Kazagrande

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EXÍLIO DO JAGUAR

TEMPLO ANAVO DO AMANHECER - COCHABAMBA - BOLÍVIA.

TIA NEIVA - VALE DO AMANHECER

SEU PADRÃO VIBRATÓRIO É A SUA SENTENÇA!!!.

PÉROLAS DE PAI JOÃO

Todos os direitos autorais e edições impressas doadas à Doutrina do Amanhecer.

O CENTURIÃO

Todos os direitos autorais e edições impressas doadas à Doutrina do Amanhecer.

MINHA MISSÃO É MEU SACERDÓCIO

EXÍLIO DO JAGUAR - BOLÍVIA - 2009 - 2015.

sábado, 29 de agosto de 2015

O PAPELZINHO .


O Mestre acabava de sair da Cura e estava na “sintonia do cafezinho” na cantina. Pretendia conversar um pouco e, se tivesse a oportunidade, ainda passaria na Mesa Evangélica e depois encerraria sua jornada.

Ao dirigir-se para a saída do templo foi abordado por um paciente com papelzinho na mão:

- Mestre, preciso colocar estes nomes na Mesa Evangélica, o senhor pode colocar para mim?

- Claro! Ele respondeu.

O paciente se foi, rumo a seguir as outras recomendações da Entidade, e o Mestre olhando para a Mesa Evangélica que estava se formando, pensou: “Na volta do café, passo na Mesa, participo do trabalho e coloco o papelzinho”.

Guardou o papel no bolso e foi para a lanchonete. Não viu que o tempo avançou rapidamente em meio a uma animada conversa.

Quando regressou ao templo verificou que já não haveria mais trabalhos de mesa naquela noite, considerou a missão cumprida, encerrou seus trabalhos e foi para casa. O papelzinho esquecido no bolso foi para a roupa suja, junto com o uniforme que deveria ser lavado no dia seguinte.

Voltemos atrás para ver como a história começou...

- Salve Deus, meu filho – disse Pai João de Enoque – coloque seu nome e de sua família na Mesa Evangélica, que vamos manipular em favor de sua família. Fique tranqüilo que tudo vai dar certo e estes irmãozinhos que necessitam desta energia, vão receber o necessário e seguir suas jornadas em paz. Passe na Indução e Linha de Passes. Tenha fé meu amado filho, os filhos de Seta Branca estão aqui para te servir, aliviar sua jornada e te dar as condições de seguir cumprindo seu destino cármico.

Aquele paciente saiu dali com a fé renovada! Parecia que enfim as coisas iriam melhorar! Acreditava de verdade nas palavras de Pai João. Saiu em busca de uma caneta e papel e lá escreveu com “toda a fé do mundo” seu nome, da esposa e dos três filhos, um dos quais com grave problema de saúde sem explicação médica. Enquanto escrevia sentia as lágrimas escorrerem por seu rosto. Ele e sua família estariam naquela Mesa, recebendo um trabalho que por fim melhoria sua vida e quem sabe... até curasse seu filho! Ele acreditava mesmo que isso poderia acontecer. Ao terminar de escrever, procurou um médium que tivesse muitas “medalhas” no colete! Queria o pedido de Pai João fosse atendido por alguém que soubesse toda a seriedade daquele gesto.

Ao passar às mãos daquele doutrinador seu papelzinho, entregou toda sua fé e energia! Assim, esperançoso, seguiu para a Indução.

Salve Deus! O quê terá acontecido?

Quando recebemos um papelzinho, muitas vezes não temos a menor idéia do quanto aquilo pode significar para o paciente, ou mesmo o quanto de energia que está ali impregnada pela fé de quem o escreveu.

A maioria das vezes não consideramos uma missão entregar um papelzinho na Mesa ou em outro setor de trabalho. Mas dentro do templo, tudo é missão, somos partes de grandes trabalhos que não vemos, mas que deveríamos ter total consciência da responsabilidade que assumimos ao colocar o uniforme. Às vezes, o que parece menos importante é justamente nossa única missão do dia. Para aquele mestre, talvez sua verdadeira missão, naquele trabalho, fosse somente tornar-se mais um elo desta cadeia espiritual, e conduzir não o papelzinho, mas toda aquela energia, aquela fé ali depositada, e entregue nas suas mãos... Que acabou esquecida no bolso do uniforme usado.

Lembro de uma Aula de Sétimo Raio, ministrada pelo Trino Araken, onde ele explicava como se conduzir ao receber um papelzinho. Orientava que deveria ser recebido com sua mão neutra, não a mão de força, e assim que recebido, deveria ser encaminhado para seu destino imediatamente. Depois do relato acima, creio que não há mais necessidade de explicar o porquê.

Salve Deus! Nos perdemos por coisas tão pequenas, e as vezes só o que nos falta verdadeiramente é o conhecimento, que devemos buscar, e a responsabilidade de aplicar o quê já sabemos.

Kazagrande

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

OS FARÓIS DA MESA EVANGÉLICA


Meus irmãos e irmãs, já comentamos aqui, que a Mesa Evangélica recebe primordialmente irmãozinhos recém-desencarnados, trazidos por seus Mentores, para receber uma “dose” de fluído magnético que lhes permite facilitar sua partida para o Canal Vermelho.

Tendo este conhecimento, creio que já podemos visualizar a importância do total silêncio e respeito que deve imperar neste Setor de Trabalho. Sim, o Setor da Mesa Evangélica do Templo deve ser um local onde a mais perfeita sintonia deve se fazer presente e o médium tem a consciência de que não comporta conversas desnecessárias.

Aprofundando um pouco mais este assunto, chegamos a uma posição, dentro deste nobre trabalho, que poucas vezes se valoriza: O Farol!

O Doutrinador que ocupa esta posição necessita estar o mais harmonizado possível, pois a sua harmonia irá levar a luz do trabalho, fazendo com que seja sentida em distancias que nossas mentes humanas não conseguem imaginar.

O Farol trabalha em silêncio, em total sintonia com seus Mentores, e não deve conversar, mesmo que o trabalho de incorporações não esteja acontecendo. Creio que muitos não compreenderam ainda que o Farol está “em Trabalho” independente do funcionamento da Mesa ou não! E mais do que isso, que o Trabalho de todo o Templo está interligado a sua presença ali!

Concentrado, com as mãos sobre a Mesa, o Farol emite Luz para todo o Templo, tornando-se um verdadeiro sustentáculo para a Corrente Mestre. Para que tenham a idéia da importância desta realização, um farol desarmonizado, irritado pela demora na substituição, batendo papo, ou ainda com necessidades físicas, coloca em risco a harmonia de todo o Templo! Farol substituído, luz renovada.

É possível verificar que com a substituição correta dos faróis, respeitando os 20 minutos de permanência, uma nova onda de harmonia desce sobre pacientes e médiuns.

Manter-se no farol deve ser considerada uma grande oportunidade, de vibrar em favor de todos os trabalhos e mesmo de mentalizar em prol de sua jornada. Quem dera em nossas vidas diárias tivéssemos 20 minutos para poder parar tudo e reordenar nossos pensamentos!

Jamais se pode considerar o Farol como um sacrifício a ser cumprido! É uma missão, e das mais grandiosas.

Por isso o grande alerta aos responsáveis pelo setor: Nunca deixem um farol em desarmonia, auxiliem a evitar que existam conversas, procure os novos substitutos assim que colocar os novos. Pois o grande medo dos médiuns é ser “esquecido” no Farol... Este esquecimento prejudica a todos! Ao médium, que se desarmoniza, ao comandante, que é vibrado a partir de um ponto chave do Templo, e ao próprio Templo, que recebe a projeção da desarmonia do Médium.

Tudo nos foi trazido dos Planos Espirituais por uma Clarividente! Por isso, todas as posições tem um porquê fundamental nos Trabalhos. Lembremos sempre: O quê provêm da Luz, jamais é inútil.

Kazagrande
(Texto baseado nos escritos do Mestre Paulo Mairink)

O Comportamento na Mesa Evangélica


Atendendo ao e-mail de um médium aspirante, vou falar um pouco sobre um dos trabalhos que mais me emociona em nossa Doutrina: A Mesa Evangélica. Como o pedido se refere à conduta, procurarei ater-me ao tema.

Tocou a sineta é hora de dirigir-se para o setor! Ah, mas eu estava na “sintonia” de um cafezinho... O chamado da sineta é uma alerta de que necessitam de você naquele setor, e você tem um compromisso. Garanto que o café vai ficar bem mais saboroso depois do trabalho realizado.

No setor evangélico, enquanto aguardamos a quantidade necessária se completar, é hora de imantrar. Não há espaço para conversas vazias e que só atraem forças esparsas! Tem que colocar o pé lá dentro e já estar trabalhando! Imantrar, mentalizar, e com seu comportamento verá que outros, que normalmente se perdem nas “conversas sem procedência” irão lhe acompanhando na conduta correta. É uma lei de atração em que o certo vai sempre vencendo. Ah, mais uma coisa, entrou para o trabalho, não saia! Às vezes você induz a outro a sair, e acaba sendo o responsável pela não realização do trabalho todo. Isso tem preço!

Aparás acomodados... Doutrinadores atrás, concentração total durante a abertura e então o Comandante determina que se façam as puxadas. 

Xiii... O Apará não incorporou! E agora? Quando você faz a puxada, o Apará passa a receber a projeção, independente de qualquer sintoma aparente. Por tanto, não vá “dar banho em Jesus”...??? ... Explico, baixar a cabeça perto do ouvido do Apará e gritar “LAVADO SEJE NOSSU SINHÔ JESUIS CRISTO”... Salve Deus! Um Apará está ali mediunizado, buscando a sintonia daquela incorporação, que muitas vezes é difícil, pesada, e o Doutrinador faz algo assim? Não!!! Um médium deve ter o comportamento exemplar, com carinho e respeito! E mais do que isso, “Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo” é uma chave! Aprenda a pronunciar corretamente! A postura elegante e a voz em bom tom fazem parte da conduta doutrinária.

Após a puxada, o Apará, sob projeção, deve manter o equilíbrio, mesmo diante da mais feroz vibração. Com as mãos fechadas, mantendo o corpo no mesmo equilíbrio, sem emitir sons, ruídos de qualquer espécie, gestos corporais que incitem qualquer tipo de sentimento. Estas manifestações não são sinais de uma incorporação perfeita, de muita sintonia e de força do médium. Pelo contrário! São sinais de fraqueza, de falta de controle e até mesmo de desequilíbrio! Não foi isso que aprenderam nas aulas de desenvolvimento! Se não foram corrigidos, a culpa é do Instrutor!

O Doutrinador realiza então sua doutrina. “Tem uma doutrina específica para a mesa”... MENTIRA! Não, a doutrina que acompanha a limpeza da aura deve ser espontânea. Seguir um determinado padrão, porém sem ser cansativa e decorada. Tem que ter sentimento! Levar sua vibração energética! Não pode ser uma fala decorada sem emoção, enfadonha e cansativa. O espírito pode até nem ouvir, mas sente sua energia. Você está encaminhando um espírito desconhecido que jamais te esquecerá, se aquela realização for completa. Está formando uma amizade que irá, quem sabe, lhe receber quando chegar a sua hora de partir. Pois ele jamais te esquecerá. Pense nisso! E não no café que você deixou de tomar.

Ao realizar a limpeza da aura, o cuidado com a elegância também é fundamental. Aqueles que fazem tudo correndo ou que gesticulam fora dos padrões, inevitavelmente são notados e vibrados. Atraem para si a atenção que parecem querer, mas com certeza, não vem nada positivo junto. Ah... Uma lembrança importante: Nunca, jamais se toca no Apará durante a limpeza de aura!!! Pergunte o quê sentiu um Apará que recebeu um toque. Vai ver como ele ficou “feliz” com o choque recebeu, e como o doutrinador(a) caiu em seu conceito.

Quando é realizada a elevação, o objetivo é permitir que o espírito siga sua jornada. Segurar a incorporação é um dos piores erros que um Apará pode cometer. Claro que algumas vezes, existe a necessidade de um espírito receber um pouco mais de ectoplasma, ou mesmo um fluido de diferente doutrinador(a), mas está não é a regra, é a exceção! Fazer isso no encerramento da mesa, criando um clima de espetáculo, é ainda pior! Quem leva as vibrações, não é o doutrinador(a) que não “conseguiu” elevar o espírito, e sim o Apará que deu show! Salve Deus! Falo isso assim, de forma clara, porque é o quê na verdade todos comentam. Digo ao Apará que não acredite se alguém foi elogiar “sua força” na mesa... Quem fez isso agiu por ignorância ou falsidade.

Resta ainda falar do giro... Giro, quer dizer andar em círculos! É deixar o fluxo energético da mesa seguir sua trajetória. Quando um Doutrinador(a) estaca atrás de um determinado Apará, esperando que o outro Doutrinador termine sua doutrina e elevação, ele para este fluxo e sujeita-se às forças esparsas. Fica segurando “carga”. Portando não pare! Siga o giro, somente pare para aguardar quando ouvir o “Obatalá”. Nos faróis é mais uma questão de bom senso. Se tem um ou dois esperando para fazer a limpeza, espere também, mas se já tiverem três ou quatro esperando, Salve Deus, siga em frente e não cause um “engarrafamento doutrinário”. A passagem sem fazer a limpeza, quando já existem mais de três esperando no farol, foi autorizada pelo Trino Arakem.

Eu deveria continuar escrevendo sobre este tema, mas vai acabar virando um jornal. Espero já ter atendido as expectativas do médium que fez sua consulta, e aguardo novos questionamentos sobre o tema, para ter a oportunidade de escrever mais.


Kazagrande

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

COMO AGIR PERANTE OS DESMANDOS


Entre os médiuns que possuem a consciência desperta é natural nascer o conflito quando observam atitudes, de outros irmãos e principalmente de líderes, que não condizem com a missão Crística assumida.

Atitudes tirânicas, mentiras, negociações e falta dos princípios básicos de Amor, Humildade e Tolerância, levam muitos dos que possuem valores morais e cristãos, a se afastarem da Doutrina.

Meus irmãos e minhas irmãs! Salve Deus! Em todos os agrupamentos humanos, sejam eles políticos, filosóficos, religiosos ou mesmo doutrinários, encontramos pessoas que não compreendem a essência que reuniu o grupo. Infelizmente nossa Doutrina não é uma exceção.

Comandantes mal preparados, ou que desafogam suas frustrações da vida material e emocional, com atitudes rudes e sem amor; Adjuntos conduzidos a uma missão sem possuir a necessária herança e o bom senso para tratar os componentes; e até mesmo líderes que não zelam pela  conduta pessoal ou de seus assessores diretos... Isso tudo acontece sim!

Ao mesmo tempo não vamos esquecer daqueles que, dentro de suas possibilidades, se dedicam ao máximo em sua missão! Presidentes de Templo que despertaram em sua jornada como Adjuntos e tornam-se exemplos como Tia Neiva desejava; comandantes felizes e concentrados; Recepcionistas educados, Devas respeitosos e Instrutores que entendem uma máximas do Tumuchy: “O livro de leis é o livro das leis ritualísticas. Agora, a lei do amanhecer é o amor, a humildade e a tolerância...”.

Alguns estão firmes em seus trabalhos espirituais e sequer percebem... Outros disputam um pretenso poder com críticas ferinas e sem qualquer amor. Porém, os verdadeiros jaguares entendem o reajuste e identificam as falhas.

Como agir nesta hora? Ao perceber que algo não vai bem? Que podemos fazer?

Salve Deus!

Esta resposta depende muito da condição em que nos encontramos! Se nossa opinião poderá ser ouvida, ou será apenas tomada como o lamento de mais um dos que desejam atingir a falsa sensação de poder.

De maneira geral nossa atitude deverá ser primeiramente compreender e orar! Mas lembrando sempre que a fé sem obras é vazia. Por tanto é preciso manter nosso caráter e nossos valores longe das contaminações. É preciso afastar-se do que nos faz mal!

Não precisamos de posições ou de lideranças para cumprir nosso compromisso espiritual. Enquanto houver um Trono e uma Mesa onde nos deixem trabalhar, a nossa missão individual poderá ser cumprida.

Aos que se preocupam com a missão coletiva do Jaguar deve ficar a recordação: “O escândalo há de vir, porém ai de quem for o instrumento”. Não compactuemos com o que não condiz com a conduta exemplificada por Tia Neiva, mas também não sejamos nós, verdadeiros jaguares, o instrumento do escândalo.

Kazagrande

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A Doutrina que eu acredito


A doutrina que eu sigo chama-se “Doutrina do Amanhecer”. É auspiciada pela Corrente Indiana do Espaço e foi trazida diretamente dos Planos Espirituais pela Clarividente Tia Neiva, em conjunto com Pai Seta Branca!

Pai Seta Branca é um espírito de Alta Hierarquia espiritual. Comprovadamente foi São Francisco de Assis e também um Cacique Tupinambá que viveu na região onde hoje está o oriente boliviano, e semeou a paz entre invasores e invadidos.

Tia Neiva entregou seus olhos à verdade e renovava todos os dias seu juramento, pedindo a Jesus que os arrancasse se estivesse fora de suas Leis. Trouxe à luz do conhecimento humano a mediunidade do Doutrinador, que até então sofria por não ter sua compreensão.

Sou um Doutrinador! Fiz um juramento também! Meu juramento, no Castelo de Iniciação, foi perante Pai Seta Branca. Houve homens como testemunhas, mas eram apenas testemunhas.

Jurei: “O gume desta espada apontada a meu peito é a demonstração viva do que te posso dar! Fira-me se meu pensamento afastar-se de Ti”.

Sim, já errei, bastante! Também demorei bastante para entender a essência desta Doutrina que salvou minha encarnação!

Por isso sempre lutei pelo esclarecimento, semeei o conhecimento que posso ter adquirido e que demorei para poder compreender. Por isso escrevo de maneira mais simples e sem o tradicional linguajar culto das escritas espiritualistas.

Está é a minha Doutrina, esta é a minha jornada!

Escrever é a pequena missão que por ora me é confiada e com isso sou feliz! Não preciso do poder temporal. Aprendi duramente que o orgulho e a vaidade são irmãos do poder.

Embora a Doutrina não apresente um “código moral” que interfira em sua vida pessoal, o conhecimento dos princípios Crísticos nos dá um norte traduzido em três palavras: Amor, Humildade e Tolerância.

Amor: Amor incondicional! Que determina nossa capacidade de amar sem cobranças, sem impor condições para que nosso amor seja distribuído pela humanidade. “Amar ao anjo e ao demônio, porém sabendo distinguir as duas forças”. “Ser manso como a pomba e sagaz como a serpente”.

Humildade: Humildade de tratamento! Conquistar pelo comportamento e não pelas imposições. Jamais humilhar a ninguém, e tão pouco permitir ser humilhado. Ser humilde é saber tratar o próximo.

Tolerância: Tolerância de convivência! Convivência! Não conivência!

Nossas reações à injustiça, aos desmandos, às humilhações, deverão sempre estar pautadas pela análise dos segredos que desvendamos no convívio com a Espiritualidade. Observamos sempre os dois lados: físico e espiritual! Somente com a precisão do conhecimento dos planos que interagem nos Karmas é que podemos ter a medida certa de nossas reações.

Mestre, como agir frente à injustiça, aos desmandos e às humilhações? (Aguardem o texto de amanhã).


Kazagrande

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Os que ficam para trás


Muitas vezes lembramo-nos de caros amigos que ficaram para trás. Perderam-se de nós simplesmente na falta de contato, no tempo escasso que nos envolve em três vidas a serem mantidas nesta encarnação complexa, onde o necessário equilíbrio entre o material, emocional e físico tanto nos cobram...

Alguns mergulham em suas vidas materiais, e, a necessidade de “sempre fazer mais” facilmente consome o tempo que poderia ser mais bem dividido. Trazer o conforto para família ou semear um futuro sem onde possa ter “mais tempo”, está nossa luta diária, e estes desafios são apenas parte de um todo, não o objetivo final.

Outros permitem as emoções da personalidade dominarem por completo. Entregam-se ao desejo de fazer feliz os mais próximos e esquecem-se de tantos que podem estar igualmente precisando do seu afeto. O amor cativado gera responsabilidades e traz vibrações...

Existem ainda os que investem tudo na busca espiritual. Dedicam-se ao conhecimento e se isolam, sem compartilhar as conquistas ou, fanatizados pelo que acreditam, passam a tentar converter a fé alheia, afastando aqueles que os amam, mas não os entendem.

Todos estes ainda se debatem em seus karmas que não serão quebrados porque o equilíbrio ainda não chegou! Perdem-se pelas “prioridades” e tornam-se cada vez mais sós, mesmo que não percebam. Nossa vida é uma constante busca pelo equilíbrio, atreveria mesmo a dizer que nossa maior lição como encarnados é tentar alcançar o equilíbrio!

Porém resta o consolo de que a verdadeira ligação espiritual independe do binômio físico de “espaço-tempo”. Está registrada em nosso espírito e a afinidade se mantém mesmo quando distantes. Por isso existem aqueles que encontramos, anos depois de nos afastarmos, e “parece que foi ontem”. Os olhares se cruzam, o coração emociona e o abraço caloroso aparece. Não parece que os anos passaram, não existem as perguntas repletas de cobranças, apenas a saudade que de imediato se converte em um sentimento de carinho e respeito. Isto é afinidade espiritual, isto é amor incondicional também.

Outros... Simplesmente ficaram para trás! Os reencontros são frios, disfarçados, ou repletos de cobranças. Um grande amigo do passado passa a não significar mais nada, pois a escada da evolução é fatal. Até mesmo um grande amor pode se apagar por completo e transformar-se em apenas uma lição ou questionamento.

Resta lembrar as sábias palavras de Tia Neiva nos afirmando para que, quando encontramos um grande amigo, ou um grande amor, nos esforcemos para não perder vista, não deixa-los para trás, ou ficarmos para trás. Ninguém é de ninguém, mas as afinidades podem ser construídas dia a dia.


Kazagrande

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Não posso parar! Agradecimento


Não consigo deixar de acreditar, mesmo diante de poucos que mantêm a esperança.

Não posso mais deixar de amar, por que assim me foi ensinado, me faz bem, principalmente face aos que ainda vejo consumidos pelo ódio.

Tenho que construir e semear, mesmo que muitos se dediquem a destruir e pisar nas sementes que começam a florescer nos corações férteis.

Terei que falar de União e Paz frente aos que pregam a guerra e a discórdia.

Sei que não tenho Luz própria, mas carregarei, enquanto houver forças, a bendita Luz dos abnegados Mentores que nos auxiliam nesta jornada.

As palavras serão imortais, mesmo na mente daqueles que se calam frente ao desafio de semear somente o quê possa ser bom e produtivo para todos.

Manterei o sorriso mesmo com o rosto cheio de lágrimas de saudade, buscando o alívio para os que ainda sentem a dor da vida. Ofertando a minha alegria interior, minhas brincadeiras amigas, e buscando o lado positivo de tudo, mesmo que só se enxerguem tristezas.

Vou continuar convidando a seguir a jornada àqueles que se dizem cansados, ofertando o ombro amigo aos verdadeiramente exauridos de forças.

Entendi que sempre as tempestades passam, e que em algum momento o arco-íris do entendimento traz de volta a cor perdida no cinzento dos dias passados.

Entendi que ao olhar minhas filhas, encontro o sincero sorriso da inocência que fisicamente não me permite desanimar.

A natureza é a bênção maior que Deus nos presenteia para buscar a elevação do espírito. Contemplar sua beleza nos reabastece, eleva o padrão e nos faz crer que ainda há tempo para se reerguer.

Porém se um dia me verem parando, fraquejando, mandem um email, com vibração do seu sorriso, com a lembrança do seu abraço...

Entenderei que chega um eco do que foi semeado, e que a vida não tem o direito de me fazer pensar no que não floresceu, e sim a obrigação de me trazer de volta os frutos que semeei.

E também eu saberei que é hora de voltar à jornada, que render-se não faz parte do vocabulário dos trabalhadores da Luz e que você era o anjo pelo qual esperava inconscientemente.

Obrigado meus irmãos e irmãs que tanto me auxiliam nesta jornada no exílio, e no Exílio do Jaguar.

Kazagrande

domingo, 16 de agosto de 2015

Mensagem do Ministro Anavo ...


Filhos,

Sempre vos reafirmo que nossa missão é coletiva, porém cumprida na Individualidade de cada um. O Jaguar é um espírito de muitas eras e sua jornada por este plano físico sempre implicou em grandes transformações.

Sei que muitos, ao ouvirem estas palavras, questionam a simplicidade de suas missões. Perguntam-se a si mesmos, como um mero “encaminhador de espíritos”, repleto de tantas falhas de caráter, poderia ter uma “grande missão”?.

A resposta, meu filhos, está no que vos afirmei: a missão é coletiva. São milhares de “encaminhadores de espíritos”, todos dias, em tantos templos, individualmente abrindo os portais da evolução para aqueles que foram despertados pela vossa energia, pela simplicidade de suas doutrinas, pelo carinho de cada Apará que os recebe.

Existe muito por fazer! A Guarda de vosso Pai Seta Branca, com seus Cavaleiros Águia, está presente chegando até vos outros e dando condições, para os que verdadeiramente ingressam na Individualidade, de progredir, de avançar no cumprimento da missão.

O Jaguar não precisa mais sofrer! Precisa apenas despertar a grandeza de cada Individualidade e passar a identificar os irmãos já despertos, aqueles que passaram do tempo de brincar. A união entre todos não é possível neste plano, pois muitos escolhem sofrer pelas intempéries de sues karmas e esquecem a mensagem de vosso amoroso Pai Seta Branca que lhes prometeu que Jesus prescreveria seus restos kármicos.

Acordem meus filhos! Deixem de sofrer as mazelas humanas! Entendo que estão encarnados, e com isso, sujeitos a Lei de Causa e Efeito. Porém o nome foi colocado precisamente: causa e efeito! Semeiem novas “causas” e aproveitem os efeitos benéficos de seu bem agir.

Encontrem, no olhar de seus irmãos, aqueles que já passaram do tempo de brincar. Identifique aqueles que possuem a Centelha Divina resplandecendo em seus peitos e unam-se! União, meus filhos! O grande espírito de Natachan somente conseguiu erguer a força de um Oráculo por posicionar-se como a grande mãe que unia seus filhos pela fé.

Salve Deus, Mestre Adjunto! Recorde sempre do exemplo de sua Mãe! Seja sempre um pai! Aquele que ensina pelo amor, que está presente! Ser pai é estar presente! É fazer de sua vida um exemplo a ser seguido por aqueles que acreditam na força de suas palavras.

Salve Deus, Ninfa do Adjunto! Seja mãe de todos! Permita suas confidencias, permita seu ombro ser o apoio digno a todos que lhe procurarem nos momentos de suas tristezas, e eleve, com seu conselho e voz amiga, com a força de seus Mentores, cada padrão vibratório.

Meus filhos, identifiquem em seus irmãos o olhar daquele que despertou! Jamais confunda este olhar, da força-luz do espírito, com a sensualidade terrestre. Unam-se pela caridade, pela consciência da missão.

Neste pequeno servo de Deus vocês encontram um pai, e um pai jamais os abandona! Estarei sempre presente quando seus pensamentos chegarem até aqui. Projetando em vosso favor, rogando para que se libertem da mesma maneira que a tantos já livraram do cativeiro etérico. Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Mensagem do Ministro Anavo – 02/02/2014

sábado, 15 de agosto de 2015

Cumprir ou abandonar a missão?


Mestre, vivemos em conflito nos comandos, minha Ninfa já deixou a regência da falange e eu penso em deixar tudo de lado... 

Salve Deus!

É muito difícil falar de incidentes assim, que envolvem tantos fatos relatados, pois torna-se impossível analisar sem conhecer as duas partes da história e sem julgar a um ou a outro.

Você é um Doutrinador! Cumpra seu papel: doutrinar e encaminhar espíritos! Ao lado de sua Ninfa, amparando os corações angustiados de nossos irmãos encarnados e desencarnados. Aliviando suas dores, semeando a esperança, trazendo o conforto aos necessitados. Para fazer isso só precisa de um Trono. Não precisa de comandos, regências... Não precisa envolver-se nas disputas pelo poder, na temerária política doutrinaria. Só precisa ir ao Templo, seja ele qual for, abrir seu plexo e começar a atender os que lhes são enviados, encaminhados ou que confiam em vocês. Deixe que quem “acredita” ter as responsabilidades, que as assuma. Você? Cumpra seu papel!

Sei que às vezes nos decepcionamos com nossos líderes ou com seus assessores, e por vezes chegamos a ter a pretensão de querer “resgatá-los”... Entendo ser nossa missão coletiva, porém é cumprida na individualidade. Cada um responde apenas pelos seus atos e não de seus companheiros. Cada um recebe pela sua sintonia e merecimento e não pelo conjunto de vibrações.

Um espirito encaminhado jamais lhe esquece, jamais esquece aquele casal que terminou com sua desdita e foi o instrumento para que recebesse uma nova oportunidade. Pense em quantos rostos desconhecidos estarão lhe esperando quando chegar a hora de fazer a sua passagem! Pense em quantos que esperarão por décadas apenas para poder lhe abraçar e dizer “muito obrigado”. Não pense em seus comandantes, em suas rixas, em suas disputas... isso não é doutrina! Nossa Doutrina é do amor e perdão e somente isso é que podemos semear ao envergar nossas armas.

Diga a sua Ninfa que nos planos espirituais impera a lei da Razão e por esta lei somente recebemos de acordo com nosso interior, com nosso padrão vibratório. Não existem máscaras na Espiritualidade, sua aura vibra na cor de seus pensamentos e sintonia. Por isso, que não se preocupe com quem está ao seu redor, apenas preocupe-se em identificar os corações aflitos que necessitam de seu amor, seu carinho e compreensão para poderem retomar suas jornadas.

Um fraterno abraço,

Kazagrande

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Entregue suas Armas


- Entregue suas Armas!

A frase proferida em tom despótico remontava a velha estrada trilhada pelo antigo tirano romano! O mesmo que hoje assumia a roupagem do que deveria ser um líder espiritual conduzindo os que vitimou por não saber amar.

Tia Neiva nos ensinou que um dos maiores crimes que um Jaguar pode cometer é matar os sonhos! Um crime contra a inocência e boa vontade dos que acreditam e muitas vezes ainda não se importam em compreender, lhes basta ter fé!

- Entregue suas Armas!

A antiga Princesa usando seu reluzente vestido vermelho revestia-se do charme que deveria manipular em prol de sua evolução e direcionava como nociva energia em total desrespeito ao ambiente sagrado que pisava.

Esquecida em uma Carta, ficava Tia Neiva e suas lições de infinito Amor, inacabável tolerância e incontestável humildade. Jesus não seria lembrado por quem proferia a fatídica frase!

Meus irmãos! Infelizmente o relato acima não é uma crônica de alerta, e sim uma tragédia que acontece com líderes que voltam para a velha estrada, sem lembrarem-se do juramento do Adjunto e as Leis que prometeram cumprir.

Ninguém tem o direito sequer de cogitar em dizer a outro médium que abandone suas armas! Um Adjunto pode comprometer toda sua jornada se levar um componente a abandonar sua missão, pesando sobre ele todos os que deveriam ser atendidos pelo médium desiludido!

As portas do Vale estão sempre abertas! Para entrar e para sair, mas cabe a cada um, e ao seu livre arbítrio, a decisão e a responsabilidade. Ao nos imiscuirmos em tão séria decisão, ou a incentivarmos, rompemos com as leis que nos regem e voltamos à velha estrada da intolerância e da falta de amor que já nos levou a falhar anteriormente.

Não é preciso republicar o texto “Um Adjunto de Verdade”, todos conhecem o Juramento do Adjunto e basta refletir nas palavras que proferiram de joelhos para os remeter ainda mais longe: a Iniciação, que passaram no início de suas jornadas, onde com a espada apontada ao próprio peito, na presença Divina proclamaram: “fira-me quando meu pensamento se afastar de Ti!”

Salve Deus!

Kazagrande

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Hierarquia: poder ou responsabilidade?


A frustração na vida pessoal, seja no aspecto familiar, emocional ou profissional,  leva inúmeros seres humanos a buscar algum destaque na dita “vida religiosa”.

Tornar-se um líder dentro de sua religião não significa obter o “poder” que reequilibraria as frustrações particulares. Por isso inúmeros pastores, dirigentes espíritas, chefes e terreiro, e, infelizmente, jaguares, se perdem em suas missões e se transformam em déspotas usando as vestes da arrogância e vaidade das placas de acrílico.

Ser um líder dentro de nossa Doutrina implica em servir ainda mais! Tem que ser exemplo! E jamais poderá ser um exemplo se sua vida pessoal (familiar, emocional, profissional...) for desastrosa. Para ser líder é preciso ter equilíbrio!

Para ser um exemplo é preciso ter a consciência dos incansáveis pedidos de nossa Mãe Clarividente: conduta, meus filhos, é preciso ter muita conduta!

Dentro do Templo é preciso ser o mais humilde servidor da Luz. Ter sempre uma palavra amiga e estar disposto a colaborar em tudo. É preciso jamais render-se às provocações e ter o sorriso que cativa e desarma a qualquer ser!

O Comandante “de mal com a vida”, irritadiço, cheios de respostas irônicas e sarcásticas, que impõe pela hierarquia suas “ordens” e desfruta da posição de mando... este jamais será um líder! No máximo terá alguns bajuladores em busca de usufruir da “posição” do pseudo-líder.

A Conduta Doutrinária para os que dispõem da hierarquia outorgada pelas classificações, ou missões assumidas espontaneamente, vai muito além das portas do Templo. Suas vidas tornam-se públicas e seu exemplo é levado por onde andar.

Um verdadeiro líder é abordado em seu trabalho, em seu convívio social, com perguntas sobre “como tem tanta paciência?” ou “como faz para manter esta tranquilidade?”. As pessoas identificam a luz de nossos Mentores e sentem-se atraídas. Querem desabafar, contar suas vidas. São mariposas atraídas pela luz.

Um Adjunto não deveria nunca precisar convidar ninguém para ir ao Templo, pois as pessoas que precisam, invariavelmente tentam saber que religião ele frequenta para ter aquele comportamento.

Por isso afirmo que hierarquia na balança espiritual de sua vida não lhe trará poder, mas sim responsabilidade. O poder que aparentemente recebe não é espiritual é apenas temporal. Poder espiritual é uma conquista de sua sintonia e de sua conduta.

Vou mais longe... Um Pai Nosso realizado com amor e sintonia, por um emplacadinho, pode chegar mais longe que a emissão de um Arcano vaidoso.

Sem conduta e sem sintonia as classificações atrasam  a evolução do Jaguar (Pai João).

Buscar poder pela hierarquia é somente assumir mais compromissos. E sempre somos avisados: Ninguém é obrigado a jurar, mas se jurou, terá que cumprir. Salve Deus!

Kazagrande


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Abuso de Autoridade


Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Existem atitudes que já não podem mais fazer parte da conduta de um missionário! Principalmente se falamos de Adjuntos, Comandantes, Regentes... Líderes enfim.

Não falo de grandes escândalos e fatos que claramente agridem pela permissividade, conveniência ou conivência.

Falo de comportamentos do dia a dia!

Um Comandante não deve jamais abusar de sua autoridade e usar a arrogância. Um Comandante deve  ser o exemplo do bom senso. Aquele que sabe chamar à razão sem ferir os sentimentos, aquele que zela pelo trabalho, pelas Leis, mas que sabe como se comportar de maneira humilde. O Comandante conquista pela sua educação, carinho, sorriso... Sua autoridade é conquistada e jamais imposta pela “patente”. Já não vivemos mais na velha estrada.

Uma  Regente, ou Aponara,  ou Coordenadora, pode ter suas regalias, mas jamais deve usar sua condição de líder para promover ansiedades e discórdia. Deve ser aquela que dá o exemplo de respeito ao Mestre Adjunto e seus comandantes. Não interfere no andamento dos trabalhos e não impõe suas interpretações acima dos responsáveis. Respeita, e, no momento oportuno, procura o Adjunto e cumpre seu papel de conselheira e amiga, informando as situações e esclarecendo suas opiniões.

Outro ponto que aos poucos vai sendo “esquecido” em nossa Doutrina: O Orixá do Dia tem total responsabilidade pelos trabalhos do dia! Ele e seu Ministro respondem por tudo e por tanto jamais deverá ser desautorizado, nem mesmo pelo próprio Adjunto. Se o comando no Radar foi entregue a um recém centuriado, naquele momento de comando ele é a autoridade máxima do Trabalho, não importa a hierarquia! Nem Tia Neiva desautorizava um Orixá do Dia!

Sobre a conduta do Adjunto nem é preciso falar! Basta ler a Carta das Obrigações de um Adjunto e poderemos entender que ele deve ser um cavalheiro, um gentleman, e a quantidade de recomendações a respeito de sua educação e moral são intensas e muito claras.


Kazagrande

AFINIDADE OU COBRANÇA


A magia dos relacionamentos.

Os seres, encarnados ou desencarnados, sempre se aproximam por duas premissas: Afinidade ou Cobrança. E mesmo quando se trata de uma legítima cobrança, a aproximação inicia pela afinidade, só que mascarada pelo charme das encarnações passadas.

É impossível visualizar de imediato se uma aproximação, que se inicia pela afinidade, se converterá em cobrança, posteriormente. Isso acontece porque todo reajuste ocorre pelo planejamento de encontro no plano físico, inicialmente traçado no espiritual.

É necessário reajustar! Na verdade, o termo correto seria “reequilibrar”, pois com o advento da Escola do Caminho, iniciado na chegada do Divino Mestre, rompendo o ciclo kármico vicioso, e trazendo a possibilidade da Lei do Perdão, podemos, pelo amor e perdão, reduzir o karma e suas cobranças ao equilíbrio energético.

Explicando: Antes da chegada de Jesus, o Caminheiro, o ciclo kármico obedecia exclusivamente ao “dente por dente, olho por olho”, e os reajustes eram verdadeiras cobranças “centil por centil”. Com a chegada de Jesus, movimentando uma inenarrável força extra-cósmica, com milhares de espíritos de Luz envolvidos no evento, o etérico terrestre sofreu uma ruptura, e os espíritos que aqui se acrisolavam por seus apegos e culpas, passaram a ter a possibilidade de seguir a jornada em busca de novas encarnações e oportunidades.

A Escola do Caminho instituiu a Lei do Perdão, que permite a dívida ser paga com amor, restando apenas a energia negativa emitida ser reequilibrada.

Antes: Uma profunda dor provocada somente seria paga com o sofrimento, em igual profundidade, pelo causador da dor.

Depois: Havendo o perdão por parte da vítima, a energia gerada pelo sofrimento da vítima deverá ser reequilibrada, permitindo que o agressor se redima pela prática da caridade, sem necessariamente ter que sofrer o mesmo mal que gerou.

Por isso devemos semear o perdão todos os dias! Para poder colher o perdão, para poder pedir perdão por nossas próprias falhas, para nos libertamos e termos a oportunidade de trabalhar espiritualmente em prol dos desconhecidos, praticando a caridade e assim redimindo a energia emitida por nossas vítimas do passado.

Portanto, lembremos: não há “cobrador”, existem nossas vítimas do passado!

A Afinidade se dá pela frequência vibratória. Somos atraídos por aqueles que estão na mesma sintonia que nós. Já observaram que quando estamos reclamando da vida sempre aparece um que vem contar um drama que ele acha ser pior que o nosso??? Atraímos este tipo de gente!

Da mesma maneira quando estamos “pra cima”, de alto astral, parece que encontramos as pessoas mais felizes. Realmente é assim!

“Ah, mestre... Meus relacionamentos parecem que são todos cobranças”... Salve Deus! Devem ser mesmo, pois é isso que você está atraindo! Pare de vibrar em cobranças, pare de reclamar da vida, pare de pensar que está com problemas.

Pensar em problemas atrai mais problemas! Se você pode resolver, parta para a solução. Se não pode resolver, de nada adiantará ficar remoendo pensamentos tristes. Vibre positivo! Atraia boas pessoas, atrai soluções! Pense em soluções, vibre pensando que tudo já está resolvido e logo estará!

Meus irmãos e irmãs, não falo da boca para fora! Eu realmente vivi e descobri que isso é possível! Nossa Mãe Clarividente nos ensinava isso muitos anos antes de se falar na “atração”! Ela falava, escrevia, repetia e gravava: Seu padrão vibratório é a sua sentença!

Falta alguma coisa?

Kazagrande
(Continua..)

Armas e Uniformes

    
Empréstimo – Vaidade – Falsa Humildade – Impregnação e Sujeira

Quando falamos em uniforme, vamos abranger todas nossas “peças” doutrinárias: colete, fita, morsas, camisa, calça, (saias e indumentárias para as ninfas), etc.; que merecem um cuidado especial, pois ficam impregnadas com sua emanação.

Emanação é o toque pessoal do Médium. Com o uso os objetos vão ficando impregnados com resíduos de seu fluído e formam com isso uma identidade espiritual. Por isso eles não devem ser usados por outras pessoas, nem convém que os outros os toquem. Pela emanação de seus objetos mediúnicos os mentores sintonizam facilmente com sua “onda pessoal”.


Obviamente existem situações excepcionais, onde o bom senso sempre responderá com precisão! Nada de fanatismo.

Quando estamos com uma roupa comum, as pessoas ao nosso redor vibram em nossa personalidade. No que somos e representamos perante a sociedade. Vestindo o uniforme do Vale você deve mergulhar na sua individualidade e, portanto, naquele instante, representa para as pessoas sua esperança de cura e resolução de problemas. Você é o Vale!

Tudo que você “acrescentar” do seu uniforme, dando um “toque pessoal” estará colocando de sua personalidade. Atraindo mais carga vibratória, tanto de pacientes, quanto de outros médiuns que notam a diferença. Qualquer enfeite, prega, laço ou mesmo um brinco escandaloso, tira a verdadeira função do uniforme, que é “uniformizar os médiuns”, demonstrar que no templo todos são iguais e tem a mesma missão de curar e auxiliar. Atrair vibrações por suas diferenças pessoais é sair de sua individualidade. É deixar de lado sua missão em função da vaidade ou do desleixo. Digo desleixo, porque os gênios da garrafa (“amassados”) atraem tanta vibração quanto os médiuns de desfile.

Falando em desleixo... Você acredita realmente que sujeira possa ser uma impregnação positiva? Pois tem quem acredite! Nunca lavam seus coletes para não perder a tal impregnação. Somente a ignorância pode levar uma pessoa a acreditar que um colete encardido é sinônimo de respeito. Acreditam que vão olhar para ele e pensar: “Puxa este mestre deve ser do tempo da Tia, olha o colete dele!” Santa ingenuidade! O quê se pensa é que realmente ele não pode ter convivido com Tia, pois teria aprendido com ela que não admitia estes relaxos.

Sobre os coletes, ainda podemos lembrar que a cada passo dentro da doutrina você passa a ter direito a um, ou vários, radares em seu colete. Cada radar é um ponto de luz e identificação. Não é um brochinho de enfeite! Por isso, no colete se deve colocar tudo que você tem direito (vá comprando tudo conforme seu bolso permita) e nada mais! Nada de enfeite, broches místicos, figuras cabalísticas e iniciáticas, que podem ser lindas, mas não são radares e portanto não devem estar no colete! Tem até quem coloque aquela estrela que apenas diz doutrinador ou apará no próprio colete. Gente, aquela estrela é de prisioneiro! Você não vai ficar com cara de autoridade com uma estrela daquelas no colete! Aquela estrela serve para identificar se o jaguar prisioneiro é sol ou lua, não é para colocar no colete onde tudo já te identifica como tal.

O sapato: Ploct, cataploct, ploct, cataploct... Você está nos tronos e o barulho tirando sua concentração. Como você é um médium preparado, é claro que mentaliza mais forte e não olha de onde vem o terrível barulho. Mas tem gente que para de trabalhar, interrompe uma comunicação, às vezes até o paciente para de falar com o preto velho para ver o que está passando... E lá vem um médium de desfile! Saltos altos e/ou barulhentos, atraindo as vibrações, nem sempre boas, de todos dentro do templo. Nem preciso comentar... Apenas dizer: Bom senso! Trabalho espiritual não é precedido de desfile.

Nada de extremismo: - Vou para o templo de tênis a partir de agora! Não! Se você á ninfa coloque uma sandália confortável, vai passar horas trabalhando! Nada de tênis com indumentária de Falange, apenas use bom senso.

Uma indumentária é uma roupa que parece um vestido de gala, parece que vamos para uma festa! Mas é uma festa espiritual, não tem porque querer ser a rainha da vaidade e tão pouco para descuidar-se usando a humildade como desculpa. O falso humilde se nivela ao pior vaidoso. Nada de pegar a havaiana de limpar a casa. Por tanto, tenha um calçado já selecionado para seus dias de trabalho espiritual.

Ainda falta falar especificamente sobre os cuidados na Prisão! Salve Deus!

Kazagrande

“Os médiuns que não se apresentarem devidamente uniformizados não poderão participar dos trabalhos do Templo”. Tia Neiva, em 07 de maior de 1974.