segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A questão financeira - 2


Em um texto anterior falamos de proselitismo, ou seja, compreendemos que no Vale não há nenhum tipo de convite público, programa de rádio e tv, e formas de divulgação da doutrina, “chamando pacientes”. Os pacientes chegam por atração magnética, se um templo tem energia disponível, naturalmente atrai pacientes... As Entidades se encarregam de se movimentar para encaminhá-los.

Esta é a melhor maneira de avaliar a real necessidade de ampliar um templo.

Somente ampliamos para acomodar melhor os pacientes e médiuns. O corpo mediúnico cresceu, a quantidade de pacientes aumentou, então sim é hora de construir, de buscar um lugar maior.... Assim fazia Tia Neiva.

Nada de querer construir desnecessários grandiosos templos quando se quer tem um corpo mediúnico em condições de emanar o local!!! Templos enormes com corpo mediúnico pequeno é um sinal perigoso que deve ser criteriosamente avaliado. Algo aconteceu de errado nesta jornada!

Quando a realidade mostra a necessidade se investir no templo e o corpo mediúnico não tem como suportar as despesas, é hora de gerar a vibração de união, necessária para a realização de eventos, que possam arrecadar o esperado suporte financeiro. Bingos, jantares, apresentações, formas simples em que se podem convidar famílias, em um ambiente realmente agradável, para poder oferecer algo que não provem de sua mediunidade. Assim se pode arrecadar o necessário. E podem ter certeza... no devido tempo!

Nestes eventos, em que oferecemos coisas materiais, os pacientes podem ser convidados, familiares que não são da doutrina, vizinhos do templo ou de sua casa, enfim gerar uma vibração de união entre todos os membros do corpo mediúnico, para ofertar, também com amor, um evento físico, que terá uma resposta material financeira.

Assim também Tia fazia e nos ensinou.

Ainda há um ponto mais delicado que outros: Mesmo considerando que nós, somente nós médiuns iniciados, é que somos responsáveis por qualquer despesa do templo, não se pode explorar a ninguém. Não se pode explorar, pedindo a algum médium qualquer coisa, ou quantia, que comprometa sua situação financeira familiar.

E mais... Não se pode sequer explorar no valor de nossos símbolos doutrinários!!! Isso sim é muito sério!!!

As fitas, coletes, plaquinhas, uniformes, indumentárias e adornos, têm um custo. Neste custo agrega-se um valor necessário para as despesas naturalmente importantes no funcionamento do templo, e um pouquinho mais para poder atender àqueles que chegam sem condição nenhuma de poder comprar.

Quando fui emplacar eu não tinha a menor possibilidade de comprar nada. Nem chinelo eu tinha...rsrsr Seu João, do Salão de Costura me deu o jaleco e calça. Tio Raul pediu ao Carmênio para me dar a plaquinha. Quando senti que deveria ser Mago, Tia Lucia me deu a indumentária e Tia Déra o Radar. Ao iniciar, novamente recebi do Tio Raul, agora o colete. E daí em diante, já fui tendo condições de comprar minhas próprias armas e auxiliar a outros que chegaram depois de mim.

Tirando este pequeno valor agregado, nada mais deve ser cobrado.

Nossos símbolos doutrinários e armas, devem ser pagos sim! Mas jamais a custa da exploração de jaguares, que na sua maioria, escolheram uma encarnação humilde. Nossos artigos doutrinários não são realizar grandes negócios com lucros de 500% acima do custo.

Kazagrande

2 comentários:

Muito bem mestre! Infelizmente ainda temos por aí exploração com os nossos símbolos doutrinários. Acredito que quem faz isso, ao ler essa postagem deva
colocar a mão na consciência e reavaliar os seus atos!!! Um abração meu irmão!!!

Salve deus mestre,excelente texto sou muito grato,em nome de deus os lideres religiosos fazem palacios,castelos e vendendo milagres ,enquanto milhares de pessoas necessitadas,so peço a deus que tenha misericordia desses lideres religiosos suas almas ja foram leiloada por espiritos trevosos.um fraterno abraço.

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