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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Consciência da Missão

segunda-feira, 31 de outubro de 2011 - 10 Comments


Aceitar uma missão espiritual pode ser fácil a primeira vista, pois primeiramente vemos a possibilidade de evolução e acreditamos que o simples passo rumo à Luz mudará instantaneamente as nossas vidas e tudo será perfeito. Saúde, amores, dinheiro... Tudo vai se resolver!!!

Mas não é bem assim!

Nossa evolução, e uma verdadeira mudança em nossas vidas, são conquistas obtidas passo a passo, semente a semente.

Naturalmente, ao iniciarmos uma mudança de nosso padrão vibratório, passamos a atrair mais coisas boas e pessoas boas para nossas vidas. Desta maneira uma sensível melhora da vida física se processa, não para que nossa vida seja cheia de facilidades, mas justamente para que possamos estar em condições de manipular mais rapidamente nosso karma e estarmos em melhores condições de servir.

Se no meio do caminho paramos para questionar a missão, para duvidar e com isso baixarmos nosso padrão, os reajustes acelerados não irão embora magicamente. Serão mais dificilmente manipulados pela falta de sintonia presente.

Por isso a importância de assumir sempre de maneira consciente nossas missões.

É preciso ser confiável, ter perseverança e segurança no que sente a intuição vigente.

Recordo há um ano e meio, quando em meio da tempestade assumi esta pequena jornada no Exílio do Jaguar. Lembro-me do primeiro mês quando nem acreditava que passava de 3.000 acessos, uma média de 100 por dia. Este mês ultrapassamos 500.000 acessos individuais e mais de 3.000.000  de acessos múltiplos. Foram mais de 700 textos publicados, 9.000 e-mails e 10.000 comentários. Milhares de áudios das aulas de Tia Neiva e Mario Sassi baixados. Apostilas do Pajé, Recepção e livros espíritas, formaram mais de 20.000 downloads (só do livro “O Centuriao” foram 1.500 em um mês, nos dois links de acesso). Sem contar as redes sociais!

Relato tudo isso não por vaidade, mas para demonstrar claramente para mim e para você aí do outro lado da tela, que não estamos sozinhos, que não somos tão “Exilados” e nem tão poucos! Somos milhares vibrando em uma sintonia em prol de nossa Doutrina. Sem discriminações, sem sectarismos e principalmente em busca do bom e produtivo.

Não se sinta só! A sua missão, a nossa missão é unificar, amar, doutrinar e curar! Não importam críticas, questionamentos, lugares e Templos... “O Senhor tem Seu Templo em meu íntimo...”  - “O conhecimento de que tudo é bom me libertou do mal...”.

Tenho certeza que devo continuar! E você? Então viva esta certeza! Sinta suas intuições e se entregue ao caminho natural que se apresenta em sua vida! É sempre a melhor resposta, é sempre o melhor caminho!

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus! Obrigado pela presença de vocês em minha vida, na vida desta pequena família exilada! Em janeiro estarei visitando nosso amado Brasil, ainda não voltarei definitivamente, mas passarei um tempo sentindo no físico a ligação que tão intensamente nos une neste pequeno espaço, no nosso Exílio do Jaguar.

Kazagrande

domingo, 30 de outubro de 2011

Um pequeno histórico

domingo, 30 de outubro de 2011 - 0 Comments


Jairo Oliveira Leite Junior (neto de Tia Neiva)
Século XX, década de 50. Uma jovem viúva, de tradicional família católica do interior de Goiás, criando sozinha, quatro pequenos filhos e uma afilhada, vê-se obrigada a aprender os mais diversos ofícios para sobreviver - costureira, fotógrafa, vendedora ambulante, motorista profissional, caminhoneira... Viajando de cidade em cidade, enfrentando desafios, dificuldades e a hostilidade dos que, naquela época, discriminavam a mulher que trabalhava.

Eis que a nossa jovem, com seus filhos e seu caminhão, encontra uma grande oportunidade: trabalhar na construção da nova capital do Brasil! Instala-se na Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante, e começa sua jornada sem descanso, dirigindo seu caminhão.

Inesperadamente, seus belos olhos castanhos começaram a vislumbrar alucinações, pessoas que atravessam do nada à frente de seu caminhão, para logo desaparecerem em seguida; seres que tentam travar com ela contatos os quais ela não assimilava; incorporações que a faziam quebrar tudo à sua volta.
Em meio a este pesadelo, pensa buscar ajuda, mas onde? Na Igreja, claro. Falando com o vigário, ouve apenas palavras de consolo: “você está cansada, minha filha. Descanse um pouco e cumpra penitência, que logo isso passa”. Não passou.

Um amigo lhe sugere o psiquiatra do acampamento. “Fique tranqüila, vou lhe receitar um medicamento para acabar com as ilusões”. “Ouça, Doutor – disse ela. Neste mesmo momento eu estou tendo mais um dos meus delírios, estou vendo um senhor atrás de você, dizendo se chamar Juca, ser seu pai e ter falecido há alguns dias”.  A reação do médico não podia ser pior: “meu pai! Meu adorado paizinho! Fale mais! Onde ele está, como ele está?”. Mais confusa e desesperada do que nunca, ela foge dali deixando o médico com seu drama.

E agora? O que fazer se a igreja e a medicina não lhe explicavam o que estava acontecendo? As visões não cessavam, ela própria já se achava louca, até que conheceu uma senhora kardecista, a Dona Neném, que se aproximava dela e lhe dava, aos poucos, as primeiras lições sobre a vida espiritual. Aos poucos, ela ia compreendendo que era uma médium especial e antevia a dimensão daquele fenômeno. Já ouvindo os espíritos que se apresentavam, aprendia cada vez mais e a sendo preparada para uma grande missão.

Começaram a surgir pessoas de todos os lugares em busca de auxílio, crianças em busca de um teto. Foi-se formando uma pequena multidão ao seu redor, e ela já não tinha condições de continuar trabalhando.

Depois de um chamado da espiritualidade, ela, D. Neném e toda aquela gente se mudam para Alexânia. Lá, em 1959, orientadas pelo espírito de Francisco de Assis, manifestado na roupagem de Pai Seta Branca, elas fundaram uma nova doutrina, chamada de União Espiritualista Seta Branca. Novas instruções eram trazidas do céu todos os dias, formando rituais e preparando aquela gente para uma vida missionária.

Anos de muitas dificuldades e trabalho se passaram, almas encaminhadas e pessoas curadas. Cada vez mais atuante, a espiritualidade as orienta para um outro caminho. A missão não podia continuar ali.

Sem a presença de D. Neném, nossa médium partiu com seu povo para Taguatinga, onde os sacrifícios e os problemas continuaram.

Seus filhos, que cresceram vendo a mãe na missão incansável, estando ao seu lado em todos os momentos, começaram a formar suas próprias famílias.

Um dia, um visitante lhe chamou sua atenção. Pai Seta Branca, o Assis, lhe apontou aquele homem como um parceiro do seu trabalho. Unidos pela afinidade e pela transcendência de seus espíritos, ela e Mário partem para o local onde hoje é o Vale do Amanhecer, para ali darem prosseguimento àquela  doutrina, que se desenvolvia a cada dia.

Os anos foram passando, mais e mais pessoas se uniam à médium, cuja clarividência se tornava mais intensa e mais sublime. A espiritualidade trouxe àqueles médiuns a iniciação crística, o mestrado, as indumentárias e os trabalhos iniciáticos.

A magia e a ciência espiritual juntas, num só lugar. Heranças transcendentais das mais ricas civilizações do passado, das mais belas doutrinas, trazidas por intermédio de sua mediunidade e, unificadas, formando um só sistema.

Em 1985, Tia Neiva partiu para o mundo com o qual aprendeu a conviver dia e noite, mas nos deixou o seu filho, o Doutrinador, preparado para levar o amor e a Luz do evangelho à humanidade.

Fruto de sua vida missionária, o Vale do Amanhecer, é hoje esta luz que conhecemos.

Tia Neiva: Um exemplo de vida, de amor e de fé

Jairo Oliveira Leite Junior (neto de Tia Neiva)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Qual Ditador queremos derrubar?

quarta-feira, 26 de outubro de 2011 - 2 Comments


Texto do Mestre Lua Anderson Augusto

Recentemente, os acontecimentos no Norte da África, no país conhecido como Líbia, têm-nos chamado a atenção. Há notícias de um povo reprimido, sob uma ditadura, que finalmente agora pode ‘conquistar’ a sua liberdade. Será?

“As pessoas com as quais nascemos e vivemos na Terra são os primeiros e mais importantes instrumentos que recebemos do Pai, para a edificação do Reino do Céu em nós mesmos. Quando falhamos no aproveitamento deles, que constituem elementos de nossa melhoria, é quase impossível triunfar com recursos alheios, porque o Pai nos concede os problemas da vida, de acordo com a nossa capacidade de lhes dar solução.” (Livro Jesus no Lar, de Chico Xavier).

Todos os acontecimentos são a força de Deus, disto não podemos nos enganar. Mas se vibrarmos a desfavor de qualquer ser vivente, mesmo sendo considerado um ditador, o que em nós haveria de diferente do mesmo?

O que consideramos Pátria, de certo modo, é um tipo de família onde são agrupados espíritos que precisam trabalhar uma especificidade do egoísmo ainda presente em suas consciências. Então, cada povo tem o governo que merece. No Brasil, o “levar vantagem” é patente e de conhecimento comum, mas quando aos poucos vamos observando que ao levarmos vantagem, vibrando nisto, outro poderá estar perdendo e consequentemente sofrendo, assim começamos a desvendar o equilíbrio do Universo.

Os ditadores, autoritários, despóticos ou outros personagens de características de mando não se fortificam e se mantêm à frente por uma questão de sorte, ou de conquista própria ou por comodismo de alguns que não ‘lutam’; são eles tão somente os representantes das consciências que o elevam por trazerem em si, mesmo que não declarados, os mesmos traços da vontade de dominação ou do ganho individual. Assim, Deus, em sua infinita sabedoria, reúne a todos.

Mahatma Gandhi já dizia: “Seja a mudança que você quer ver no mundo.”

Sejamos então o despertar desta mudança, não buscando os problemas no outro, mas olhando primeiramente dentro de nós, no ditador que pode estar planejando chegar ao poder em nós, vibrando numa atitude de dominação. O verdadeiro senhor é aquele que domina a si próprio.

O mais fácil é acompanhar as reportagens, reunir-se em grupos e falar mal de quem encontrou um desfecho cármico tido como desfavorável ou julgado "merecido", mas isto até o pagãos fazem. Cristo Jesus não fugiu da cruz, foi sim, de encontro à mesma. Depreciar o mais "errado" do seres é fortificar o próprio ego, é ver-se melhor que a imagem ilusória que alimenta o caminho do afastamento da unicidade.

O Governo externo, de um país, com suas leis e características, este é o necessário para que cada um busque a sua trajetória para a consecução do brilho interior. Culpar, demonstrar, atingir, isto até os pagãos fazem. A verdadeira coragem é como o Apóstolo Paulo nos demonstrou, que mesmo encarcerado, viu ali uma possibilidade de aumentar a fé daqueles que o viam na firmeza do caminhar Crístico. Podemos até sentir medo de perder alguma liberdade, mas de que adiantaria ganhar o mundo a troco de uma luz que se apaga?

O homem, construído de tanto conhecimento, mas quase sempre desprovido de sabedoria, ainda crê controlar os acontecimentos do mundo. O menor dos servos não pode se considerar o maior dos homens, mesmo exercendo funções ou cargos de liderança. Muito deste aprendizado poderia ter sido colhido no período da Revolução Francesa, mas pela não obrigação do entendimento, as histórias se repetem.

A revolta é só um sintoma, e acreditar que a sua execução soluciona outros sintomas, como a violência, é uma descaracterização da simplicidade do âmago de cada um. São mesmas faces de uma moeda sem valor ... O Mestre Jesus não se revoltou contra as prostitutas, juízes ou cobradores de impostos, pois sabia a função de cada um no plano universal de evolução e não via erro neles como a maioria na época vislumbrava. Outros estereótipos de possíveis causadores do “mal” continuarão a surgir, desde que haja a força vibracional que os sustentem, não pela culpa e sim pela falta do perdão.

Afinal, qual ditador queremos derrubar?

Salve Deus!
Anderson Augusto
Mestre Lua

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Canal Vermelho

segunda-feira, 24 de outubro de 2011 - 5 Comments


A vinda do Divino Mestre para o plano físico da esfera terrestre foi um grande evento a nível sideral também!

A encarnação de um Ser tão especial, do Espírito responsável por este planeta, requereu uma gigantesca operação que envolveu todos os Trabalhadores da Luz em uma movimentação inigualável de Amacês que “rompeu” a crosta etérica que praticamente “fechava” o caminho de retorno dos espíritos desencarnados, os mantendo presos no etérico.

A explicação da expressão proferida por Jesus: “Eu sou o caminho...” nunca quis dizer que quem não fosse “cristão” não evoluiria! Isso seria uma contradição à todos os preceitos que o Mestre nos deixou. Significaria ainda que a maior parte da humanidade, que possui outras crenças, não teria acesso ao caminho de Deus.

Jesus ao se denominar “O Caminho”, expressava que Ele reabriu o caminho fechado pelos seres que passaram a dominar o etérico da Terra! Sua vinda significou esta abertura, não apenas pela mensagem, que veio depois, mas pelo próprio acontecimento de sua chegada ao plano físico. A movimentação sideral reabriu o caminho por onde TODOS podem agora voltar a trilhar o ciclo evolutivo sem estarem presos ao círculo vicioso do Karma sem perdão, do dente por dente, olho por olho.

Com esta ruptura da crosta etérica, se criam sete novos planos dimensionais de acolhimento dos espíritos.

Nos primeiros planos, mais próximos da Terra, mas já fora das energias pesadas do etérico, foram estabelecidas as Casas Transitórias. Entre elas: O Canal Vermelho!

O Canal Vermelho é uma verdadeira nação espiritual, um país. Seu nome faz referencia a iluminação local onde a tônica desobsessiva impera e os espíritos passam a ter a oportunidade de completar um ciclo evolutivo, mesmo já estando desencarnados, e se prepararem para uma nova programação para próximas reencarnações.

Com o advento do filme “Nosso Lar”, podemos ter uma idéia do que é uma Casa Transitória, mas o Canal Vermelho apresenta-se em um formato mais vibrante e parecido com a Terra. As emoções, reencontros, tudo acontece de forma intensa e a vivência espiritual é similar a terrestre.

Tia Neiva contava que lá todas as religiões se encontravam, e também existia um grande Templo do Amanhecer, onde nós Jaguares, teríamos a oportunidade de complementar os trabalhos que iniciamos em nosso templo aqui na Terra.

Também relatou que um espírito pode permanecer por ali até sete anos de nosso tempo físico, vivenciando cada passagem interna de acordo com seu padrão vibratório ou suas conquistas e merecimento.

O Canal Vermelho é o caminho da evolução. Oferece oportunidade de um espírito ajudar seus entes queridos que deixou na Terra. Há muitos casos de desencarnados que trazem restos de seus carmas a serem eliminados, e isso é feito através do resgate pelo seu trabalho na Lei do Auxílio.

No Canal Vermelho o espírito faz sua recuperação e quando sente a necessidade de reencarnar, consulta seu Mentor, que avalia suas condições e, se favoráveis, dá início ao plano reencarnatório, propiciando o roteiro para sua reencarnação.

O Canal Vermelho é um verdadeiro mundo, com sete planos evolutivos, que surpreendem um espírito que consegue manter sua consciência. Seu conjunto varia de acordo com cada plano, havendo, por exemplo, nos planos intermediários, cidades de aspecto artificial, com belos e enormes jardins, praças, pontes, grandes edifícios e uma vida complexa, iluminadas por uma luz que varia em vários tons de lilás.

Existem muitos lugares com atividade bem definida, como UMATÃ, local para a adaptação e recuperação dos espíritos que, na Terra, freqüentavam diversas religiões e doutrinas, tais como seguidores da Umbanda, Candomblé, Protestantismo, Catolicismo, etc.. Também encontramos a TORRE DE MARCELA, no limiar do Canal Vermelho, um conjunto arquitetônico que se parece com as habitações da Terra, separadas uma das outras por campos de força e onde um habitante de campo vibratório diferente não penetra a não ser que o morador o permita.

Nossa grande atividade, na Doutrina do Amanhecer, está ligada aos planos do Canal Vermelho. O Jaguar quando dorme, estando em condições de trabalhar, isto é, com vibrações elevadas e com seu Sol Interior equilibrado, se desdobra e vai até o Canal Vermelho, levando seu magnético animal para tratar aqueles espíritos, liberando energia vital iniciática que propiciará a libertação de inúmeros sofredores.

Na carta “Meus Primeiros Passos no Canal Vermelho”, Tia Neiva conta, na primeira parte - A Adúltera - sua visita a esta Casa Transitória, levada por Amanto, que lhe explicou estar na camada etérea da Terra, no invisível do planeta, aquele mundo dos espíritos desencarnados que ainda não tinham condições de chegar às estrelas ou ao planeta-mãe. Amanto mostrou-lhe as longas filas de espíritos que aguardavam seus embarques para as casas de recuperação, espíritos que já não precisavam ficar ali por terem chegado à consciência de serem desencarnados, de terem completado seus programas na Terra, seus reajustes.

Amanto prosseguiu: estavam ali apenas para completarem seus tempos e receberem alguma disciplina; no Canal Vermelho as paixões ainda vibram, mas tendem a se extinguir; é uma Casa Transitória com condições técnicas especiais, pois tem comunicação direta com o plano físico, o que permite a transferência do ectoplasma humano diretamente por seus portadores; com esse fluído os reajustes podem se completar em condições muito semelhantes às da Terra física; os médiuns ativos, quando vão dormir, se transportam ao Canal Vermelho, levando preciosa energia mediúnica, continuando ali, à noite, as tarefas que haviam iniciado durante o dia, na Lei do Auxílio.

Amanto explicou: “O tempo do presente ciclo da Terra está quase terminado e, com isso, todas as atividades estão se acelerando. Milhões de espíritos ainda têm que completar seus reajustes e a tarefa dos Mentores Espirituais é imensa. Não existem na Terra trabalhos de passagem o suficiente para dar conta de tantos espíritos; a doutrinação é incompleta, o ectoplasma não dá e o tempo dos trabalhos é curto demais. Por isso, os engenheiros siderais construíram canais como esse. Particularmente, esse canal se comunica diretamente com o Vale do Amanhecer. Quando o doutrinador faz uma entrega e o espírito ainda não está pronto para Mayante, este vem diretamente para um dos departamentos do Canal. Na primeira oportunidade, que pode ser na mesma noite ou algum tempo depois, o doutrinador vem completar sua doutrina. Ele, como encarnado, tem a capacidade de trazer consigo seu ectoplasma. Devido à semelhança do ambiente, o espírito ainda se sente na Terra e fica mais susceptível de receber a doutrina. É por isso que dizemos que o Templo do Amanhecer trabalha vinte e quatro horas por dia!”.

E a explicação continuou, dizendo Amanto que o Canal Vermelho é, em certo sentido, uma extensão da Terra, embora tudo ali seja matéria etérica, de outra natureza, outra dimensão; mas, da mesma forma que na Terra física, as energias que suprem aquela Casa Transitória são oriundas do Sol e da Lua.

Amanto levou Tia Neiva, que estava extasiada com a simetria das árvores, a relva verde e aparada, com algumas flores amarelas, semelhantes a margaridas, até um prédio imenso, com um letreiro luminoso informando ser ali o “Credo Universal”, e logo depois “Umbanda”. Tia Neiva viu que se formava uma fila para entrar, embora aqueles espíritos aparentassem indecisão. Amanto falou que aqueles eram médiuns umbandistas, recém-chegados da Terra, que haviam cometido faltas contra as leis da Umbanda, por terem comercializado sua mediunidade. Agora, iriam sofrer um pouco, iriam se conscientizar, até que chegassem seus cobradores para o reajuste. Esses cobradores seriam as pessoas que lhes deram dinheiro e os Exus com quem trabalharam. “Como você sabe, Neiva, os Exus são um pouco produto da ganância dos seres humanos. As invocações e chamadas só fazem aumentar suas forças. O médium que os invoca lhes dá oportunidade de se afirmarem nas suas metas, e isso nada tem a ver com a Umbanda!” - disse Amanto.  Parte final do Mestre Bruno

Kazagrande
Extraído do Livro “O Centurião”

sábado, 22 de outubro de 2011

Jogando fora

sábado, 22 de outubro de 2011 - 7 Comments


Fazer uma defumação em casa, de vez em quando, é muito bom!

Dentro de nosso preparo doutrinário passamos a compreender que estamos cercados de energias. Estas energias são atraídas pelo nosso padrão vibratório, nossos pensamentos, sentimentos e também nossas “coisas”, ou seja, nossos objetos pessoais tornam-se impregnados pela nossa energia. Por isso a necessidade de um cuidado especial ao guardar nossas armas e uniformes (estão impregnados com nossa energia mediúnica empregada nos trabalhos e consagrações).

O ambiente em que vivemos, convivemos e trabalhamos também fica impregnado de energias.

A defumação, em uma combinação da essência exalada e dos mantras emitidos, tem o poder de desimpregnar a energia negativa, aliviando o ambiente e trazendo uma natural sensação de conforto após a sua realização. Também “desaloja” irmãozinhos que podem estar encontrando um ambiente que desejam passar a conviver, sem que tenham méritos para isso. Alaruês, atraídos pelo turbilhão de nossos pensamentos, podem ser afastados em uma simples defumação domiciliar.

Porém é preciso algo mais... De nada adianta defumar um ambiente se mantemos coisas e objetos repletos de uma energia “suspeita”. Vou explicar este “suspeita”: coisas que você não usa, roupas que você não gosta ou não usa há um ano, coisas feias, coisas quebradas, lascadas ou rachadas, velhos escritos, bilhetes, plantas mortas ou doentes, publicações antigas, remédios vencidos, meias velhas, furadas, sapatos estragados... Tudo que verdadeiramente não é mais útil, ou necessário, e que insistimos em “guardar” em algum canto, geralmente transformado em “cantinho de bagunça”.

Teias de aranha, livros empoeirados, sujeiras escondidas por preguiça, gordura incrustada... Não podemos conceber que qualquer destas coisas ou situações tenha uma “energia boa” agregada. Muito pelo contrário... São verdadeiros venenos para o padrão do ambiente!

O cansaço, a depressão, o desânimo aumentam quando estamos em um ambiente cheio de uivadas (termo boliviano para “entulhos”). Você olha a sua bagunça e se sente desorganizado, limitado, apegado ao passado!

Limpar a casa e desfazer-se de tudo que se acumula por nossa falta de zelo ou apego injustificado, é uma das melhores maneiras de mudar e controlar o seu próprio padrão vibratório! Se a limpeza for acompanhada de uma defumação então... Salve Deus!

Você irá se sentir mais saudável, mais criativo, com “espaço” livre (físico e mental) para criar novas coisas, para trazer coisas boas e produtivas. Até sua convivência com as outras pessoas do ambiente melhora sensivelmente, e por diversos fatores que não vou nominar para não deixar muito extenso este texto.

Hora de doar, vender ou jogar fora! Pergunte sinceramente por que guarda esta coisa? Esse negócio tem alguma coisa haver comigo hoje?

Livrou-se das “uivadas”? Agora sim! É hora da defumação!

Kazagrande

terça-feira, 18 de outubro de 2011

QUANTAS VEZES!

terça-feira, 18 de outubro de 2011 - 1 Comment

  
Quantas vezes trilhamos em vidas,
Quantas vezes prometemos e não cumprimos,
Quantas vezes amamos e não fomos amados,
Quantas vezes pedimos e não ouvimos,
Quantas vezes recebemos e não distribuímos,

Quantas vezes mais iremos errar? Será que o nosso tempo ainda é de reparação?

Quantas vezes deveremos regressar para entendermos o ingressar, será que estamos preparados para o regresso?

Quantas vezes paramos e pensamos,
Quantas vezes meditamos,
Quantas vezes nos doamos,
Quantas vezes nos perdoamos,
Quantas vezes nos entendemos,
Quantas vezes fomos tolerantes, pacientes, amorosos,
Quantas vezes oramos,
Quantas vezes agradecemos,
Quantas vezes mais andaremos.

Será que nesta vida estamos fazendo o suficiente?

Será que realmente estamos praticando o bem na lei do auxilio e da caridade? Ou ainda estamos confusos?

Quem já parou e pensou na sua missão, ainda temos dúvidas?

Quem está preparado para verdadeiramente servir.
Quem quer construir para abrigar,
Quem quer hoje dar para amanhã receber,
Quem quer ser semente nesta vida para florescer em outra.
Quantas vezes perfumará a sua caminhada.

Quantas vezes mais caminharemos por nossa necessidade, mais receberemos, mais conheceremos.

Porque só o Amor Incondicional nos dá chance de seguir quantas vezes...

Assim foi a caminhada de Jesus na terra, ele fez a história Cristã, nos deixou por quantas vezes exemplos em Sua passagem, e seu Pai, o Criador, “Deus Onipotente”, nos deu Pai Seta Branca, ele que quantas vezes amou e nos dá a oportunidade de quantas vezes mais “AMAR”.

SALVE DEUS!

Yuricy Missionária
Maria Divino/ DEZ 2005
Templo Abazo – Estados Unidos

CÓDIGO MORAL DO CAVALEIRO DA CRUZ DO CAMINHO


Ama o bem. Ignora o mal

Sê bondade, justiça e compaixão.

Sê paciente, calmo e comedido.

Não te entregues jamais à cólera ou ao orgulho.

Sê puro, sensível e doce.

Sê confiante, satisfeito e aberto aos outros.

Sê moderado em todas as coisas.

Evita os excessos.

Sê humilde, amável, modesto, generoso e respeitoso para com os outros.

Sê verdadeiro em palavras e em atos.

Diz a verdade.

Não mintas nem difames jamais.

Sê prestativo e benévolo em relação a tudo que existe.

Ama e protege a vida.

Propaga a paz e a harmonia.

Não manifestes agressividade em nenhum plano.

Kazagrande

domingo, 16 de outubro de 2011

Viagem para Olinda

domingo, 16 de outubro de 2011 - 0 Comments

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O MÉDIUM - INCORPORAÇÃO

quinta-feira, 13 de outubro de 2011 - 1 Comment


Sempre se considerou, até o esclarecimento da mediunidade do Doutrinador, que médium era quem incorporava, via e/ou ouvia espíritos.

Na verdade, a mediunidade de incorporação é um fenômeno natural e observado deste os mais remotos temos da história da humanidade.

O médium de incorporação acumula a energia produzida em excesso (fator que efetivamente caracteriza um médium) na região do plexo solar, com o sangue afluindo com maior pressão nessa região, empobrecendo a irrigação cerebral e, com isso, amortece os principais sentidos (lembremos que o fator ectoplasmático está intimamente ligado ao sangue e fluidos corporais e verbais).

Quando chega ao Mediunismo, o Incorporador nato apresenta incômodos na parte inferior do corpo, principalmente no aparelho digestivo, rins, bexiga e outros órgãos energizados pelo plexo solar e circunvizinhos.

É muito comum, também, apresentarem incômodos na coluna.

Como conseqüência direta desses males, ele sofre cronicamente de dores de cabeça, tonturas e sintomas semelhantes.

Psicologicamente os sintomas são de fobias, alucinações, insegurança, irritabilidade, emotividade exagerada e até histeria.

A primeira medida, no seu desenvolvimento, é fazê-lo sintonizar com o seu Mentor (Veja 2º item do capítulo II). Ele é a garantia do equilíbrio do médium.
Convida-se o candidato a se concentrar, de olhos fechados, de pé, e a respirar profundamente. Mediante a aplicação das mãos, da cabeça para baixo, sem o tocar, o Doutrinador magnetiza o aparelho. Esse trabalho deve ser acompanhado de leve hipnose, através de palavras repetidas. Pede-se ao médium que imagine seu Mentor, e vai-se sugerindo sua presença, mediante chaves próprias.

Na maioria dos casos, o médium incorpora na segunda ou na terceira tentativa. Se ele apresentar sintomas de angústia, deverá ser submetido a uma enfermagem, na mesa mediúnica, e voltar ao processo.

Assim que o médium  se habituar a incorporar o seu Mentor, sempre que for solicitado, e na presença de um Doutrinador, ele deve ser encaminhado à mesa e ali incorporar sofredores, assistido pelos Doutrinadores.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

As dores do verdadeiro missionário

terça-feira, 11 de outubro de 2011 - 5 Comments


Todo espírito que encarna na Terra tem um programa a cumprir, mas nem todos os espíritos têm missão.

Na hierarquia sideral, existem todas as categorias de espíritos e infinitos graus de evolução. A Terra é uma complexa universidade, com toda categoria de alunos. Uns vêm, apenas, completar o curso, outros vêm para um aperfeiçoamento, outros para fazer um curso completo.

A missão se relaciona diretamente com o tipo de programa que o espírito tem de cumprir. Se ele se atém somente ao seu âmbito, seus problemas pessoais, sua faixa é essencialmente cármica. Mas se, além da sua faixa cármica, ele se compromete a evoluir, cuidar de outros espíritos e ajudá-los, nesse caso ele tem missão a cumprir.

Quanto maior é a missão, assim é a faixa cármica do espírito. Esse fato suscita uma questão de magna importância: então, por que os missionários sofrem tanto? Por que Jesus sofreu? E os apóstolos, os seguidores de Jesus, os mártires, por que são sempre ligados a uma idéia de sofrimento?

A resposta a essa questão reside em dois pontos básicos: a diferença entre dor e sofrimento, em primeiro lugar; e as diferenças da tônica magnética dos seres humanos, em termo de corpo, alma e espírito.

Para compreendermos bem é necessário distinguir, mais uma vez, a triplicidade de nosso ser: Corpo (físico), Alma (mente) e Espírito.

Para uma pessoa conservar um corpo atlético, em boa forma muscular permanente, ela é obrigada a exercícios e cuidados que ocupam boa parte do seu mecanismo consciente. Seu foco principal é a tônica física.

Um intelectual, um erudito, um cientista ou uma pessoa que dependa do intelecto para sua trajetória planetária, tem sua consciência predominante no fator intelectual. O seu campo consciencional é sempre ocupado como os problemas psicológicos. Sua tônica é a psíquica, sua vida é centralizada na sua alma.

Um missionário, um ser humano cujo espírito se comprometeu a fazer algo por alguém, vive preocupado em sintonizar seu espírito. Seu campo consciencional se expande em termos espaciais, em captar as nuanças de sua missão e os percalços da vivência, geralmente contraditória, com as coisas mais simples da vida.

Dessa forma podemos observar que as dores do físico, ou da alma, não causam tanto sofrimento quanto aparentam aos que possuem uma missão, àqueles que estão ligados ao espírito. Por isso, embora pareça que possuem mais dores, sofrem menos, na verdade. Sua ligação com a Individualidade diminui o foco dos sofrimentos físicos e morais. A voz do seu espírito é mais forte e ele não tem tempo de se ocupar da sua personalidade, do seu ego. Daí resulta que podemos situar a questão em termos de maior ou menor egoísmo.

Um dos símbolos mais antigos da Humanidade é a cruz, e ela exprime, com fidelidade, os três estados. A haste inferior é o Homem físico, com seu atavismo, o suporte material da vida; os braços horizontais representam a alma, os mecanismos psicológicos, o negativo e o positivo, o branco e o preto, o eterno dualismo em que se debate a mente concreta; a haste superior representa o espírito, a antena do transcendente.

Antes da consolidação do ser humano no planeta, quando o Céu se confundia com a Terra, talvez nos tempos da Lemúria, a cruz tinha quatro braços, iguais e simétricos. Quem tem olhos para ver...

Missão, pois, é viver em função do espírito e com os olhos no transcendente. É “amar ao próximo como a si mesmo...”

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Os Horários

segunda-feira, 10 de outubro de 2011 - 1 Comment

Vejo muitas vezes a dificuldade que um médium, ou mesmo um templo inteiro, tem em respeitar os horários. De iniciar os intercâmbios nas horas corretas, de respeitar os horários de um compromisso espiritual. A falta deste comprometimento e responsabilidade luva inevitavelmente a inércia, ficam “marcando passo”, parados no tempo. O templo não cresce e o médium não progride.



Tia Neiva em 19 de setembro de 1980 já alertava: “Filho: Todo trabalho, trabalhado na hora certa, forma uma corrente inquebrantável. Foi respeitando os horários que consegui contar 108 Horários do meu trabalho: amor, tolerância e humildade!”.



Diante de tão clara afirmação, não dá para negar a necessidade de respeito para com os pacientes, e principalmente para com nossas Entidades, que segundo a própria Tia, já estão com todo o ambiente preparado 15 minutos antes da hora marcada.



O nosso primeiro grande compromisso na Doutrina, realizado em nossa Iniciação, é justamente emitir nosso mantra nos três horários onde a Corrente Indiana do Espaço se unifica em nosso favor e daqueles aos quais encaminhamos nossa energia... Ou seja, em favor de todos!



A maioria, logo depois da Iniciação, fica vigilante. Previne-se a todo momento, e preocupa-se com algum esquecimento. Porém, com o passar do tempo, verificando que a maioria esquece por completo este solene compromisso, acaba por relaxar, até o ponto de nunca mais lembrar de sua existência.



Imaginem o poder de cura, o quê poderia ser feito, se todos os jaguares se unissem nos horários que nos foram deixados? Quanta coisa poderia ser feita, quantas curas, como nossa vida seria melhor! Sou testemunha do quanto minha vida mudou no dia em que firmei o compromisso de não mais deixar de lado a oração e nossos horários.



Primeiro comecei programando o celular para tocar 5 minutos antes, para que eu tivesse tempo de planejar a “escapada” da oração. Porém com a disciplina e o hábito formado, chegou o momento em que não precisei mais sequer me preocupar em programar o telefone. Meu próprio espírito já ativa o relógio biológico, e me alerta para o sagrado momento. Passei a viver com o mesmo ânimo dos tempos de apenas Iniciado!



A primeira base do sustento espiritual nos é dada assim, com um compromisso de disciplina. E com tão pouco, quase tudo se pode alcançar! Basta lembrar de quantos estarão unidos a você naquele bendito momento.



Tia também deixou nos deixou uma carta falando sobre os outros horários, para nos auxiliar a organizar nosso dia, planejar melhor nossas atividades. Procuro criar para mim uma rotina e, aos poucos, vou conseguindo. Vamos analisar de uma forma objetiva o quê se pode fazer:



6 HORAS – Hora de acordar! Sim, mesmo que você não tenha que levantar cedo neste dia, é importante que acorde, se levante um pouco de forma a refazer a união dos três reinos de nossa natureza. Afinal quando dormimos “de vez em quando, nossa alma sai a vaguear e, conforme sua mediunidade, chega a demorar-se fora do corpo.” (Tia Neiva em 1984). É hora de “firmar” a volta da alma ao corpo. Agora, se não tem compromisso, pode se deitar novamente e dormir.



Eu particularmente levanto, faço minhas orações pedindo pelo dia que se inicia. Sempre que me auxiliem a cuidar dos meus pensamentos, palavras e ações.



6 ÀS 9 HORAS – É um horário perigoso. Momentos em que devemos estar vigilantes aos pedidos que possamos receber e mesmo aos favores que nos querem fazer. Muita gente concentra suas vibrações no ódio - eis o perigo!



Neste horário procuro ficar “esperto” e evito as decisões importantes.



9 HORAS – É hora de manipulação de uma força que pode nos dar o que precisamos. É a hora dos “negócios” que tanto podem ser bons como ruins!



Agora sim é hora de ficar pronto para o dia!



9 ÀS 10 HORAS – Bom para acertos sentimentais, é o horário dos encontros amorosos, da concretização de negócios, tudo sob a energia do prana que, neste horário, já emitiu seus eflúvios por todo este Universo.



Trabalho!



10 ÀS 11 HORAS – Mas agora já com as decisões tomadas antes, pois é o período em que começam as perturbações. É um horário em que estamos vulneráveis. Pode ser bom ou pode ser ruim! Vai depender de seu padrão vibratório.



Mais trabalho!



11 ÀS 12 HORAS – É um período neutro.



Mais trabalho!



12 HORAS – Exceto por nosso compromisso de Iniciação, nada devemos fazer. É a hora em que age a força significativa dos Grandes Iniciados, atuando nos poderosos mundos negros. É um período de grandes decisões nos vales negros!



Almoço!



12 ÀS 14 HORAS – É um período de esperança.



Aqui aproveito para uma “siesta”.



14 ÀS 16 HORAS – É ótimo período para realizações nos campos sentimental, emocional, comercial e profissional. Lembrando, é claro, da “paradinha das 15 horas” para o mantra da Iniciação, é claro).



De volta ao trabalho!



16 ÀS 16:30 HORAS –Neste período o ciclo se modifica completamente, parecendo que a Terra vai parar. Gera insegurança e uma espécie de medo! Horário de extrema vigilância!



Hora de avaliar o dia.



17 HORAS – Mais um período propício para as realizações concretas.



Neste horário já começo a reconhecer o quê ainda é verdadeiramente possível ser feito neste dia.



17 ÀS 18 HORAS – É um bom período para negócios e grandes eventos nos laboratórios e oficinas. Mas é, também, o período de esclarecimento do espírito!



Começo a planejar as reuniões do dia seguinte, o quê vou fazer amanhã.



18 ÀS 19 HORAS – Preparo-me para a Hora da transformação e da coragem! Coragem de mudar e de enfrentar a necessária mudança. As energias cósmicas atendem aos que verdadeiramente estão necessitados!



Vou para casa com a consciência de como foi meu dia. Os acertos e os erros.



19 ÀS 22 HORAS – É um período normal, sem contratempos. É bom para o Homem se realizar em negócios, amores e família, enfim, nas coisas que estão em sintonia com sua harmonia. Lembrando é claro da “paradinha das 20 horas” para o mantra da Iniciação, onde a família aproveita para orar unida quase sempre.



Agora é a hora da família em primeiro lugar!



22 ÀS 23 HORAS – Período muito ruim. Cheia de pensamentos, a alma começa a vaguear, trazendo sustos e superstições. Não há alimentação energética neste horário, hora de dormir se não estiver verdadeiramente harmonizado.



Para mim é hora de buscar a harmonia com a companheira. Conversar bastante dar atenção de qualidade que um casal precisa para permanecer unido.



23 ÀS 24 HORAS – É o período de equilíbrio do Universo, no qual o Homem, mesmo desarmonizado, passa melhor.



Eu aproveito para escrever sempre.



24 HORAS - MEIA NOITE – Abrem-se os portões dos cemitérios e os espíritos se movimentam, entrando e saindo. Este período vai até 1h30min da madrugada.



Continuo em missão de escrever até pelo menos 1h ou h30min da madrugada.



1:30 ÀS 2 HORAS – É o período da grande movimentação de pequenas amacês, de várias origens, fazendo a preparação para achegada dos Centuriões. É a HORA DA DOUTRINA, da elevação dos espíritos.



Enfim, dormir!



2 ÀS 3 HORAS – É o período da Cura e da Luz.



Dormir!



3 ÀS 6 HORAS – É o período dos Aromas das Matas, horário dos Caboclos. É bom estar dormindo durante este período. É a HORA DE RECUPERAÇÃO DE ENERGIAS.



Dormir!



Iniciados ou não, o horário da vida é um só!



Tia Neiva em 1.984 Carta do Relógio do Sol Interior. Comentários pessoais em “itálico”.



“Quando dormimos, os três reinos de nossa natureza, na sua totalidade, ficam para atender às exigências do corpo.




De vez em quando, nossa alma sai a vaguear e, conforme sua mediunidade, chega a demorar-se fora do corpo.




Passeia, vai longe, e adquire ilustrações, muitas vezes em busca da cura do próprio corpo físico.”



Tia Neiva, 1984

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