sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

RECORDAÇÕES DE VIAGEM – 01



VILA VELHA

Reviver as lembranças da passagem pelos Templos Olamor (São Conrado e Morada da Barra) é reafirmar minha raiz Aluxã! Passamos o Natal e Ano Novo ao lado deste povo que é uma verdadeira extensão de nossa família!

Fomos acolhidos por nossos irmãos Juliano e Rita Leite em sua residência e desfrutamos deste convívio que nos fez conhecer a verdadeira cumplicidade deste casal, unido no cumprimento da missão que lhes foi confiada. Está marcado em nosso coração, eternamente, o carinho com que fomos recebidos. Além da emoção do “maior Aledá do mundo”.

As celebrações do Natal e da passagem de ano, na casa da família Mairink, nos trouxe as recordações de tantas outras lembranças ao lado de nosso saudoso pai, Mario Kioshi. Ver minha filhinha Isis encontrando uma verdadeira avó em Dona Nair e ligando-se naturalmente ao padrinho Paulo, é algo memorável! Sem falar do igualmente natural sentimento de “parte da família” que nos envolveu...

Mestre Lélio e sua Ninfa Alzinete, que também nos receberam em sua casa, refirmaram a intuição de que o convívio entre os médiuns pode ser além dos trabalhos espirituais, e que as famílias podem construir amizades verdadeiras unificando-se em prol da missão que nos é confiada. O mesmo posso afirmar em relação ao carinho do Mestre Ernani e sua Ninfa Carmem.

Os trabalhos nos Templos, os encontros e reencontros com tantos irmãos e irmãs de origem e do próprio Exílio do Jaguar, são reservadas emoções a nível espiritual que as palavras não podem descrever com precisão, restando apenas o registro de um profundo agradecimento ao Pai pela oportunidade. Porém tenho que registrar em especial o encontro com as Yuricys, ao lado de Maria Izabel, a abertura do 2º Estágio na Morada da Barra, junto ao Juliano e Lélio, e o contato com os aspirantes nos domingos, oportunizado pelo Mestre Paulo Mairink.

Revendo as fotos, as memórias, surgem tantas ocasiões igualmente dignas de registro, mas que ficam apenas na vibração de amor, saudade e gratidão, para não estender este pequeno texto.

Agradecer seria muito pouco, por isso registraremos sempre, a cada lembrança, nosso amor em favor deste povo bendito, destes nossos verdadeiros irmãos e irmãs, nossa sincera e fraterna vibração de paz e carinho.

Kazagrande e família

1 comentários:

Salve Deus!!!
Mestre, linda essa sua homenagem aos nossos irmãos de jornada. A gratidão é uma bela virtude e tê-la adquirido só nos deixa mais felizes;pois nos ensina a buscá-la também.
Feliz regresso!!!
Boa sorte a toda sua linda família.

Abraço fraterno.

Postar um comentário

Comente com amor! Construa, não destrua! Críticas assim serão sempre bem vindas.