa ser aproveitada?

A maioria roga ao Pai dizendo “Pai, eu só queria ter um dinheirinho para poder ter a tranquilidade de vir trabalhar espiritual sem me preocupar...”. Mas não é isso que quase todos querem? Ninguém é melhor que ninguém para ter preferencias. O quê conta verdadeiramente é seu padrão vibracional, sua capacidade de atrair pessoas e oportunidades boas para sua vida.

Vá para o Templo para agradecer, nem que seja por mais um dia de procura, e depois dedique-se aos que ainda não possuem o esclarecimento que você tem.

Lembrem-se: o melhor caminho é sempre o quê naturalmente se apresenta em sua vida! Abandone os apegos e “quereres” e entenda que tudo foi planejado para que cumpra seus reajustes, aprenda as necessárias lições e ainda seja feliz neste plano.

Kazagrande

Amanhã -  Sob pressão III - As pressões familiares

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Texto Novo - Sob Pressão – Parte I

segunda-feira, 8 de julho de 2013 - 3 Comments


Sabemos que somos seres tríplices e com isso nossas “três vidas” precisam estar em constante equilíbrio, pois disso depende nossa felicidade.

Recordemos um pouco...

Espírito: Temos nossa “vida espiritual”, que envolve nossa missão doutrinária diretamente. É importante que criemos uma disciplina para nossas orações e nossa frequência ao Templo. Manter diariamente nossos três horários, verificar quais os compromissos que podemos assumir com a Espiritualidade e realizá-los com absoluta consciência e responsabilidade. Nossa Doutrina é livre, as tarefas, as escalas, somos nós que escolhemos, de acordo com nossa disponibilidade e boa vontade. Não somos obrigados a assumir nada, mas, uma vez feito o compromisso, nossa palavra é registrada e temos que cumpri-lo.

Com o mesmo peso encontramos também nossa “vida emocional”, que envolve nossa família, nossos amores, amizades e relacionamentos sociais. Vejam bem: com o mesmo peso! Sua família, a maneira como trata as pessoas, sua afabilidade, tolerância, amor e humildade, tudo faz parte dos sentimentos da alma, de sua personalidade, que merece o mesmo nível de atenção que sua vida espiritual. É preciso que nosso exemplo seja notado pelo nosso comportamento, com naturalidade. De nada adianta ser um “mestre” dentro do Templo e não dar exemplo de sua conduta perante os que lhe querem bem, ou que possuem um necessário reajuste a ser “acertado”. Nossos cobradores são nossos maiores professores.

Nossa “terceira vida” é a “vida material”, que envolve seu trabalho (ou estudo), suas finanças sua saúde. Esta vida novamente se apresenta com o mesmo peso! Não podemos nos manter em desequilíbrio nos “internando no Templo”, ou “entregue às paixões” ou ainda preso “aos problemas dos outros”.

O segredo da felicidade consiste em equacionar, equilibrar “nossas vidas”. É preciso dosificar bem nosso tempo! Ter disciplina com nossos trabalhos espirituais, reservar um tempo para nossa família, amigos e vida social, e ainda empenhar-se com fervor no trabalho e/ou estudos. Qualquer “vida” que seja priorizada sob as demais nos levará inevitavelmente ao desequilíbrio.

Nosso título de hoje “sob pressão” se refere aos momentos em que um dos três pontos em questão apresenta maior necessidade de atenção, ou mesmo simultaneamente tudo acaba “desandando”.

Meus irmãos e minhas irmãs, já sabemos que nada acontece por acaso! Temos nossos reajustes kármicos, as sementes que plantamos inadvertidamente e que apresentarão sua colheita de maneira fatal.

Mas nada de desespero! Nada de pensar que uma “vida” pode resolver a outra. Se seu problema está no campo material, há de dedicar-se com mais afinco e não sair acreditando que o “templo resolve tudo”. Se o problema é de ordem familiar, dê a atenção necessária com qualidade, pois muitas vezes não é quantidade de atenção e sim a qualidade da atenção.

Sei que o texto parece simplificar tudo, e que “as coisas não são bem assim...”. Mas na realidade somos nós que complicamos! Nos entregamos exageradamente ao que parece mais fácil, em detrimento das outras áreas de nossa vida. É preciso equilíbrio para semear a felicidade.  (continua amanhã...)


Kazagrande

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