quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Paciente Terminal



Este é um tema realmente delicado: a morte eminente!

O quê falar ao amigo, conhecido ou paciente, que recebe a notícia de que breve irá morrer? Realmente pode parecer difícil, a princípio... Mas, buscando na Individualidade, na experiência do espírito transcendental, que veste nossa atual roupagem de médiuns da Doutrina do Amanhecer, encontramos as respostas.

Creio que o mais importante é lembrar que o desencarne é o retorno para nosso verdadeiro lar. As duras provas que antecedem o desenlace são na verdade a oportunidade de fechar com “chave de ouro” nossa passagem por este plano. Quem dera todos nós pudéssemos saber quando se aproxima o fatídico momento e buscar, o máximo possível, aproveitar os dias que restam, para marcar positivamente nossa passagem por este plano.

O mais importante é não entrar em depressão! É libertar-se dos medos e falsos preconceitos que giram em torno da morte. A morte é a chegada para a verdadeira vida. Ao mesmo tempo não se pode entregar esperando que “termine logo”! Não! Temos que aproveitar o que resta semeando exemplos que podem ser aproveitados por outros que passarão por iguais situações.

É o momento de escolher se vai deprimir-se ou verdadeiramente buscar semear, em seus últimos dias, o exemplo de coragem, otimismo e esperança.

Ser espírita ajuda muito! Mas se a pessoa não compartilha esta crença, resta lembrar que ela deve apegar-se à fé e a religiosidade que sempre fizeram parte de sua vivencia. Se for alguém de vida desregrada, é hora de lembrar que Deus não abandona a ninguém e apresenta-se a oportunidade de lutar pelo perdão!

Se a humildade faz parte, naturalmente, do caráter da pessoa, nada melhor que aconselhar a procurar a todos com os quais tenha tido alguma passagem infeliz, e tentar reequilibrar a energia negativada pela ação!

Saber que está se aproximando a hora pode ser um desastre total... Mas também pode ser uma grande bênção! Lembremos que nada acontece por acaso, e se este conhecimento chegou até a pessoa, deve ser considerado como uma feliz oportunidade e não uma desastrosa notícia.

Kazagrande

3 comentários:

Salve DEus Mestre.
estou passando por um momento desse com minha avó mãe,ela tem 90 anos é muito catolica,vive o Deus dela..Estar com um CA termunal,sofre dia á dia,ñao posso estar 24 horas dop lado dela até pq moro em outra cidade,mais da minha familia toda a unica que sempre respeitou eu ser espirita foi ela,minha mãe não quer nem escutar em falar,mais Salve Deus.
Sempre que vou la ela pede pra min orar por ela pq se sente mais aliviada quando estou perto dela.
Ela é um anjo que sofre 24 hs com dores,mais nunca se esquerce de Deus e á conformada ,passa encinamentos dia dia ao resto da familia qe ja briga pela herança.
Ja me desiquilibrei ao vela sofrendo,perguntei cade Deus,mais no mesmo instante ,minha preta velha me abraça e me conforta pra tal chegada hora que nunca queremos aceitar..
Que jesus ilumine a todos nós,principalmente a vc mestre para que vc possa sempre nos iluminar com suas palavras..
Te adimiro muito..

LUA...

Salve Irmão Cazagrande,
Gostei muito do seu artigo. A maior parte da minha vida cultivei um grande medo de morrer. Hoje sou espírita e compreendo que a morte não existe. Dentro dessa compreensão de que o espírito vive sempre, gosto de falar da morte para tentar espalhar a boa notícia de que mudamos em nada quando morremos e que apenas perdemos o corpo com o qual nos expressamos sobre a terra.
Resta apenas aquela apreensão sobre o vazio da separação daqueles que amamos e com os quais convivemos durante essa etapa terrena da nossa vida eterna.
Cultivo o desejo e o pedido de receber a ajuda espiritual que me esclareça após o confuso momento da morte. Que os queridos "Guias" e amigos possam atender esse desejo.
Abraço e obrigado por suas palavras.

Salve Deus meu amigo!
Como sempre vc tem resposta pra tudo. adorei. Parabéns também pela escolha da imagem que ilustra o texto é simplesmente linda, me trouxe uma imensa paz que estava necessitando.
Que Deus te ilumine sempre.
Iara.

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