TIA NEIVA

TEU PADRÃO VIBRATÓRIO É A TUA SENTENÇA

O CENTURIÃO

Todos os direitos autorais e edições impressas doadas à Doutrina do Amanhecer.

ADJUNTO ANAVO

MESTRE KAZAGRANDE

PÉROLAS DE PAI JOÃO

Todos os direitos autorais e edições impressas doadas à Doutrina do Amanhecer.

MINHA MISSÃO É MEU SACERDÓCIO

EXÍLIO DO JAGUAR - KAZAGRANDE.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Individualidade e Mediunização


Um dos primeiros conceitos a ser assimilado em nossa Doutrina, é justamente a triplicidade de nosso ser, que esbarra diretamente na compreensão da diferença entre Individualidade e Personalidade.

Somos tríplices por termos “três plexos”: corpo físico, alma e espírito.

Sobre o físico não resta dúvidas, creio eu. A confusão se dá quando tentamos entender a diferença entre alma e espírito, pois invariavelmente estas palavras são usadas como sinônimos nas outras doutrinas e filosofias.

Em nossa Doutrina, fazemos uma clara distinção entre os dois, pois denominamos “alma” à nossa personalidade e “espírito” a nossa Individualidade.

A Personalidade, ou alma, é “você” hoje! O João, o José, a Maria... com todas suas características psíquicas e caráter que resulta dos fatores ambientais que lhe envolveram deste a infância: família, educação, nível sócio-econômico-cultural, amizades, traumas, etc.

Tivemos, em cada encarnação, uma alma diferente, com diferentes nuances de acordo com nossa formação. Uma personalidade nova a cada nova jornada, dentro do contexto histórico e familiar em que fomos inseridos.

A Individualidade, o espírito, é o seu “verdadeiro eu”. É a soma de todas suas experiências encarnatórias e espirituais (provenientes do tempo que se passa no plano sutil). Na individualidade estão suas heranças transcendentais e suas experiências de várias jornadas. É o ser completo!

A vida é um espetáculo teatral, e a cada nova apresentação assumimos um papel, um personagem novo. Estes personagens são suas almas, suas personalidades. Você é seu espírito,  é o artista que encena cada uma destas apresentações.

Ao ingressarmos no Templo, para a prática do trabalho mediúnico, devemos despertar nossa Individualidade! Não somos mais a personalidade, o João, o José ou a Maria, somos um espírito cumprindo uma missão espiritual!

Todas nossas técnicas e rituais servem para despertar esta Individualidade. Para que mergulhemos em nosso íntimo (onde vive o Senhor) e não trabalhemos pelo que apresentamos ser, mas pelo que verdadeiramente somos!

Cada passo, cada gesto, cada chave, tem uma função específica neste contexto, nos levando a um novo grau de mediunização, que nada mais é que o contato com nosso espírito.

Por isso, ao estarmos em Trabalho Espiritual, ou seja, dentro do Templo, Nada mais importa! Não temos os problemas do dia a dia, as paixões, os desejos e as carências... Somos o espírito desperto para o cumprimento da missão!

A Individualidade trabalha na “vertical”. Em contato direto com Seres de Luz, nossos mentores, que nos auxiliam no cumprimento da missão.

Quando não estamos mediunizados, quando nos voltamos para atender “a nós mesmos” e não aos pacientes, estamos trabalhando com a Personalidade, e com isso, trabalhamos na “horizontal”, sem receber as forças e assistência direta da Luz.

Por isso, o médium verdadeiramente mediunizado não sente os efeitos físicos, está imerso em ser verdadeiro eu! Sua energia é reposta! Já repararam que em determinados trabalhos saímos com o dobro da disposição que chegamos?

Ao passo que o médium trabalhando na horizontal não recebe reposição energética vertical. Saindo cansado e por vezes literalmente “acabado” do Trabalho Espiritual, pois utiliza apenas suas próprias energias.

Escrevo generalizando, pois existem exceções.

Kazagrande

O Líder Espiritual


(história real) -

Ser um líder espiritual não é fácil. Assumir a missão como Sacerdote, Pastor, Bispo, Guia Espiritual, Dirigente Espírita, ou Adjunto de Povo em nossa Doutrina, significa que toda a sua vida será observada, suas menores ações e reações, serão tomadas como exemplo e muitas vezes julgadas com olhos apenas humanos.

Porém, o líder espiritual encarnado, é humano! Tem emoções, sofre, chora, ri e se entristece! Não é fácil sufocar todos os sentimentos que invadem a alma, a personalidade, quando se precisa “dar o exemplo”... Tia Neiva nos mostrou isso claramente em várias das suas tentativas de diário e em algumas cartas.

Hoje vou relatar uma passagem de Pai João de Enoque com um destes líderes espirituais encarnados. Um homem justo, que conduz um povo ao Amor de Deus e a Deus, porém, que como todo ser encarnado, tem seus momentos de fraqueza, de questionamento, de profunda dor!

Vamos chamá-lo de Teófilo. Teófilo tinha um filho a quem acreditava ser um grande missionário, seu substituto a conduzir seu povo. Seu amor de pai o levava a uma ligação de interdependência, como se sua vida também dependesse da vida do filho.

Mas nos enredos cármicos, que não temos acesso pela bênção do esquecimento, o destino dos dois deveria ser separado.

Seu filho veio a desencarnar em dolorosas condições, as quais não me atrevo a relatar, pois a penosa situação traria vibrações distantes de nosso objetivo.

Ao receber a notícia, Teófilo entrou em desespero! Sua dor era a maior do mundo e deve ser respeitada como tal. Não lembrava mais de sua própria missão, estava à beira da blasfêmia e da negação do Amor de Deus, que com tanto fervor sempre pregara.

Afastado da missão, em total depressão, com tristes idéias sugestionadas pelos que se aproveitam nesta hora para manifestarem as mais nefastas formas de cobrança, teve uma proteção especial, de seus bônus acumulados ao longo da jornada.

Lembrou de um humilde Templo do Amanhecer, em que certa vez visitara por questões de esclarecimento de ação.

Lembrou de Pai João de Enoque! O nome vinha claro em sua mente. Lembrava que sentado naquele humilde banquinho recebera uma prova incontestável da presença de uma Entidade de Luz.

Decidiu dar a si mesmo uma última chance de recuperar a fé. Se ali estava um emissário de Deus, que Ele o salvasse!

Acompanhado de um grupo de preocupados seguidores, procurou como realizar este contato. De joelhos, literalmente, pedia a oportunidade deste resgate.

Não cabe relatar o quanto foi difícil acomodar a situação desta realização excepcional.

O Templo, mergulhado em profundo silêncio, trazia a recordação do Trino Araken, o executivo encarnado de nossa Doutrina e que detinha o “Dom do Silêncio”, ao iniciar suas palestras.

O Hino de Pai João rompeu o silêncio trazendo a harmonia necessária.

Teófilo visivelmente abatido desabou ao lado de Pai João, chorou alguns instantes e perguntou:

- O senhor lembra-se de mim? Sabe quem eu sou?

Pai João:

- Salve Deus! Meu filho, eu sei de sua dor, e te esperava aqui. Nosso primeiro encontro foi para que tivesse aonde voltar na hora precisa. Me escute primeiro filho, pois tenho algo para lhe dizer, antes de qualquer coisa:

“Jesus um dia caminhou entre nós e sentiu nossas dores físicas e emocionais. Conheceu profundamente o que vivemos encarnados, nossas dores e fraquezas.

Seu olhar transmitia a beleza, sua voz era sempre ouvida em oração, e sua oração soava como a mais doce melodia. Só falava de amor, e cada gesto transmitia a paz que emanava de seu coração e inundava seus ouvintes.

Jesus trouxe de volta a Luz que nos direciona ao nosso Verdadeiro Lar! E esta Luz resplandeceu no coração de quem o compreendeu ou venha a compreender.

Para voltar para “casa” temos que estar com o coração iluminado e somente uma oportunidade não nos basta. O perdão de Deus é infinito e para muitas vidas. Ao terminar de cumprir nossa jornada, partimos para uma das muitas moradas, que o céu abriga. Existe uma vida além da vida. E morrer, não é jamais o fim, é renascer na verdadeira vida, para os que cumpriram sua missão.

Os atentos ouvintes daquelas palavras somente podiam emanar o amor! E Pai João, após uma pausa, esperando Teófilo recuperar-se do pranto, continuou:

- Meu filho, meu irmão! Você ainda tem uma grande missão a cumprir! Seu filho terminou a dele, mas a você cabe conduzir a todos estes que lhe foram confiados. Volte ao seu Templo! Seu filho já esteve lá e foi onde mais chorou por não lhe encontrar. Por não ouvir suas palavras de fé e esperança que aprendeu a admirar desde pequeno. Haverá um dia em que irão se reencontrar, e se abraçar com certeza da missão cumprida.

Nada mais lhe posso dizer, além de pedir que fique em Paz! Vá em Paz, pois sua fraqueza lhe é perdoada! Levante-se, não olhe para traz, encaminha teu povo e cumpre tua jornada.

Teófilo tentava traduzir seu agradecimento, mas neste mesmo momento Pai João ergueu a mão e disse:

- Não! Não agradeça, pois foram seus bônus, seus anos de trabalho que permitiram este reencontro. Vá em paz!

A mim, Kazagrande, nada me cabe comentar. Esta passagem é verídica, mas obviamente relatada de forma a inviabilizar a identificação dos participantes.

Que cada um receba o esclarecimento desta mensagem de acordo com sua sintonia e merecimento.

Kazagrande

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Trino Araken - 1


Esta semana estou ouvindo alguns áudios do Trino Araken, e aos poucos vou preparando as gravações integrais para serem postadas aqui no Exílio. Porém, não posso deixar de citar este impressionante alerta dado em tom firme (bem característico do Trino), em uma aula de Sétimo Raio.

Hoje, sábado é dia de preparar as postagens gerais e assim os deixo, por enquanto, com este valoroso lembrete. Salve Deus!

Kazagrande
Salve Deus!

Meus irmãos, ter um Mentor é algo muito bonito, é um privilégio muito grande.
Ter alguém que nos assista, que não fique olhando o nosso desamor, a nossa arrogância, os nossos desequilíbrios.

Eles sempre estão perto de nós, por isso é necessário ter cuidado e respeito, porque muitos Médiuns falam em nome do Preto Velho dele, e Ele já está muito longe dali. Uma Entidade de Luz não se presta a mesquinharias, a pobres vaidades, e assim por diante meus irmãos. Eles vêm em Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo para um Trabalho sério, não vêm para brincadeiras, e muitos estão "comendo gato por lebre", muitos estão consultando Espíritos Zombeteiros, Espíritos Sofredores, e isso lhes falo em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Jamais uma Entidade de Luz se presta a determinadas coisas. Tenham muito cuidado! Se não servirmos na Lei do Amor, somos joguetes da Lei Negra. E estes Espíritos são muito hábeis, conhecem muito bem a fraqueza humana, e sabem explorá-la com grande perícia. Tenham cuidado, estejam alertas para não serem usados.

Pai Seta Branca transmitiu normas, determinados princípios para proteger o Médium, para proteger os filhos dele. Confiante de que seus filhos exercem a mediunidade, única e exclusivamente por Amor e em benefício da caridade. Fora disso... É muito perigoso!

O Médium pode cair numa situação muito difícil, porque aqui a porta está aberta para estes Espíritos, eles aqui são bem vindos, eles aqui chegam para receber a Cura, mas se o Médium não tiver disciplina, não tiver conduta Doutrinária, fatalmente ele será envolvido por estas Correntes. Tenham muito cuidado!

O Ser de Luz é algo maravilhoso, e não vai se prestar a determinadas coisas. Não se iludam! Tenham mais respeito quando falarem em nome das Entidades, porque Eles são os nossos Mentores, são muito mais do que nossos pais. Além de pais, são amigos, amigos em nome do Amor, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Trino Araken, Mestre Nestor em gravação de aula de 7º Raio.

Trino Araken – 2


Dando seqüência aos áudios com o Trino Araken.
Kazagrande

Comercializar Mediunidade não é só por dinheiro não, é por interesses próprios, aquelas “mensagenzinhas”, aquelas coisinhas, vocês entendem bem o que eu quero dizer.

Vocês nunca não vão enganar seu Mentor, e daqui a pouco ele deixa vocês sozinhos, porque ele não tem tempo a perder. Nunca pensem que uma Entidade de Luz vai se prestar às nossas mesquinharias da Terra. Ele não tem tempo para isso, ele é de Luz porque trabalhou e trabalha.

Não se iludam com isso, jamais, jamais em Cristo Jesus uma Entidade de Luz dá Assistência a um Médium que não tem Conduta.

Seu Mentor sente, mas não vai lhe dar assistência, não se iludam. Podem observar o quê acontece com esse tipo de Médium. Não queiram nunca ser o charlatão. É preferível ser paciente aqui ou em qualquer outra Doutrina ou religião, mas não queira ser um charlatão.

O Médium sempre é tentado a negociar, a fazer trapaças. Vejam aquele Mestre que, por exemplo, abandonou a família, arranjou outra companheira, e disse assim para a esposa abandonada: "Pai Seta Branca disse que Jesus prescreverá os restos cármicos..."

Salve Deus! Vão nessa conversa que os senhores vão ver uma coisa. Não se enganem! Se querem fazer suas coisas façam, mas saibam que amanhã vocês vão pagar, cada um vai pagar. Ninguém paga por ninguém, mas cada um paga o seu.

Não usem a Doutrina, nem o ensinamento do Evangelho para desculpar os seus erros. Cada um é livre pra fazer aquilo que bem entender, e também tem consciência de que vai pagar por aquilo, não tenham dúvidas disso.

O preço é muito alto, a ser pago, principalmente quando o Médium chega no Plano Espiritual, aí que ele vê o quanto é terrível negociar a mediunidade, porque é uma coisa que vem de Deus, como que nós queremos vender, ou usufruir em proveito próprio? Se recebemos de Deus, é para em nome de Deus distribuirmos àqueles que precisam. Assim é a Mediunidade.

Poderia falar sobre Forças, Cabala, Adjuntos, Oráculos... Mas isso não vai lhes servir em nada! O que vai lhes servir é a Conduta Doutrinária.

Vocês usem ou não se quiserem, ouçam ou não se quiserem, é problema de cada um, e eu não vou ficar nem um pouquinho triste e nem chateado, porque é problema de cada um, aqui, e em qualquer Plano em que um dia nos encontrarmos, e com certeza nós vamos nos encontrar, não tenham dúvida disso, e cada um vai levar a mochilinha dele, com o que ele arranjou aqui, não é?

Lembre-se também que aquele que ainda não aprendeu, não teve a oportunidade que você teve, você tem que aceitá-lo como ele é, precisa ter paciência, como nossos Mentores têm conosco.

Vocês já pensaram se os nossos Mentores fossem nos repreender mesmo, cada vez que nós erramos? Mas por que que eles têm paciência conosco? Porque nós, para os nossos Mentores, ainda somos crianças, somos meninos, e assim nós devemos olhar aqueles que ainda estão caminhando, estão aprendendo, como meninos!

Se tivermos oportunidade devemos ensinar! Nunca corrigir, sempre ensinar. Os que quiserem aprender, aprendam; os que não quiserem hoje, talvez amanhã... O importante é colocar aquela sementinha na Mente e no Coração das pessoas meus irmãos.

Pai Seta Branca, quando vivia a encarnação de Francisco de Assis na Itália, ele era audiente, ele ouvia. E ouviu que deveria construir um templo, uma igreja.

Sem condições materiais, com seu voto de pobreza, ele e seus companheiros, com grande dificuldade construíram a tal igreja, carregando pessoalmente pedra por pedra. Depois dela pronta, e então ele ouviu dizer o seguinte: “Francisco, não era isso que Eu queria. Eu queria que você construísse Igrejas no Coração dos Homens!”

Isso que é importante meus irmãos. É construir um Templo no coração das pessoas, e é possível se realmente nós estivermos emanados com a Espiritualidade.

Somos um Povo muito comprometido, temos muitas dívidas, mas também, nos deram muita Força, basta que saibamos utilizar essa Força. E a base é a compreensão, é aprender a amar, é aprender a perdoar.

        Procurem meus irmãos, procurem sempre levar a União, nunca sejam um divisor, porque aqueles Espíritos que pertencem à Lei Negra, eles sempre tentarão dividir o Médium.

Mestre Nestor - Trino Araken

Pequeno Pajé


Muitos médiuns já me escreveram apresentando diversas perguntas sobre o Pequeno Pajé. Hoje Venho disponibilizar para vocês três grandes trabalhos a respeito desta missão, com a qual Tia Neiva tanto se alegrava e reverenciava.

O “Roteiro do Pequeno Pajé” – Este verdadeiro manual do Pequeno Pajé é muito mais que um simples roteiro. É um resgate  histórico deste trabalho, com fotos, diretrizes e ainda uma coletânea de histórias que podem ser aproveitadas junto aos nossos pequenos. Com ele é possível direcionar de forma segura e harmoniosa toda a instrução deste trabalho. Foi elaborado pelo meu grande amigo Mestre Cláudio Batista, Adjunto Oraman, que, encaminhado ao Pequeno Pajé, desde a mais tenra idade, obteve uma cura considerada considerada praticamente impossível aos olhos físicos. Para baixar clique aqui:

A “Apostila do Pequeno Pajé” – Um trabalho que desconheço a autoria, mas não há duvidas sobre seu conteúdo inspirado e precisamente prático para a aplicação nas reuniões do Pequeno Pajé. Recomendo! Para baixar clique aqui:

“O Pequeno Pajé” – Livro Original – Este é o livro original, editado por nosso saudoso Trino Tumuchy, sob a orientação direta de Tia Neiva, que dirime qualquer dúvida sobre a necessidade da implantação deste trabalho em todos os Templos. Para baixar clique aqui:

“O Pequeno Pajé” – Livreto nº 06 – Este livreto foi editado pelo Regente Araken, Mestre Bálsamo, responsável pelo Acervo de Cartas e pela Editora (em memória). Na verdade é uma pequena síntese da publicação anterior do Trino Tumuchy. Para baixar clique aqui:

O Bispo


Meados de 1984. O ano estava custando a passar, badalado de todas as formas de profecias, de alarmes e de dificuldades. Nestor estava numa fase decisiva de sua carreira cármica, mas firme como aquele “que construiu a sua casa sobre a rocha”, continuava a ouvir atentamente o “meu diário” de Neiva. Sim, Nestor, estamos em 1984. Vamos voltar para 1958, Salve Deus! Eu me via como se estivesse numa pequena embarcação, navegando sem destino em mar fremente! Tinha perdido a noção dos valores. Realmente não sabia quando iria parar, tinha medo de tudo, tinha medo até de chamar por Deus! Será que Deus era espírito? Sei lá! Eu tinha medo de que Ele me aparecesse, era mesmo uma pequena embarcação em alto mar. Tudo o que estou tentando deixar nestas páginas é vivo, vivo como este sol que nos ilumina. Com este espírito de tristeza e angústia, fui chamada para transportar uma madeira que uma mulher havia comprado de outra. Encostei o carro, quando ouvi uma mulher e um homem discutindo asperamente. Os dois estava em vias de fato, isto é, partindo para a agressão física. Eu disse baixinho, para mim mesma: com tanto espírito que tenho, vou apartar essa briga, quando alguém disse no meu ouvido: Não se meta Neiva, a briga não é sua. E continuou: A mulher está com ciúmes de você, não conte comigo, eu vou embora. Respondi: Vá Pai João, sou acostumada a estar só. Porém nunca ligou, completou ele. E partiu dando as suas risadinhas.

Eu então marchei para junto do casal gritando: parem com isso gente! A mulher apontou o dedo para o meu rosto passando o braço tão rápido que quase me pegou, enquanto que o homem, apontando para mim, dizia: Sai daqui sua intrometida, não vê que a briga é por sua causa, infeliz! Vá cuidar da sua vida. Desaforo! Ia eu dizendo, quando a turma do deixa disso me tirou dali. Enquanto isso o homem continuava a esbravejar contra mim, dizendo coisas sem nexo como: fala-se no diabo e aparece o rabo. Meu pessoal apressou o carregamento, colocaram-se na cabine e eu fui parar no outro lado da cidade, com uma vontade muito grande de chorar. Porém Gilberto e Raul estavam comigo, éramos os três chefes da casa e eu não podia fraquejar. Debrucei-me sobre o volante e fiquei amargurando aquela dor. Nisto Pai João chegou. “Foi mexer com a vida dos outros, teimosa! Eu não falei?” Estou desajustada, vou matá-los! “Baú, baú, se não matou até agora, não matará mais, nunca mais”. Você está marchando para um sacerdócio. Feio, muito feio, eu disse. Porém, já fiz concurso de feio e você nunca fez. Rimos, e eu esqueci o incidente. E a vida passava sem que eu pudesse fazer coisa alguma. Porém eu já tinha desenvolvido minha mediunidade de incorporação. Certo dia veio me consultar um casal de jovens namorados. Queriam saber da Clarividente como seria sua vida de casados. Achei ele muito bonito e ela muito feia e petulante. Pensei, pensei e não dei resposta. Tomaria partido e achara ele muito bonito para sofrer ao lado daquela moça. Ô meu Deus, tomei partido e fui ridicularizada nos planos espirituais! Sim filho, eu era uma criança e de vez em quando fazia tolices como essas. Custei a entender a mim mesma qual era a minha missão. Vivia cheia de medos da Igreja, do pecado mortal etc. Depois do último erro, eu já estava mais doutrinada, quando me vieram dizer que havia um bispo na porta, querendo falar comigo.

Como? como você sabe, mulher? Porque sou a clarividente que o senhor procurou.

Gritei meus áis! Que querem fazer comigo? Um sacerdote de Deus! Fiquei por ali, sem saber o que fazer. Mãe Yara chegou e foi me levando para a Kombi onde se achava o sacerdote. Ele foi logo me dizendo: “Soube do seu fenômeno e me perguntou”. Chovia muito e me deixaram sozinha com ele na Kombi, cheia de medo, porém lembrando-me “dos meus olhos que eu tinha entregue a Jesus”, e de que não poderia mentir, como por exemplo, dizer que eu não era espírita nem clarividente. Não tinha por onde escapar. Em que os espíritas se apegam? Na reencarnação? Mãe Yara veio. Padre fui dizendo, seus pais são dois velhinhos que são dois santinhos. Deus lhes deu a graça de terem um filho como o senhor, mas porque eles têm também outro filho que é epilético e vive pelas ruas embriagado? “Como?, gritou ele, como você sabe mulher? Porque sou a clarividente que o senhor procurou. Sim, disse ainda, dívidas do passado. Seus pais e o senhor ainda se endividarão mutuamente. Disse-lhe ainda mais algumas coisas do irmão dele. Ele deu um gemido, como quem sente uma grande dor. “Realmente, meu irmão”. E foi despedindo de mim como se sentindo incomodado. Depois, se possível, se eu pudesse ir até onde ele morava. Tudo que eu lhe disse é verdade. Não, eu não sairia dali! Tudo foi muito desagradável. Falei com Mãe Yara e ela me disse que não ficaria só nisso, outros e outros me abordariam. Foi uma dura experiência, porque realmente eu gosto da Igreja. Fiquei triste por uns dias e deveras impressionada com o susto do padre. Há outras passagens de minha vida que podem elucidar muita coisa para você que não estão escritas. Isso eu farei em outro livrinho. Um velho amigo, chegando de Uberlândia me convidou para a despedida do Zé e sua noiva. Dirigimos para um pequeno bar e lá ficamos, cantando e bebendo, todos se despedindo. Voltaram para seus lugares e estavam apaixonados em me deixar ali em Brasília, na Cidade Livre, no Núcleo Bandeirante. Tomei novamente cerveja, eu que não tinha desejos por bebidas. Em toda minha vida eu vivia para meus filhos.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Mensagem do Ministro Ypuena



A Seguinte mensagem foi gravada na Reunião de Componentes do Adjunto Ypuena em 12 de setembro de 2010. Abaixo republico um texto pertinente a este assunto, que postei no início deste Blog. Kazagrande

Salve Deus meus filhos Ypuena!

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Durante a minha vinda, a minha descida até a mansão hoje, passei por vários jaguares desencarnados, que gritavam, me pedindo que ensinasse a eles a lei do perdão.

O perdão é uma força desobsessiva, que faz, naquele que a exercita, a cura.

O perdão é o maior de todos os dons que o jaguar pode manipular reencarnado. Por isso, Jesus nos ensinou no Sermão da Montanha, base da Doutrina Crística, o Pai Nosso, aonde diz: “Perdoa as nossas dívidas se nós soubermos perdoar-lhes os nossos devedores.”

Eu temo meus filhos Ypuena, que alguns Jaguares, por não saber manipular a lei, a força do perdão, possam perder as suas reencarnações.

Jesus foi o símbolo, no orbe, nesse plano físico, que o perdão cura, o perdão constrói, o perdão faz curar os transcendentes dos que estão reencarnados sobre a lei física. Por isso meus filhos, Lucas, o apóstolo, descreve a crucificação do Cristo. “E Ele dizia em voz baixa e repetidas vezes: - Pai perdoa, eles não sabem o que fazem.”

Então meus filhos jaguares, meus filhos Ypuena, vamos exercitar o perdão aos nossos familiares, aos seus filhos, aos seus pais, aos seus vizinhos, porque o perdão é antes de qualquer coisa, a força maior que o jaguar pode doar a si mesmo.

E, como o exemplo começa em casa, eu quero que o Lacerda chame a sua ninfa à minha presença. (O Ministro Pede ao mestre Lacerda que peça perdão à ninfa Genis e fala também a ela para pedir perdão ao mestre Lacerda. Em seguida, o Ministro promove o pedido de perdão entre o contingente, que cada um peça perdão para os que estão ao seu lado, em voz alta).

Graças a Deus filhos! Salve Deus! Pai João já nos ensinou, há décadas: “Quando matamos, semelhamos aos animais, quando perdoamos somos a imagem e semelhança do Cristo.” Por isso essa força chamada perdão, está no povo Ypuena para manipular em favor dos cegos, dos mudos e dos incompreendidos.

Esse Povo Ypuena, dentro da casa do Pai Seta Branca, exercitando o perdão, cura.

Por isso filhos, vim até vós no dia de hoje, para que nós todos pudéssemos usufruir dessa força e manipularmos o perdão ensinado pelo Cristo.

Quero pedir, nessa oportunidade, que vocês mantenham a conduta doutrinária neste fim de ano, sob todas as formas.

Vamos passar por pesadas turbulências até a Benção do Pai Seta Branca e o povo Ypuena, mais uma vez, será a porta aberta para que nela entre o perdão àqueles que nos estenderem as mãos pedindo socorro. (O Ministro pede ao mestre Lacerda que faça a contagem. Após a realização da contagem, volta a falar).

Salve Deus Lacerda! A missão está cumprida! Está consumada! Estou colocando em suas mãos, filhos Ypuena, uma rosa vermelha. Ela vem do jardim do Pai Seta Branca, o Simiromba de Deus! Boa sorte filhos! Salve Deus! CTPY, 12/09/10.


Perdão? - Todo mundo erra...

Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: "todo mundo erra!".

Essa afirmativa está correta, porque a terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito.

A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre.

Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar.

Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição.

Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos.

No entanto, se você admite que "todo mundo erra", porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias?

Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros?
Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo.

Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado.
Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa.

Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer.

Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes.

O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar.

Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm.

Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros?

Não tenho a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece.

Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão.

E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias.

Ou será que só nós temos o direito a tropeçar?

A terra é uma escola de aperfeiçoamento da humanidade.

As pessoas que aqui estagiam, estão se preparando para conquistar mundos mais adiantados, universidades mais avançadas.

Por essa razão, vale à pena prestar atenção no seu aproveitamento pessoal, e deixar aos outros o dever de cuidar dos próprios atos.

Pois a cada vez que deixamos o corpo físico, pela desencarnação, uma nova avaliação é feita e todos, sem exceção, receberemos conforme nossas obras.

Kazagrande

Enviado originalmente por email em outubro de 2009, e publicado na criação do Exílio do Jaguar em Março de 2010.

Apostila da Recepção


Atendendo a diversos pedidos venho disponibilizar para todos a “Apostila da Recepção”, elaborada em 25 de abril de 2004, pelo Adjunto Prerô, Mestre Itamir e sob supervisão direta do Adjunto Japuacy, Mestre Valdemar.

Neste pequeno trabalho podemos encontrar as informações básicas que todo Recepcionista deve dominar: As explicações corretas a serem dadas aos pacientes e a forma como um Recepcionista deve se conduzir em cada Trabalho.

Desconheço se houve uma segunda edição ou revisão final neste trabalho. Eu mesmo gostaria de rever e reeditar, mas infelizmente é um projeto que o tempo não me permite assumir. Quem sabe futuramente e com o precioso auxílio de vocês, isso se torne possível.

Um fraterno abraço e boa leitura!
Kazagrande


Em sua folha de abertura consta o seguinte termo:

Esta apostila foi elaborada pelo MESTRE ITAMIR DAMIÃO – ADJUNTO PRERÔ, para atender as necessidades do aprimoramento do (a) recepcionista da Doutrina do Amanhecer, visando à expansão de seus conhecimentos, para melhor servir aqueles (as) que nos procuram em busca de uma orientação espiritual e um lenitivo para as suas dores sem com isso fazer proselitismo.
Assinada pelo Mestre VALDEMAR FERREIRA DE SOUZA - Adjunto Japuacy
e
Mestre ITAMIR DAMIÃO - Adjunto Prerô

No final encontramos:

Salve Deus!
Somente o homem altamente consciencioso é capaz de distinguir se está realmente cansado ou simplesmente com preguiça!
Vale do Amanhecer-DF, 25 Abril de 2004

TERCEIRO SÉTIMO

A pedidos: O Terceiro Sétimo dos Cavaleiros da Luz

Oficialmente o Trabalho foi editado de três formas: Uma apostila, um livrete e pôsteres das Princesas.

Este trabalho deve ser feito em SETE dias (ou noites), sem interrupção, sempre no mesmo horário. Não precisa ser iniciado no domingo. Pode-se começar em qualquer dia. A ilustração das Princesas foi apenas no sentido de dedicar, cada dia, a uma Princesa, mas não significa obrigação de ser este trabalho regido como é o dos Quadrantes da Unificação.

A edição do Terceiro Sétimo nos pôsteres com as Princesas foi aprovada por Tia Neiva, mas não implicou em alterações nas instruções originais que ela nos deu sobre sua realização. Embora o ideal é que use seu Aledá, ou um lugar propriamente designado para formá-lo com este ritual, o mais importante é o horário. Por isso, procure um horário mais conveniente, para seguir as instruções deixadas por Tia Neiva.

Providencie sal, perfume, velas, defumador (ou um incenso, de preferência, também de Madeiras do Oriente).

O perfume é o utilizado no Templo - Madeiras do Oriente. Se não conseguir no Templo, compre um frasco de colônia com essa fragrância, e misture em um pouco de água.

Com o ambiente defumado (ou com o incenso já devidamente queimando) e o sal e perfume devidamente preparados em um pires, ou outro recipiente, acendemos a vela.

Pedimos a permissão para esta realização aos nossos Mentores (a emissão e canto não obrigatória, mas se sentir a intuição, pode fazer) e registramos o pedido, ou pedidos, no máximo três. Lembrando que quando o Terceiro Sétimo é dedicado a outra pessoa, o pedido deve ser um só e mantido por todos os dias de trabalho. Este pedido tem que ser feito do fundo do coração.

Nos servimos do Sal (Anoday) e em posição Iniciática (braços formando antenas, como na emissão) começamos a leitura de cada conjunto de mantras, fazendo, no primeiro dia, todos os mantras; no segundo dia, começa no Segundo do Terceiro Sétimo e vai até o último; e assim por diante, até chegar ao Sétimo do Terceiro Sétimo somente.

Ao final nos servimos do perfume, emitimos o mantra do Anodai (me consagre e me ionize...).

Ao final de cada leitura dos Sétimos correspondentes ao dia, para encerrar o trabalho, emite o Mantra de Simiromba, deixando que a vela e o defumador queimem até acabar.

Assim, para cada dia, uma nova vela e um novo defumador. Inicialmente o Trino Tumuchy recomendava uma vela de sete dias, mas nunca foi exigido, ou padronizado, assim. Velas normais podem ser usadas sem qualquer problema.

Pode ser feito individualmente ou em conjunto com os familiares, desde que possam acompanhar os sete dias completos. Pessoalmente prefiro refazer os pedidos a 7º tomando novamente o sal e o perfume, ajudando assim a manter a concentração nos objetivos do trabalho, porém quando se reúnem mais pessoas para se realizar o trabalho, se torna um pouco incômodo e é preferível tomar o sal e o perfume apenas no início e no fim, realizando neste momento o pedido.

Posso realizar o Terceiro Sétimo para resolver minha vida material, ou só serve para a cura, doenças, dificuldades familiares, etc?

Sim! Claro que pode! Se tiver merecimento para isso, com certeza irá receber. O Trabalho de Terceiro Sétimo é uma junção de forças em seu próprio favor. É muito difícil que você venha a ganhar na loteria e resolver sua vida, mas com certeza receberá a força necessária para enfrentar a situação complicada pela qual passa e também a intuição precisa para saber como se conduzir neste momento. Sabendo aproveitar e acreditar, tendo fé, seus caminhos se abrirão. De experiência própria atesto que grandes libertações podem ser obtidas!

Existem algumas recomendações particulares para situações especiais, que podem ser passadas individualmente, para não expor-las de forma desnecessária.

Salve Deus!

Kazagrande

ANODAÊ - realização na individualidade, servindo-se do sal e do perfume.

PÉROLAS – bônus.

CONTAGEM DAS ESTRELAS - precisão do trabalho, lei.

Apostila das Jaçanãs



Este manual foi gentilmente cedido pelo Adjunto Numanto, Mestre Juliano, que fielmente recompilou o acervo cedido pela primeira Jaçanã, Ninfa Lua Dulce.

Agradeço de coração a este querido irmão, pela sua iniciativa em auxiliar a semear o bom e produtivo entre todos nossos irmãos e irmãs.

Kazagrande

Obs.: Caso tenham alguma dificuldade para baixar, solicitem pelo e-mail kazagrande@bolivia.com

Agradecimento ao Povo de V.Velha



A oportunidade que me foi concedida em comandar o Leito Magnético no Templo Olamor foi muito mais do que eu poderia avaliar! Representou o marco do início do retorno a pátria amada.
A receptividade do povo, do presidente e dos amigos trouxeram, a este coração espartano, a certeza da necessidade de uma convivência direta com meus irmãos e irmãs, que vibram comigo, em todas as partes do Brasil, nesta pequena jornada no exílio e no Exílio do Jaguar.

O marcante encontro com “Tia Rosalba” e a família do saudoso Adjunto Magano, onde pude verificar o carinho com a memória deste Mestre, no memorial criado em sua homenagem, com tantas fotos de um passado que me levou às lágrimas; e com uma emanação de respeito autêntica e repleta de carinho  e amor sincero!

Rever meu compadre Paulo Mairink, e toda esta família, que me acolheu em minhas primeiras visitas ao Espírito Santo, ainda sem a companhia do Adjunto Aluxã, trouxe a certeza da presença de amigos, de irmãos com um elã de ligação espiritual que deve datar de muitos séculos.

Mestre Rafael Colona, mais que amigo, meu irmão!!!

Mestre Lélio e sua Ninfa, com o coração aberto, receberam-me com total dedicação contando a história de suas jornadas e projetos, dando a oportunidade da palestra de Domingo e deixando as portas abertas para novas visitas!

Mestre Leonardo Loubak, que em sua condição de Devas, apresentou-se com total disponibilidade em auxiliar-me.

Mestres e Ninfas de origem Aluxã, que reencontrei depois de tanto tempo...

O carinho de tantos irmãos e irmãs, que vibram com esta pequena jornada, buscando um livro, uma palavra, um aperto de mão... Como descrever a emoção? Não há um pingo de orgulho, eu lhes asseguro, mas sim, uma consciência total da responsabilidade de preservar e ser digno de tudo que recebi.

E, meu “mano novo”, Mestre Juliano Leite, editor do Diário do Jaguar, que, com as lágrimas do reencontro transcendental, abriu as portas da Morada da Barra, para a vibração deste velho irmão exilado. A ele, e aos leitores do Diário do Jaguar, concedi a entrevista que pode ser conferida no link: http://diariodojaguar.blogspot.com/2012/02/entrevista-com-o-adj-anavo-mestre.html

Somente pela união e pela emanação é que se pode aproveitar o potencial físico. Físico (participação), Alma (vibração) e Espírito (trabalho espiritual). Kazagrande