domingo, 1 de abril de 2012

TIÃOZINHO E JUSTININHA



          Existia uma bela fazenda, situada no município de Ponta Porã, estado de Mato Grosso, tendo como proprietário o Sr. Germano Perez, que ali vivia com sua esposa, Dª Guiomar Peres, e seus três filhos.

          Sua filha mais velha, linda mocinha paraguaia, nos seus 14 anos de idade, cabelos compridos e louros, olhos negros “rasgados”, chamava-se Justininha Perez.

          Ali vivia, em completa harmonia, esta honesta família. O Sr. Germano tinha muitos negócios com animais de criação, de inigualável qualidade. Apesar de sua nacionalidade paraguaia, já se sentia um brasileiro naturalizado.

          Em 1915, eu, Sebastião Quirino de Vasconcelos, filho de fazendeiros de Mato Grosso – Joaquim de Vasconcelos e Dª Persínia Quirino de Vasconcelos, minha mãe – estava administrando, com mão firme, nossos bens, vivendo em nossa fazenda, cercado pelo amor de meus pais.

          Certo dia, meu pai me chamou e me entregou uma quantia em dinheiro, dizendo-me:

          - Meu filho, já tens um pouco de prática, e melhor seria, para nós, se não precisasses te ausentar daqui. Porém, preciso que vás até Ponta Porã comprar uma partida de bom gado para ser solto, aqui, nestas invernadas. Esta é a melhor maneira de empregar este teu dinheiro. Dizem que na Fazenda Perez tem um gado sadio e por bom preço. Sim, meu filho, em breve estarás se casando, e deves, desde já, cuidar do teu futuro. Vá, meu filho, aproveita estas invernadas...

          Três dias depois desta conversa, estava de partida. Equipei uma tropa de bons animais, com cinco vaqueiros armados com seus bacamartes de chumbo grosso, pois era aquela região muito perigosa, infestada de onças traiçoeiras. Levei, também, dois comandantes, peritos em guiar boiadas e um crioulinho, chamado Zeferino, homem de minha inteira confiança, pois fomos criados juntos e eu o considerava como um irmão. Só que eu era claro, e ele pretinho como piche. Com os cargueiros repletos de apetrechos de cozinha e mantimentos, com as bênçãos de meus pais, partimos para Ponta Porã.

          Gastamos vinte dias em nossa jornada, e ficamos conhecendo uma porção de lugarejos, onde parávamos para descansar e pernoitar, tendo eu, na minha bela idade, namorado muitas moças.

          Chegamos, por fim, à bem formada Fazenda Perez, e fomos muito bem recebidos por um senhor gordo, de aspecto bonachão, que se apresentou como o Sr. Germano. Convidou-nos a entrar na grande casa, e ordenou que nos fosse servido o jantar.

          Depois da lauta refeição, fomos nos sentar em uma ampla sala de visitas, para podermos conversar sobre negócios.

          Nossa atenção foi despertada pela entrada de uma mocinha, com belas tranças e um ar angelical, que vinha trazer uma moringa com água.

          - Justininha, minha filha, – disse o Sr. Germano – venha até aqui conhecer estes cidadãos!

          E voltando-se para nós, continuou:

          - Esta é a minha filha mais velha. Ela é muito caseira, muito acanhada. Não gosta de festas, e só sai de casa para ir à casa da tia. É muito sistemática esta menina...

          Ela foi cumprimentando, apertando as mãos de um por um, até chegar diante de mim. Olhamo-nos como se já nos conhecêssemos, e senti meu corpo se arrepiar. Ela se retirou apressada, mas eu estava certo de que ela também sentira alguma coisa de diferente, como se já tivéssemos nos encontrado em outras eras.

          Após algum tempo, o Sr. Germano chamou Dª Guiomar, que era uma pessoa muito alegre, e nos propuseram:

          - Vamos pegar os instrumentos e cantar até a hora de dormir?

          Todos apoiamos a boa idéia e, pouco depois, chegaram alguns tocadores, acompanhados por umas mocinhas. Começaram a tocar e a cantar e, enquanto isso, os donos da casa nos serviam bebidas, doces e biscoitos.

          De repente, ouviu-se uma exclamação de surpresa do velho fazendeiro, que se deparara com Justininha sentada ali, assistindo à alegre reunião. Sua filha raramente participava desses eventos.

          O Sr. Germano pegou a mão de sua filha e pediu silêncio.

          - Justininha, agora, vai cantar em homenagem aos nossos visitantes! – anunciou.

          Justininha corou, acanhada, e nossos olhares se cruzaram. Ela, então, foi para junto de um violeiro, e iniciou uma canção, que dizia:

                    Meu amor nunca chega,
                    Eu me canso de esperar...
                    A garça branca me disse
                    Que ele não vai demorar!...

                    Papaizinho me consola,
                    Garça branca vai buscar...
                    Não é mentira do papai,
                    Meu amor já vem pra cá!

          Terminada a canção, todos aplaudimos. Eu estava fascinado por aquela criaturinha, uma linda criança! Sentia meu peito explodir de paixão pela bela Justininha. Pediram que eu cantasse alguma coisa. Peguei meu violão, e comecei:

                    Morena, minha morena,
                    Morena dos sonhos meus,
                    Lábios da cor de verbena,
                    Morena dos olhos meus...

                    Deus ao te fazer, criança,
                    Fez-te entre as flores a mais bela,
                    Dotando tua alma de esperança
                    E teu olhar de estrelas!...

                    Quero dormir em teus braços,
                    Aos gozos do coração,
                    Minha alma assim não resiste
                    A tanta ingratidão...

                    No mar de tuas madeixas,
                    Quisera eu naufragar...
                    Teus olhos negros me matam
                    Nessa singeleza sem par!

          Terminei, e todos vieram me cumprimentar. O Sr.  Germano me disse:

          - Jovem, parabéns. Tens uma bela voz, e creio que deixou muitos corações apaixonados!...

          O fazendeiro anunciou que estava na hora de dormir, e todos começaram a se retirar. Fiquei por ali, e me sentei diante do fogo que estava se apagando, mergulhado em meus pensamentos.

- É verdade, – pensava – que sempre sonhei com alguém como Justininha. Sinto que ela veio matar esta saudade que eu vivia alimentando em meu coração, sem mesmo saber de quem!

Mergulhado em meus sentimentos e em minha paixão, senti, de repente, alguém que se aproximava, às minhas costas. Virei-me, e qual não foi minha surpresa: ali estava Justininha, com sua saia bem comprida, seus cabelos soltos e uma echarpe sobre os ombros. Senti forte emoção, e, se não estivesse já sentado, por certo teria caído. Ela falou:

- Meu papaizito pediu-me para vir ter consigo. Ele me disse que você é um jovem educado e de boa família, e que parece estar triste em nossa casa!

Ela continuou, com seu ar angelical, a falar:

- Sabe, senhor Sebastião, eu queria ouvir, novamente, aquela sua canção! Gostei tanto!

E escondendo o lindo rostinho na echarpe, perguntou:

- Foi para mim que o senhor cantou, não foi? Se foi, peço que a recite agora, sem música... Quero ouvi-la novamente!

Eu não conseguia desviar o olhar daquela pequena fada. Falei, emocionado:

- Dona Justininha, quando a senhora cantou, disse que seu amor estava longe, mas já vinha para si. É verdade que ele existe e que seu pai bem o conhece? Responda-me, porque eu a amo e quero que seja minha esposa!...

A surpresa paralisou-a por um momento. Logo, sorriu e me respondeu:

- Não, não tenho nenhum amor... Sei que sinto uma grande saudade, que eu mesma não sei de quem! Só sei que ele existe e, um dia, chegará, e me levará para longe daqui. O senhor vem de muito longe?

- Sim! – respondi, emocionado – E teria coragem de casar-se comigo e, juntos, irmos embora daqui?

- Sim! Sim! – respondeu ela – Sinto que você é esse meu grande amor!... Se o papaizito e a mamãezita consentirem, vamos nos casar, e partiremos juntos... A tua canção... Sei, agora, que cantou para mim, porém, naquele momento, não gostei, porque parecia que olhava, com ternura, para Marinalva, aquela sirigaita, que eu não suporto!... E você também aplaudiu muito quando a Maura cantou! Sabe? Fiquei sem graça, com ciúme, quase com raiva, e por isso não quis mais cantar. Ainda tinha uma linda canção para cantar para você... – e concluiu com firmeza – E quando você quiser alguma coisa, peça para mim, que eu mesma virei trazer. Pode dirigir-se a mim, ouviu? Não precisa pedir nada às outras moças, porque terei o maior prazer em atendê-lo.

Ao ouvi-la, pensei como era singular aquela moça. Sentia minha paixão aumentar a cada momento. Disse-lhe, então:

- Justininha, nada quero com estas moças! Estou apaixonado por você e vou pedir a seus pais o consentimento para nos casarmos. Amanhã já irei embora, mas vamos marcar um dia para eu voltar e pedi-la em casamento...

O Sr. Germano chegou, interrompendo nosso encontro, e disse:

- Meu rapaz, está de parabéns! Minha filha até parecia um bichinho arredio e, no entanto, soubestes torná-la tua amiga. Parabéns, meu jovem, parabéns!...

Sorri como resposta e fomos dormir.

No outro dia, bem cedo, separamos o gado e fiz o pagamento. Juntei meus empregados e tudo ficou pronto para a partida. Fui me despedir dos velhos, e o Sr. Germano me contou que estava, há muitos anos, sem sair da fazenda, e que gostaria de dar um passeio com a família. Aproveitei a oportunidade, e ofereci-lhes minha casa, ficando acertado que, tão logo pudessem, iriam passar uns dias conosco, em nossa fazenda. Justininha foi até o curral para as nossas despedidas. Contei-lhe sobre o convite que havia feito e a possibilidade de conhecerem meus pais. Ela saiu chorando, e senti algo atravessar minha garganta, sufocando-me. Parti com meu povo, levando quinhentas cabeças de gado. Retornávamos pelos mesmos lugares que havíamos passado na ida, mas não tinha a mesma alegria. Meus companheiros riam-se de mim, dizendo:

- A paraguaia parece que prendeu o coração do patrãozinho!

- É verdade – confirmavam outros, sorrindo – e, pelo que vemos, vai haver festança em breve!

E ficavam sempre brincando comigo, procurando afastar minha tristeza.

Na verdade, eu tinha ânsias de gritar aquele amor que sufocava meu peito. Notei, então, que Zeferino estava como eu. Querendo ajudá-lo, num momento em que ficamos só nos dois um pouco afastados do pessoal, perguntei-lhe o que estava se passando. Ele baixou a cabeça e falou, quase chorando:

- Sabe, Tiãozinho, a verdade é que gostei muito daquela crioulinha, chamada Tianinha, que foi criada por Dª Guiomar. Nós nos demos muito bem, e se eu não me casar com ela, morro de paixão... E sei que ela também morrerá!

Fiquei boquiaberto, surpreso por vê-lo estar na mesma situação que eu. Contei-lhe sobre minha paixão pela linda menina paraguaia. Animei-o, dizendo que eu faria tudo para ver nós dois felizes, realizando nossos sonhos de amor. Ele ficou tão alegre que pegou o bacamarte e disparou um tiro para cima, cujo estampido assustou todos. Para os rapazes que se acercaram de nós, curiosos, ele disse:

- Vou me casar com Tianinha! Vou me casar! Convido todos para o meu casório!...

Prosseguimos nossa trabalhosa viagem e, sofrendo e brincando, chegamos em casa. Meus pais já estavam preocupados e saudosos, e fizeram grande festa pela nossa chegada. Logo que arrumamos as coisas, fui procurar Martinha, minha antiga namorada, e fiquei surpreso: durante os dois meses que durou minha viagem, ela ficara noiva de outro!

Seguiram-se dias de calmaria, e fui relatando aos meus pais os detalhes da viagem, inclusive sobre nossa rápida estada na fazenda do Sr. Germano e a forma gentil com que ele nos tratara. Contei, com pormenores, a paixão de Zeferino por Tiana, seu desejo de logo se casarem, mas me resguardei, nada falando de Justininha. Meus pais ficaram bem impressionados com o que contei, e demonstraram o desejo de logo conhecerem aquela família que tão bem nos acolhera.

O tempo foi passando, e já se tinha escoado quase um ano de nossa viagem. Não conseguia deixar de pensar na minha bela paraguaia, e Zeferino já começava a perder a esperança de reencontrar Tiana. Tive, então, a idéia de pedir a meu pai que enviasse um convite à família Perez para que viessem passar o Natal conosco. Ele, alegremente, concordou, e logo partiu um mensageiro, portando o convite.

Passados uns dias, eu estava no curral, na rotina do trabalho, quando chegou Zeferino esbaforido, gritando e pulando:

- Chegaram! Chegaram! Eles já estão lá em casa!

Saímos correndo, com o coração explodindo no peito. A primeira coisa que vimos foram os animais parados diante da casa. Chegamos como dois furacões, e a alegria estava em nossos semblantes e nos de nossos visitantes.

Seguiram-se dias de alegria e realizações, porque, revelados nossos sentimentos, tanto o Sr. Germano como meu pai se mostraram felizes com nossa união. Isso solidificou ainda mais a amizade que surgiu entre os dois. Algum tempo depois, realizou-se o enlace de Zeferino e Tiana. Um mês depois, casei-me com Justininha. Ela, em seu vestido de noiva, era o símbolo da pureza, embora seus ciúmes fossem os mais engraçados possíveis e todos riam da sua ingenuidade.

Fomos morar em um retiro, perto da sede da fazenda. Lembro-me bem que, quando já estávamos com cerca de dois meses de casados, recebemos a visita de umas primas minhas, que vieram de Parnaíba, e ficaram com meus pais. Justininha, ao vê-las, ficou com ciúme, fazendo suas birrinhas. Resolvi, então, me retirar, pedindo desculpas e alegando que tinha que ir encontrar Zeferino. Quando me preparava para sair, minhas primas se acercaram de mim, pedindo que eu não fosse. Justininha ergueu-se e, com um geitinho altaneiro, disse:

- Respeitem-me, ouviram? Ele é meu esposo, e quem manda sou eu. Por isso, sinhás corujas, cheguem mais perto e vão ver!...

Depois, virando-se para mim, falou:

- E você, não gostou do que fiz?

Cheguei-me a ela, e tomando-a nos braços, dei-lhe um beijo, sorrindo daquela cena.

Sim, meus irmãos, quando amamos verdadeiramente, quando estamos com nossa alma gêmea, estamos com a mais doce das mulheres e, em geral, aquelas são, aos nossos olhos, as mais belas, divinas e originais! Por este amor, perdoamos tudo, em recompensa pelo que de bom nos traz. Justininha e eu éramos eternos namorados, porém seus ciúmes continuavam. Eu bem a compreendia, ao ponto de até achar graça de seus caprichos tão infantis.

Estávamos com cinco meses de casados quando resolvemos passear na casa de uma tia minha, onde eu ficara para estudar, quando criança. Todos gostaram da idéia, e, com as recomendações dos velhos, partimos rumo à cidade de Parnaíba.

Chegamos às margens do grande rio, e era preciso usar uma chalana para fazer a travessia. Senti medo, mas nada disse. Entramos na embarcação e partimos. Ao chegar na metade do caminho, senti que não estávamos seguros, e houve uma profunda confusão. Abracei Justininha com força, e tive a sensação da morte! Foi tudo tão repentino que não consigo descrever.

Ouvi Justininha gritar e me falar em desespero:

- Tiãozinho, saia de perto dessa coruja!

E virando-se para uma moça que estava ali junto, continuou:

- Saia de perto do meu esposo, sinhá coruja! Ele é meu esposo, viu?

Vimos, então, que a moça olhava, ao longe, aquela fatal chalana, que acabava de afundar nas águas do rio Parnaíba. Depois, escutamos gritos de desespero... Olhamo-nos e logo compreendemos que não mais éramos deste mundo físico. Sim, ali ficaríamos esperando algum chamado para outras moradas!...

Depois de algum tempo, assistimos quando chegaram nossos restos mortais. Justininha em tudo reparava e ria, achando graça do que via. Porém, se alguma moça ia ver meu cadáver e fazia qualquer comentário, ela brigava e dizia coisas que me faziam rir. Tudo ali, onde estávamos, era novidade e motivo de riso para nós. Começou a escurecer e eu comecei a me preocupar conosco. Que devia fazer? Justininha parecia um frágil passarinho e se agarrava em mim. Era o que me preocupava: sua inocência e sua confiança em mim a livravam de qualquer pensamento mau. Disse-lhe:

- Justininha! Somos espíritos, e o nosso mundo, o mundo dos espíritos, me parece ser outro, longe daqui. Vamos pedir a Deus que nos mande um Guia, para bem nos conduzir, pois não sabemos o caminho e temos que chegar lá!

Ela começou a rezar a Ladainha de Nossa Senhora. Eu sabia, apenas, a Ave-Maria que minha tia havia me ensinado. Acercou-se de nós um homem, trajando como se fosse um fidalgo, que disse chamar-se Netuno e pediu que o acompanhássemos. Porém, nós tivemos medo, e não quisemos seguir com ele. Começamos a correr de um lado para outro, sendo assediados por espíritos sofredores, que mais pareciam bichos, e que tentavam nos agarrar. Chamávamos por Deus e, na mesma hora, eles se afastavam.

Já estávamos cansados de tanta perseguição, quando apareceu novamente o fidalgo e nos disse:

- Meus filhos! Sempre fui o protetor de vocês e, no entanto, me temem, pois já se esqueceram de mim. Agora, escutem o que lhes vou dizer...

Nisso, ia passando um casal de encarnados, e ele continuou:

- Sim! Vocês, agora, são espíritos! Vou lhes dar uma prova. Vá, Tiãozinho, pegue Justininha e passem por eles – falou, apontando o casal.

Lembro-me bem! Passamos através deles, e o casal apenas revelou sentir arrepios e continuou caminhando. O período que passamos vagando nos deixara na dúvida se éramos ou não desencarnados. Voltamos, então, até o nosso instrutor.

- Vamos agora – nos disse ele – até onde está aquele pequeno grupo de senhores.

Era um grupo de homens que conversavam animadamente sobre seus negócios materiais. Ficamos um pouco entre eles, e começaram a se sentir mal. Um se queixava de enxaqueca, outro dizia estar sentindo um grande peso nas costas, enfim, se foram, nos deixando sozinhos. Eu perguntei a causa daqueles transtornos naqueles senhores que, antes de nossa chegada, pareciam nada sentir. Netuno sorriu, e nos explicou:

- Quando vocês passaram pelo casal, assim como em meio aos senhores, foram-lhes fornecidos os necessários fluidos, isto é, ectoplasma, força vital.

Levou-nos para um outro lugar, e continuou:

- Agora, procurem ver os quadros de seus feitos...

Foi então que tudo se clareou para nós. Não sentimos mais medo do nosso protetor e seguimos ele para um plano de readaptação, as casas transitórias. Passamos, assim, a sermos submetidos às exigências da hierarquia espiritual.

Hoje, após várias missões, inclusive em Nosso Lar, uma Casa Transitória, aqui estamos, integrados à missão do Grande Seta Branca. Somos, também, Jaguares, junto a vocês, Mestre Sol e Mestre Lua, Doutrinador e Apará!...

Salve Deus!

2 comentários:

nossa que história linda,o amor é tudo.

Que história de amor linda,espiritos afins.Lindo demaisss!Tagana

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