terça-feira, 11 de dezembro de 2012

OS DESAFIOS DO MISSIONÁRIO – VIDA E FAMÍLIA.


Texto de Anderson Augusto - Mestre Lua

Entrei para a Doutrina e parece que tudo piorou na minha vida. Isto realmente acontece?

NÃO. Acreditar nisto é como se houvesse uma punição para aquele que encontrou seu caminho no orbe terrestre. Quem está falando isto, ou dando a noção de que tudo piorou, é a mente. Na verdade muitos chegam em desequilíbrio espiritual, com forças agindo contra suas vontades superiores, os fazendo acreditar estarem “mal-colocados” no mundo, ou até mesmo fracassados e perdidos. Ao chegarem à Doutrina recebem um alinhamento e podem continuar suas caminhadas com maior equilíbrio, que se reflete em sua porção emocional. Os acontecimentos na vida, assim como ocorreram com o maior missionário presente na Terra (Jesus Cristo), não deixarão de se realizarem, mas devido o trabalho padrão da mente humana, que age sempre no ganhar, acabará a mesma propondo uma noção de que as coisas pioraram ou não se resolverão. A mente traz o futuro e sempre o recheia de sombras ou alegorias, justamente para o teste do espírito, que se manterá em sua presença, vivendo os fatos imediatos ou se, em conjunto com ela, se transportará em sofrimentos de coisas que nem aconteceram ou poderão não acontecer. A ação cármica é aliviada pelos Mentores dos que empregam suas forças na Lei do Auxílio, e se não houvesse esta intervenção, muitos teriam que passar por desencarnes dolorosos, situações de lástima moral ou processos graves de perdas de órgãos e/ou membros físicos.

Mas se estou na Doutrina, por que ainda certas coisas parecem acontecer com frequência, principalmente desentendimentos familiares?

Só estar na Doutrina não resolve as coisas que você precisar trabalhar internamente. O conhecimento do bem sempre é trazido pelos Mentores, e cabe a cada um a prática do que compreendeu, quando necessário for. Os Mentores não resolverão os problemas que criamos através de nossa intolerância ou falta de humildade. Quem valoriza a humildade utiliza mais a audição do que a fala, e o tolerante saberá se portar quando desafiado ou desacreditado. Para que haja uma discussão é necessária a presença de dois agentes, pois senão haverá nada além de um monólogo. Quando as brigas forem de outras pessoas, cabe ao expectador não buscar aflitamente tomar partido, e sim, quando presente, transmitir seu equilíbrio e agir quando sentir abertura em uma das partes, que inevitalmente buscará conversar a respeito. A oportunidade surgirá para a transmissão das palavras de perdão e tolerância, que tanto já foram ditas pelos seus Mentores durante os “trabalhos espirituais”. Buscar a causa ou culpados das situações de desentendimentos não vai resolver a questão, primeiramente, é preciso saber como se sentiria enquanto estivesse na posição do outro, e somente após, começar a vê-la com os conceitos próprios e que nem sempre se assemelham aos nossos. Ninguém é obrigado a concordar com o outro, mas estará exercendo a compreensão quando lhe der o direito de ser como quiser, pois só Deus pode modificar alguém. A própria postura de quem acredita em seus Mentores fará com que os outros, mesmo em seus sofrimentos, vislumbrem como chegarem neste estado de maior equilíbrio.

Mas se forças negativas estiverem atuando sobre pessoas que gosto?

Então lhe caberá, se assim quiser, auxiliar. Sendo condutor de forças positivas, ou de integração e do entedimento. Por já ter consciência que tal pessoa esteja sendo influenciada por forças de baixa vibração, saberá então que ela merece maior compreensão, pois que em determinado momento, talvez por invigilância, esta pessoa começou a sintonizar-se com energias negativas e, em nenhum momento isto pode servir de julgamento. Já que, necessariamente, é um processo que conduzirá esta pessoa a ter suas provas e expiações. Assim o maior auxílio estará quando o mesmo for solicitado e não quando acreditarmos que alguém precise dele. Ao passo que se agirmos somente de nossa própria vontade, sem uma abertura do outro para isso, de todo modo, aí haverá algum tipo de julgamento e estaremos, mesmo sem intenção explícita, a expandir a contrariedade desta pessoa e a dificultar sua saída para um padrão vibracional mais elevado.

Sinto-me só e preciso de alguém para enfrentar a vida, o que faço?

Não procure. A busca incessante é cheia de sentimentos de abandono, tristeza e amargor, e poderá trazer uma pessoa que se tornará uma grande prova, pois normalmente, esta busca é através da mente e das sensações físicas. Procure estar tranqüilo, que a pessoa vai chegar, quando tiver que chegar. É melhor estar só do que passando por questões a dois que só iriam trazer descontentamento a ambos. Estar com alguém ao lado não é garantia de felicidade, pois a mesma é interna. É de conhecimento comum que os grandes relacionamentos tem um início sutil, no “acaso” e às vezes de forma inesperada. Os que precisarem cumprir missão juntos, inevitavelmente terão este encontro, mas entregar a paz interior a um relacionamento inexistente é perder momentos preciosos que não retornarão.

Anderson Augusto - Mestre Lua

3 comentários:

MUITO ESCLARECEDOR A TODOS NOS O EQUELIBRIO A CALMA OUVIR E EVOLUIR COM NOSSOS ABNEGADOS MENTORES DE LUZ PARABENS .

maravilhosa, na familia é a maior prova da humildade e tolerancia, fatos como esse acontecem na jornada do jaguar.
PRECISAMOS, praticar sempre o amor, humildade e tolerancia ..

Salve Deus

Abilio N. Veras
Em DESENVOLVIMENTO TEMPLO TAGOR
TERESINA-PI

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