segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Mayante


“Na casa do meu Pai há muitas moradas, vou preparar-vos um lugar”.

Ao encarnarmos sorvemos o doce líquido do esquecimento, para estarmos prontos a cumprir nossa jornada, e por vezes nossa missão, de forma simétrica e incondicional.

Jaguares... Estes não poderiam vir com a riqueza de tantas passagens e lembranças, ainda mais quando a maior prova para o espírito espartano, é vencer o orgulho e a vaidade.

Chegamos cheios de incertezas.

Porém, uma certeza nos consola! Há um lugar preparado para nós, a nossa espera no bom cumprimento de nossa missão.

Ao encerramos nossa existência terrena no corpo físico, bem cumprindo nossa missão, teremos o direito de passar por Mayante. Para onde tantos espíritos já encaminhamos, que então, já recuperados e doutrinados estarão a nos auxiliar na nova transição.

Uma Casa Transitória é uma cidade no mundo espiritual. Próximas da Terra recebem missionários que já passaram pela mesma experiência que nós, e que, tomados pela gratidão, ali ficam como verdadeiros anjos de recepção a auxiliar os que ficaram para traz na jornada evolutiva.

Mayante é a Casa Transitória a qual estamos intimamente ligados, porém muitas outras, em diversos pontos e estágios do Mundo Espiritual, também cumprem seu papel junto a esta tribo.

Mayante possui toda uma estrutura para prestar atendimento com todas as formas de socorro.

Hospitais, clínicas, unidades educacionais básicas e avançadas.

Falanges Missionárias, Legiões de Cavaleiros, abnegados Mentores de Luz, e toda logística necessária para o cumprimento desta missão simétrica.

Kazagrande

Naquela tarde, mais do que nunca, um misto de sonho e de realidade, uma coisa esquisita, parecia comprimir a minha cabeça.

Saí caminhando, fui até o meu trono, no pico da serra. Visitei todos os pequenos grupos. Comecei a pensar que aquela coisa estranha fosse um aviso, uma mensagem de alguém do além, que estivesse me avisando.

Sim, realmente, era uma mensagem, mais que uma mensagem!

Recebi MAYANTE, o rico MANTRA DE ABERTURA, que também se afirmou em todo o meu ser, fazendo-me encontrar comigo mesma, harmonizando o meu Sol Interior.

Porém, não ficou somente nesta tarde. Dali parti e fui decidir, com amor, a minha vida, no quadro sentimental, emocional. Parti dali. Fui, fisicamente, seguindo o meu destino, e fui decidida na continuação do meu sacerdócio, da minha missão!...

Era 9 de novembro de 1959...                     Tia Neiva

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